Voce foi meu Pecado
Ingratidão
Oh meu Deus me perdoe
A minha ingratidão
Nasci em cidade grande
Mas amo o meu sertão.
Não desejo tocar os prédios
Apenas tocar o chão
Descalço na terra correr
E na rede adormecer
Perdoe minha ingratidão
Mas não me vejo em cidade grande
Mas livre no meu sertão.
Alexandre C.
Poeta de Libra
Pedido
Sua atitude deteve meu pedido
Ultimamente me encontro perdido
Estando perto de viver o nosso conto
Eu realmente preciso daquele encontro
Nós somos próximos
Todavia, tua via não permite o próximo passo
Compor não ajuda a entrar no seu compasso;
Seus olhares detive e meus sentimentos contive
Aprecio sua companhia
Eis a minha pessoa favorita!
Planejo manter contato com essa linda senhorita
Toda notificação acelera meu emocionado coração
Não errei ao rejeitar grandes oportunidades, pois decidi com base no meu conhecimento e no que acreditei ser o melhor para mim naquele momento. Entretanto, errei por não ter buscado sabedoria e discernimento para reconhecer essas grandes oportunidades quando elas se apresentaram para mim.
tempo
meu passatempo
é esperar pelo pasar de tempo,
para que eu possa passar
meu passatempo com tempo atempo,
antes do tempo acabar.
Sob o Ipê da Praça do Papa
Flores amarelas caem ao meu redor,
pétalas que pintam o chão,
e minha mente vagueia,
buscando raízes em sonhos antigos.
Entre Serra e Sonho,
sinto o peso das montanhas,
perco os devaneios,
no ontem e no amanhã
No túmulo frio do meu peito errante,
Sou zumbi que vagueia sem rumo certo.
Não sou vivo, nem morto, apenas distante,
Entre sombras escuras e lembranças de deserto.
Meus passos arrastados ecoam na solidão,
Entre ruas de concreto e almas sem cor.
Alimento-me de memórias, na escuridão,
De um passado que se desfez como pó.
Oh, como é amargo o sabor deste viver sem vida,
Onde meus olhos não veem, apenas fitam o vazio.
Meus dias são espinhos cravados na ferida,
De um coração que já não pulsa, apenas desafio.
À luz da lua, busco o alento dos sonhos perdidos,
Mas só encontro a névoa densa da desilusão.
Neste corpo frio e dormente, escondo meus gemidos,
De um tempo que se esvaiu na maré da ilusão.
Sou zumbi de mim mesmo, espectro de um naufrágio,
Afogado nas águas turvas da desesperança.
Onde tudo que resta é o eco do meu presságio,
De um destino traçado com tinta de lembrança.
Não me chame de vivo, pois sou apenas um eco,
De quem um dia respirou, mas perdeu a razão.
Zumbi de sentimentos, de amor desfeito em tropeço,
Sou o que restou de uma vida, perdida na escuridão.
Como os versos que escrevo, na penumbra do meu ser,
Sou a sombra que dança no muro do esquecimento.
Triste zumbi de mim, naufragado no meu próprio querer,
Busco em cada passo um alívio, um alento, um alimento.
Mas só encontro desespero, desamparo, solidão,
Neste mundo onde ser zumbi é a sina que me coube.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem redenção,
No labirinto sem fim de uma existência que me dobrou.
Ah, Menina, se soubesses do peso desta condição,
Da alma que vagueia sem destino, sem direção.
Talvez me entenderias, entre linhas de ilusão,
Como um zumbi que lê, que escreve, que clama por perdão.
No sepulcro gelado do meu ser desfeito,
Sou apenas o eco de um amor que se perdeu.
Não sou vivo, nem morto, apenas um sujeito,
Afogado em lembranças do que já se dissolveu.
Meus passos ressoam como suspiros ao vento,
Nas ruas vazias da despedida e da saudade.
Alimento-me de silêncios, lembranças de um lamento,
Onde sonhos desvanecem na cruel realidade.
Oh, como é amargo o gosto deste fim inevitável,
Onde meus olhos buscam somente o vazio.
Meus dias se esvaem na sombra indesejável,
De um coração que sabe que está sozinho neste rio.
À luz trêmula da lua, procuro um alívio breve,
Mas só encontro o frio da solidão que me assombra.
Neste corpo cansado e triste, um naufrágio leve,
Para a certeza amarga de que morrerei sem sombra.
Sou o espectro de um amor que já não arde,
Afundado nas águas profundas da desilusão.
Onde tudo se desfaz no adeus que não tarda,
De uma história que termina sem perdão.
Não me chame de vivo, pois já não sinto a vida,
Sou apenas um eco de um tempo que já foi.
Fragmentos de um amor que se despedida,
Sou o que resta de um sonho que já não ecoa mais em mim.
Como palavras escritas em um papel sem cor,
Sou a dor que caminha na estrada da solidão.
Um destino traçado pela dor do dissabor,
Busco em cada adeus um novo caminho, uma nova razão.
Mas só encontro o vazio, a certeza de um adeus,
Neste mundo onde ser é um fardo, uma sina.
E assim sigo, sem vida, sem morte, sem um novo adeus,
No labirinto do destino que insiste na dor que destina
Sephy Llyr nunca esteve tão dolorosamente bela.
E eu desejaria que esse sentimento em meu peito se limitasse a sua aparência, mas o problema é que... eu adoro todas as suas camadas.
Até as terríveis.
Segunda
Ele estava ao meu dispor
Disse que ajudaria com Marisol;
Refletiu sobre um belo pôr do sol;
Se autodenominava um espanhol
Posso ser descendente de português
Mais hoje eu sou unicamente um freguês
Desse negociante de corações e paixões;
Te vi a segunda vez naquela segunda-feira
Confesso… eu fiz um verso para te ter inteira
Não quero pela metade, seria muita maldade!
Devo expor e me declarar?
Bateu até vontade de compor e cantar
Eu vou somente cantar com uma cantada;
Agorinha para os seus pais serei uma visita
Cacheada, acredita em amor a primeira vista?
Conhecendo sua perspectiva, te dediquei no insta
Acha uma ideia nada profunda? Mas… e a segunda?
"Obrigada, Deus, por mais esse dia vencido e por estar ao meu lado nas dificuldades. Que o anjo da guarda nos guie nesta noite para os mais belos sonhos."
Se o meu interior pudesse expressar o turbilhão de emoções que ele está sentindo nesse momento, talvez os loucos que se acham sadios permitiriam mais suas razões serem menos críticas.
Frase de Islene Souza
Ele veio do céu, imaculado, sofreu horrores sem merecer.
Quem sou eu para comparar o meu viver.
Os dias passam, a vida não perdoa, mas eu estou de pé.
Se tenho fé? Sim.
O dia terminou, amanhã eu começo outra vez!
Tudo passa!
A vida é um sopro em quanto ele existir, eu não desisto do que é importante em minha vida.
Em quanto eu respirar.
Pensamento de Islene Souza
Escrevo como um desabafo
E nessa hora o meu bloco de notas
se torna um leal confidente
Um amigo a qualquer hora
Que me permite externar,
alegrias, tristezas, reflexões,
sonhos, desejos, decepções...
sem nenhum filtro,
certa que dele nada vazará.
Escritor
Escrevendo o meu livro no Canadá
Nas páginas do seu olhar almejo nadar
O tema é sobre uma linda super-heroína
Prometo, você não verá a minha partida
Se preocupe com a sua boa comida caseira
Nós vamos ficar de bobeira e ir juntos a feira
Sei que meu clichê parece bobagem
Acredite, tu és linda sem maquiagem!
Está contigo é como uma bela viagem;
Sou o pernacurta de um curta-metragem
Em ti não há nada desfigurado
Sentido figurado ou não, não é duas-caras
Sua sutil foto de perfil, a minha face encara
Encontro-me nos seus cabelos encaracolados
Não sou de está na multidão
Aprecio a solitude e os “dão” do violão;
Você tenta me convencer a ir nos anos 70
No ludar de ir na discoteca, irei à biblioteca
Tu és toda independente;
O mundo fantástico é diferente daqui
Sente também que é um romance Harlequin?
Desse mundo comum quero sair! Vamos partir?
Tenho a alcunha de Arlequim para te ter bem aqui
Por muito tempo calei
para que outros não saísse como ruins
Ao meu redor, vi o sucesso dos meus
enquanto me perguntava o pq de tudo está desmoronando
mas ainda assim, eu ri
eu ri de desespero
ri de medo
ri de tanto chorar
e no final de tudo eu morri.
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