Voce esta se Achando a Dona da Verdade

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⁠A utopia de amar

Olhos nos olhos
Na busca por intimidar
Tentando descobrir os segredos
Guardados em seu olhar.

É como um jogo divertido
Onde a meta vem da expectativa
De ver no outro o impacto
Causado por sua ação viva.

Ação que induz a reação
Dos corpos ali envolvidos
Em cada gesto, suave ou intenso
Criando fragmentos de momentos
Jamais esquecidos.

E nesta jogada então
Vale este olhar penetrante
Tão vivo, e ameaçador
Fazendo da minha respiração mais ofegante.

Mas logo em seguida
Como um golpe certeiro e fatal
Contemplo a suas mãos doce e macias
Me acariciando de forma tal.

Tal que causa inquietação
Me subindo na alma o desejo
O corpo já é refém do seu toque
E minha boca em súplicas
Implora o seu beijo.

Parece mágica poderosa
O contato dos teus lábios quentes
E provocando meu juízo já atormentado
Com pensamentos ardentes.

Vejo e não acredito
Que você está comigo
Posso sentir o cheiro dos teus cabelos
Posso encontrar em ti o meu abrigo.

Peço meu amor que não tenha pena
Ama-me sem pudor
Faça com que a minha carência
Se desfaleça de tanta dor.

Mate-a com suas armas
Amarre-me em seu coração
E me leve nesta correnteza
Que é a sua sedução.

Ensine-me a dança do amor
Nas profundezas de sua intensidade
Despindo a tristeza da minha alma
E mostrando a esta a felicidade.

Aqueça-me em seu corpo
E que nos entreguemos ao amor
Onde as carícias, e a intimidade do toque
Possa uma canção compor.

Que vá além da conexão dos corpos
Mas que atinja também
O nosso interior
Fazendo a alma revigorar
E encontrar no afeto o calor.

Dona, eu ainda espero
Que um dia possa te encontrar
Até lá sigo guardando sempre comigo
Esta vontade que sinto de te amar.

Inserida por goulart_esdras

⁠Desabafo

E pela noite escura
Deitado em minha cama,
Sinto meu corpo queimar
Ardendo em labaredas e chama.

Quanto ao espírito?
Cansado da paciência,
De esperar na prisão do tempo
Pelo fim da sufocante carência.

Esta embala os meus sonhos
E neles tecem sem parar,
Os desejos mais intensos
De sentir e tocar.

Cansei de sempre ficar
Sendo um mero observador,
Contemplando os casais
E tentando entender o amor.

Escravo da razão
Que ao meu coração cegou,
Tirando lhe da vista, a emoção
Que este nunca mais contemplou.

Almejo a liberdade
De poder me entregar,
A tão esperada experiência
De alguém poder amar.

Já vejo em minha frente
Pairando sobre o ar,
A Dona, encantadora
Que para mim, está a olhar.

Oh Dona! Como és tão bela
Quanto brilho em seu olhar,
Deles saltam reflexos
Que fazem a mim intimidar.

Teus cabelos, lisos e soltos
Que por seus ombros estão a descer,
Como uma droga, o seus aromas exalam
Fazendo me entorpecer.

E o vestido vermelho?
Te destacando a todo instante,
Te tornando ainda mais bela
Mais até, que um diamante!

Então, a ti faço um apelo
Pode tu me ajudar?
Me envolve, em teus braços
E faça os meus sonhos concretizar.

Assim, que o sentir e o toque
Possa ser apenas um complemento,
Deste cântico de amor
O nosso precioso momento.

Que a conexão de nossas almas
Se resulte nas explicações,
Das batidas frenéticas
De nossos corações.

Faça me sentir sem graça
Renda-me se for preciso,
Com a sua poderosa armadura
O amanhecer do seu sorriso.

Então, que as emoções
À nós, tenhamos compreensão,
Onde para mim o significado
É construído com a carícia de sua mão.

Dona de mim, não esqueça
Do que agora vou te falar,
És o meu sonho duradouro
Que a solidão, me fez um dia elaborar.

Inserida por goulart_esdras

⁠A inspiração de um universo de sentimentos

O menino que esperou bastante
E até chegou a se lamentar:
Será que um dia terei
Alguém, que possa finalmente
Meu coração acalmar?

Alguém que perceba em mim
As inquietações da alma,
E que quando ao me olhar
A esta então acalma.

Alguém, que ao meu corpo liberte
Surpreendendo me com a sua mão,
Fazendo com que o meu coração esquente
Ao aumentar a sua pulsação.

Alguém, que esteja presente
Mesmo quando a distância é real,
E cuja imagem, presa em minha mente
Faz da saudade, um sentimento banal.

Alguém, que faça renascer
A vontade em mim de viver
Tecendo sonhos, e objetivos,
Para que as boas realizações
Em um futuro possa colher.

Alguém, que me leve a indagar
Durante um abraço apertado,
Por quê é que demorei tanto
Para então ter te encontrado?

Alguém, que mesmo sem auréola
Me faça sempre duvidar
E agradecendo a Deus pelo presente,
Um anjo que em minha vida
Veio a pairar.

Alguém, que já não é imaginação
Existe, e a mim se revelou,
É melhor do que qualquer criação
Que minha mente elaborou.

Encontrei a minha Dona!
Assim posso falar,
Não há nada melhor na vida
Dê ao amor aproximar.

Ele é acolhedor
E te faz compreender,
Que o sentido de sua existência
É cultivá-lo com prazer.

Então, a partir de agora
Vou assim sempre praticar
O plantio deste sentimento,
Que em meu coração
Nunca deixarei faltar.

A plantação será extensa
E devido a superprodução,
Não caberá tudo em minha alma
Mas já encontrei uma solução.

Compartilharei com minha Dona
O lucro desta boa produtividade,
O meu amor puro, e saudável
Regado com ternura, carinho e reciprocidade.

Caberá então a ela
Deste resultado decidir,
Aceitar a minha proposta
E do meu amor usufruir.

E tomara, que assim gostando
Deste produto de valor,
Ela possa também cultivá-lo
Em sua lavoura do amor.

Quem sabe um dia desses
Posso me surpreender,
E então da minha Dona
O seu amor receber?

Este poema pode parecer uma história
Ou uma fonte de inspiração,
Mas saiba leitor, que em sua essência
Está intrínseca do autor,
A emoção!

E para terminar estes versos
Peço desculpas,
Por levar as estrofes a exaustão,
Nelas deixei apenas uma ínfima parte
Do desabafo deste autor, em sua criação!

Inserida por goulart_esdras

Ser avó é ser dona de um amor eterno e inesquecível!

Inserida por pensador

Pelas ruas de Pombal há esperas
Que encontro na imensidão
O amor de Dona Vera
Que preenche meu coração

Inserida por gnpoesia

⁠ Dona Josefa a A Nossa Santa de Natal
Dezembro chega, trazendo o aroma doce das lembranças e o brilho discreto da saudade. Entre as luzes piscantes e o som de risadas, é impossível não lembrar daquela mulher que foi o verdadeiro espírito do Natal para a nossa família: Dona Josefa, nossa Zefinha, a mãe guerreira que transformava deficiências em milagres e tanto
Era sempre assim. Quando a época natalina batia à porta, lá ia ela, determinada e com uma vassoura de palha nas mãos, mede os pés dos dez filhos. Sem luxo, sem exageros, mas com uma vontade imensa de não deixar ninguém sem o que calçar. Pelas ruas do centro da cidade, Dona Zefinha escolheu cada sapato como se fosse uma obra de arte, acompanhado na missão pelo nosso pai, Seu José Sabino, que com seu trabalho árduo garantia os meios para que tudo acont
Na noite de Natal, a casa enche de expectativa. Papai Noel, quase sempre, não vinha, mas isso é um pouco importante. A felicidade era garantida com o vestido novo das meninas, a calça dos meninos e a certeza de que, mesmo sem a tão sonhada bicicleta.
Dona Zefinha não era apenas uma mãe; era a personificação da coragem e da força. Durante o ano, suas andanças pelas ruas da cidade foram sua forma de garantir que nenhum de seus filhos passasse fome ou deixasse de sorrir. Ela saiu cedo, com um pano simples nos ombros e uma determinação no coração que só as mães conhecem. Visitava amigas, batia de porta em porta, conversava com conhecidos e, de forma discreta, trazia de volta o que conseguia: alimentos, roupas usadas, ou até mesmo palavras de incentivo.
Não era fácil. Os dez filhos, ainda pequenos e sem autonomia, dependem individualmente dela. E mesmo assim, Zefinha nunca se queixava. Onde os outros viam obstáculos, ela enxergava possibilidades. Com criatividade e muita fé, ela fez o pouco parecer muito, e o impossível tornar-se realidade. Não havia luxo, mas havia amor. Não havia brinquedos caros, mas havia sorrisos.
Dona Zefinha era mais do que uma mãe; era um líder, uma protetora, uma guerreira. Ela carregava nos braços o peso de uma família inteira, e no coração a certeza de que tudo valeria a pena. Em cada lágrima que secava, em cada palavra de consolo que oferecia, ela plantava em seus filhos a semente de gratidão.
Dona Zefinha, com sua força imensurável e coração infinito, foi muito mais do que uma mãe: ela foi uma santa viva, a guia da nossa família, a luz que iluminava nossos dias,
Dona Zefinha transformava qualquer migalha em banquetes. Seu amor multiplicava o pouco e fazia o suficiente para sustentar a família, não apenas com o corpo alimentado, mas com o espírito cheio de gratidão e amor. Ela sabia que não poderia oferecer brinquedos caros ou luxuosos, mas oferecer algo muito mais valioso: carinho, valores, e a lição de vida
Nas noites de Natal, mesmo quando o "Papai Noel" não aparecia com os presentes sonhados, Dona Zefinha estava lá, com um sorriso no rosto e as mãos unidas em oração. Ela reuniu todos ao redor para agradecer o que tinham e pedir por um mundo melhor. Cada palavra sua era uma prece poderosa.
Hoje, ao relembrarmos sua trajetória, não temos dúvidas: Dona Zefinha é a nossa santa. Não aquela de igrejas e altares dourados, mas a que caminhava pelas ruas da cidade, com um olhar firme e um coração aberto, movida pela fé e pelo amor incondicional aos seus filhos.
Neste Natal, mesmo que ela não esteja mais fisicamente ao nosso lado, sua presença espiritual é tão forte quanto nunca. Sentimos sua força em cada riso, em cada lembrança, em cada oração. Dona Zefinha é a essência do nosso Natal, uma inspiração para seguirmos em frente, com a mesma coragem
Que honrar sua memória vivendo os valores que ela plantou em nossos corações. Viva Dona Zefinha, a nossa santa de natal.

Nauri Araujo

Inserida por nauriaraujo21

⁠A dona prudência é muito desconfiada,mais difícilmente perde,
sem ter ganhado.

Inserida por Luizdavi

⁠A dona preguiça é a ajudante voraz da senhora miséria, ela faz a miséria alcançar seu objetivo.

Inserida por Luizdavi

⁠Acompanhe de perto a vida de uma dona-de-casa: nem ela sabe se é dona de sua vida, quando só cuida da sua casa.

Inserida por HelgirGirodo

⁠Pessoas que se acham dona da razão, estão propícias a perder sempre e acumulam apenas vitórias temporárias.

Inserida por Colicigno

Sou de Minas Gerais, mas, pelos muitos anos de vivência no Espírito Santo, e enorme afinidade, considero-me mais capixaba do que mineira. E confesso que estou perplexa com esse sotaque do personagem "Maria da Paz", nada a ver. Esse sotaque não existe. Capixaba não tem sotaque. O capixaba tem gírias, mas não é caracterizado por um sotaque.

Inserida por reconceituando

⁠ME SURPREENDA

Me olhe como quem admira um diamante raro;
Me corteje à moda antiga, com flores e jantar à luz de velas;
Me deseje sem limites e com empenho;
Me ligue, me mande mensagem e me pergunte como foi meu dia;
Me respeite, me idolatre;
Me beije e me faça flutuar;
Me jogue na cama, me ame sem mas e nenhum porém;
Me trate como uma dama e como uma devassa;
Seja meu amigo, meu amante, meu parceiro;
Me deixe ser sua dona, sua mulher;
Meu surpreenda, só assim seremos tudo ou nada!

Inserida por deborahpaledzki

⁠Quando a inspiração viaja,
essa dona
que nunca me abandona,
sempre deixa um recado:
"No seu arquivo guardado,
saiba que está repleto de breves textos!"
...Disponha🙃💭
***

Inserida por ostra


Ontem
Apreciando uma paisagem,
Foi necessário discutir
Com uma das minhas inspirações.
Pra que tantos ciúmes,
Se ao escrever, o meu sentir,
É totalmente poético...
Se crio um verso,
Ela diz ser dona do Universo,
E faz ameças de me abandonar,
E sem ela, quer ver como vou me virar.
***
Tenho olhos pra viajar nas paisagens,
Cérebro pra dialogar
E coração 💙para bem amar...
...E aí DONA INSPIRAÇÃO
Vai cair fora⁉️😊

Inserida por ostra

Dona do meu coração.

⁠A cada manhã, um verso
Em momentos de inspiração
Tú és a minha musa
Dona do meu coração.

Inserida por COMPOSITOR

⁠Queria te dar as estrelas
Se já era a Dona da Lua

Inserida por HaumeaDengeki

Sou dona de mim,
Dona das minhas razões,
Dona das minhas emoções,

Sou dona do meu corpo,
Dona dos meus anseios,
Sou dona dos meus desejos,
Desejos que me fazem sentir plena,
mesmo quando sozinha estou.

Sou dona do meu caminhar,
que me guia por caminhos que eu mesma traço, quando deixo o destino me levar.

Inserida por Marthasil

⁠Eu Te Amo Muito,
dona do meu mundo!

Inserida por DanielChrystianno

⁠A rua já foi o palco da alegria, da liberdade e da vida. A rua já foi palanque das travessuras, artes, brincadeiras e algazarras da meninada. Quando a noite chegava, era a volta pra casa; mas a vida ficava guardada nos bancos das praças arborizadas, nos quintais floridos cheios de frutas maduras e na certeza de que nada roubaria delas a criatividade, a naturalidade, a simplicidade e a inocência, que as fazia donas do palco e do mundo.

Inserida por JulmarCaldeira51

Todas aquelas poesias que eu escrevi
E rapidamente me despedi
Não foram tão longe
Mesmo as desprezando
E no lixo as desperdiçando
Dona maria, uma catadora sofrida
As encontrou, uma por uma
Elas as guardou
Sua alegria era encontrar meus
Pequenos rabiscos sobre o amor
Enquanto eu me sentia péssimo
Por ser um eterno clichê
Dona Maria se sentia amada
Por aquelas palavras
Dia após dia
Ela sentia
O que nunca tinha sentido antes
Tais palavras que para mim eram desconcertantes
Para ela era uma salvação
Em meio a tanta solidão

Fiquei sabendo por terceiros
Que meus versos estavam
Guardados em um canto no celeiro
Onde dona Maria dormia
Quando de forma triste faleceu

Ao me deparar com aquele amontoado
De folhas amassadas e grampeadas
Notei um rabisco
Nele estava escrito

" esse tal de amor, floresce até no lixão, porque não iria florescer em você".

Inserida por Ancelmobento