Voce esta Guardada em meu Coracao
Não pensei que o que sou importasse para meu eu, mas penso que o que Deus quer que eu seja, o meu eu irreleva. Porque o meu eu é profano e o que Deus quer para mim é santo.
LÍQUIDO VITAL...
Em meu leito...
Em sinuosos seguir, serpenteio para o mar. Amando.
Nascentes...
Broto do chão transparente,bonita,fresquinha, desejada.
Como chuva...
Desço do céu de brancas nuvens. Em vida cíclicas... Irrigando o mundo.
Vejo...
Corações, aflitos, saltitantes. Acolhendo-me, filtrando-me, acondicionando-me...
Amor
disponibilizo afagos, havendo ou não reciprocidade. Assisto a todos, de igual modo.
Em gotas...
Até jorro, mas é de gotas em gotas, que no dia a dia,me ponho a gotejar;
das folhas, dos telhados, das torneiras,... na boca dos pássaros,dos bichos...
Destilo meus anseios vitais, inodoros,Incolores...
União...
Unindo-me à turbilhões de moléculas,irmãs, me sinto mais forte e útil para servir. E fazer a vida acontecer.
Gero a vida...
Quebro a inércia da semente, o broto cresce e parece, enchendo de graça, o viver.
Sacio...
A sede, e amoleço o barro, as rochas, os ânimos, e desânimos...
Poesia...
Em prosas e versos, me refaço...Me vejo e revejo, mais bela ainda.
Nas dificuldades...
Contorno obstáculos e venço os desafios. Dando exemplo de persistência.
Milagres...
Acontece ao eclodir invólucros da esperança.
Mas...
Com tudo,minhas virtudes não me tornam, a "toda poderosa".
Sou igualmente a vocês: dependo dos mesmos cuidados,respeito... Amor.
(05.03.18)
Que olhar que tudo vê!
Olhos do meu neto bebê...
Do mundo não ficará à mercê;
o avô poeta escreveu tudo pra você!
(De Sebastian Striquer para o neto Luigi)
Ultrapassar fronteiras mentais é o meu desejo... E com o uso dos verbos observar, investigar e aprender, descobrirei as portas do conhecimento que me farão alcançar a tão pura e prazerosa liberdade.
Lobo Solitário
Caminho sozinho, sozinho eu aguento!
Eu que decido meu caminho.
Que aguento as reações de minhas decisões.
Meus sofrimentos.
Minhas dores.
Assim sigo, um dia após o outro, sem precisar de ninguém e sem olhar para trás...
Tua essência (para A. Holanda)
Meu pensamento
as vezes cosmopolita
perdido nos rios de asfalto e nas palafitas de concreto
Se perde, certo
Mas logo volta ao primeiro plano:
o admirar do belo e maravilhoso
Por meio de versos, poemas, músicas e
um sabor gostoso
de pensar no elemento valioso
Razão da minha inspiração
e vontade de expressar tudo o que sinto, cheiro e ouço
matizes provindas
da tua essência
minha encarnada escritura
Meu verso de pessoa
Drummond e Cecília
Minha estrela, minha flor
riso, inexorável, poesia.
Em momento que a insanidade,
parece ser a sensata no meu algoz,
destrincho uma lapide a cada pensamento.
Um obrigado enorme a todos.
Obrigado por tornaram o meu mundo muito mais livre e amistoso.
À minha filha, simplesmente por existir.
À minha mãe, pelo seu infinito e inqualificável amor.
Ao meu pai - a estrela maior para sempre presente no meu coração – pelos valores que me transmitiu e pelo carinho que me permitiu ser humilde e orgulhosamente humana.
Aos meus irmãos, por não terem desistido de mim.
A ti, pelo apoio silencioso quando eu mais precisei de o sentir.
Nordeste sim!
No meu nordeste tem
charque com macaxeira
feijão de corda na feira
e batata doce também
milho verde e xerém
e inhame pra cozinhar
tem rede pra balançar
água de coco gelada
carne de sol bem assada
cuscuz, cocada e fubá.
Eu penso muito, acho, meu cérebro jamais pára,
fico observando o comportamento do ser humano,
o meu inclusive, concluo,
não sou daqui,
como pode alguém perder seus sonhos, vender seus sonhos, agonizar seus sonhos
pelo que o outro pensa, pelo que o outro diz ser certo ou não.
Como pode alguém deixar a intensidade da vida
em nome de conceitos que nada, absolutamente nada agregam ou agregarão um dia.
Como pode o orgulho ser tão mais poderoso do que a singeleza leve que nos faz felizes,
como pode o ser humano vender-se por tão pouco,
por tão nada,
como pode anular-se tanto em nome do medíocre, do banal,
do supérfluo, do carnal, do sem brilho, sem chama, sem movimento.
Como pode o ser humano esquecer tanto de si mesmo,
brigar pelo nada que cria a ilusão do status,
do degrau que não se sobe, não se galga, não se é.
Como pode o ser humano negar o óbvio em nome do que lhe é conveniente ao orgulho tosco
que cria para manter sua própria aparência, que na real, nem existe.
Como pode o ser humano permitir-se tanta perda de tempo na única coisa que importa que vibra,
que é real e dramaticamente finita, a vida.
Como pode o ser humano agarrar-se ao ter,
ao mostrar, ao ostentar, do que ao ser, viver, sonhar.
Como pode o ser humano não perceber que ele é limitado, finito, substituível
e exatamente por isso seus segundos preciosos de vida deveriam ser construtivos,
flexíveis, intensos, urgentes.
Vamos embora amanhã, no próximo segundo ou no próximo século,
mas vamos embora,
tenhamos consciência do que realmente podemos e devemos fazer por aqui,
antes que as cortinas se fechem, a luz se apague a peça termine
sem nem o meu próprio aplauso.
Aprendamos a sorrir para dentro, não para fora,
aprendamos a abraçar os momentos que temos não o que idealizamos,
aprendamos a viver o agora,
o próximo bater do relógio sempre será incerto demais,
aqui é o que temos e é nele que a vida se joga,
todo o resto é ilusão com data marcada para terminar.......
Todos teremos FIM que o espetáculo de nossa existência termine no aplauso,
que nosso comportamento, pensamento, faça jus a platéia, que no final,
possamos terminar com o orgulho das palmas não das vaias.......
Autoria: Anaiá Zaleski.
Na página da vida, hoje escrevi a passagem de meu dia e com a certeza de ter praticado o meu melhor.
Deixei escapar meu ultimo suspiro quando cheguei ao fundo mar, e não senti medo e nem frio, senti apenas a vontade de permanecer ali e fugir do caos que se encontra na terra.
Há dias em que meu olhar curioso entra como luz pelas frinchas da inspiração e alcança as palavras que dormem no berço semântico das paixões. Onde os versos ardem, queimam, os sons ganham ressignificações na chama cadenciada da linguística, na aurora dos poemas, na ponta da minha pena.
Partir
Em pleno devaneio
Já no centro de mim,
Refleti-me desajeitado
E no meu espelho,
Em prantos sorri
Por fim...
Parti.
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