Voce a Luz do meu Viver

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Poesia é um flerte.

Mulher é como uma jóia, não adianta ser linda, brilhante, chamosa se não for rara .

Afinal, quanto valeria um diamante se estivesse em todo lugar ?

Nada ... Valorize-se seja única

Quando o último raio se esconde,
a casa se apaga no campo
e tudo se cala sem início nem fim.

A sombra repousa nas paredes,
ondas de saudade se arrastam
entre ruínas de luz que partiu.

O silêncio faz morada,
nenhum vestígio de retorno,
apenas o crepúsculo lento
acolhendo todos os nomes
que o dia cansado esqueceu.

Nada é tão simples que não mereça atenção.

Se não sabes orar, comece agradecendo.

Quando não estiver funcionando, troque a ferramenta!

Congresso Marginal
William Contraponto


As vozes se vendem por moedas gastas,
na mesa dourada que não vê a rua.
Assinam folhas e rasgam promessas,
e o povo assiste, calado, à sua.


Na tribuna, os discursos vazios,
palavras vestidas de falsa razão.
Por trás das cortinas, negócios sombrios,
a pátria leiloada em cada votação.


Congresso marginal, teatro do poder,
onde o voto é moeda e a mentira é lei.
Congresso marginal, palco de perder,
quem acredita sangra outra vez.


Erguem bandeiras que já não tremulam,
são panos de farsa, costura de pó.
E cada silêncio que as ruas acumulem
vira alimento pra quem manda só.


Os olhos do povo carregam cansaço,
mas ainda resistem no peito a lutar.
Pois toda mentira tem fim e tem prazo,
nenhuma muralha é feita pra durar.


Congresso marginal, teatro do poder,
onde o voto é moeda e a mentira é lei.
Congresso marginal, palco de perder,
quem acredita sangra outra vez.

O Preâmbulo do Sinuoso Amanhã



William Contraponto






No espelho o indivíduo se pergunta,


mas não é só de si que diz o reflexo


O tempo o cerca, exige resposta,


entre o que cala e o que desponta.






O amanhã não é linha reta,


carrega desvios, curvas abertas.


Uns vendem certezas já apodrecidas,


outros recolhem verdades dispersas.






A democracia ainda respira,


mas sufocada por mãos de ferro.


O ouro dita leis silenciosas,


o povo tropeça em promessas de desterro.






Entre gritos de ordem e velhos estandartes,


ergue-se o espectro da mentira.


Ela se disfarça em nome de pátria,


mas guarda o preço da ferida.






E o ser, perdido entre lutas alheias,


pergunta se sua voz resiste.


Pois cada passo nesse sinuoso amanhã


decide se a esperança ainda existe.

Não é covardia, é sabedoria. Corra!

O cultivo me ensinou que tudo cresce no tempo certo, inclusive a consciência.

Os cogumelos não falam, mas revelam verdades que o ego insiste em esconder.

Não cultivo apenas fungos; cultivo silêncio, presença e lucidez.

Não me conhecem mais, mas insistem em falar como se o passado ainda fosse presente.

Há níveis de consciência: alguns apenas existem, outros repetem o que aprendem, poucos questionam e raríssimos despertam.

Não existem forças sombrias mais perigosas do que uma mente orgulhosa da própria ignorância.

O silêncio é o estado natural de quem compreendeu.

Queria que as sombras que se aproximam da minha luz descobrissem a própria claridade que carregam dentro, e seguissem em harmonia com o todo.

Perdoar é um ato sagrado de amor-próprio: devolver a mim mesmo a paz que eu mereço carregar.

Eu não confronto a dor deles; eu a envolvo em silêncio luminoso, confiando que o amor maior sabe o momento exato de transformar sofrimento em sabedoria.

Ser luz não é vencer a escuridão —
É coexistir com ela até que ela mesma perceba que também é feita de luz.