Vivi
Já vivi em função do medo. A fé, apesar de forte, sempre esteve subjacente a ele. Foi o bastante para que eu não sucumbisse, admito. Mas eu queria mais. O medo, limita, paralisa, incapacita até, em alguns momentos. Ele também baixa a vibração e atrai todo fluxo de energias negativas. E tira, além da qualidade que se possa ter em relação à vida, também a beleza de muitos momentos. Já a fé, amplia o olhar, fortalece, mostra a luz, traz milagres. A fé é a energia áurea e curadora de minha existência. Ela me faz seguir. E hoje não é mais o medo que permeia minha vida, mas a fé.
Não falo da falta de cuidados dos perigos e doenças, sigo com cautela, zelo e fazendo minha parte, sei que Deus está presente, não quero ter a audácia de testá-lo, faço minha parte, para que Ele me ajude. Falo dos medos das incertezas que os problemas causam, das impermanências da vida, de sua efemeridade e até dos males que me desejam e podem me fazer. Hoje, pela minha fé, tenho a certeza de que nenhum mal chegará à minha tenda, pois minha fé em Deus me livrou de tanta coisa, algumas eu sei, outras, nem imagino, mas sei que Ele esteve e está presente. Além disso, peço a Ele que seja feita a sua vontade em minha vida, e sei que a vontade Dele é perfeita. Assim, eu sigo, vestida de fé.
O medo ainda existe, mas agora ele está velado sob o manto da fé. E apesar das dores que ele ainda consegue causar, a fé possibilita os bálsamos curadores dos anjos enviados por Deus.
Josy Maria
Vivi tanto tempo perdido em um mundo cheio de turbulências e procurando aquela que seria a minha felicidade, depois de tanto tempo encontrei.
Advinhem quem lá estava, eu 😌nada melhor depois que a gente se encontra em nós mesmo.
Vivi o suficiente para aprender que nenhuma desilusão amorosa é suficiente para te privar um novo amor, nenhuma riqueza é suficiente para comprar uma vida feliz e nenhuma viaj(g)em é suficiente para nos encontrarmos a si mesmo!
Guardo na lembrança,
um lindo lugar mágico
de águas cristalinas
com um tom azulado
que vivificam o espírito,
é como um tesouro a ser preservado, um abrigo a ser recorrido.
Desfrutei de um momento
muito agradável
e, claramente, inesquecível.
Eu era feliz e não sabia...
Corrigindo eu era infeliz e sabia disso ... vivi por tanto tempo uma mentira ..sofri por tanto tempo me afogando em martírio... hoje sou livre disso ...sai do aprisionamento da gaiola ... hoje voei pela primeira vez ..hoje eu digo com clareza ...hoje eu digo pra mim mesma...hoje sim eu fui realmente feliz ...quem te ama , não te prende.. tr quer livre .. te quer bem...
Nasci no diminuto Mucuri, vivi momentos fugazes em Topázio, no Bela um turbilhão de emoções, no Iracema, meditações e reflexões, e nesse emaranhado de prazeres, conheci o mundo encantado, cores, luzes, imaginações, sonhos, conquistas, quimeras, frustrações, e outros coadjuvantes, conheci Beth, a musa da minha vida.
Vivemos num tempo em que os que dormem mais profundamente se consideram os “despertos”. Nunca vivi num mundo tão “fake” como esse. Meu antídoto, minha vacina, meu antivírus contra tudo isso tem sido continuar acreditando no poder do amor para escapar dessa Matrix.
Lembranças após morte !
Lembranças após morte,
de que adianta ?
Se quando vivi,ao teu lado,
nunca fui lembrando.
Poemas e versos sempre escrevir,
vistos por muitos, mas nada me foi dito.
Nem uma palavra de incentivo, nenhum
vá enfrente meu irmão.
Isso só me trouxe tristeza e muita decepção,
pois eu vi que meus amigos, não me tinham consideração. Pois todopoeta anseia, por um aperto de mão.
PÉS NO CHÃO
Já vivi nas alturas
De meus pensamentos
Os voos hoje, são rasantes...
- Pés no chão!
Entre idas e vindas
De aventuras e emoções
Hoje em dia, maduro...
Sou mais RAZÃO
Sempre vivi ao pé do mar;
Sempre me habituei a sentir a areia a arranhar nos pés;
Sempre via o pôr do sol no horizonte do mar da minha terra que me viu crescer;
Sempre soube que era um rapaz da cidade, mas o mar sempre me fez tão bem
... e relatou-me o procrastinador.
Vivi um longo período de entrega a afazeres e cuidadorias e estocagem de bens.
Porém desiludido e com o advento da morte, havia chegado a conclusão de que na vida fui mera vítima de mim mesmo.
Ao que lhe disse!
Guardastes tudo pro amanhã é isso?
E ele me disse, poisé, só agora percebi que o amanhã sempre transforma-se em hoje.
Vivo e mudo tanto, que quando vejo, não sei o que vivi e não sei quem sou, pois mudei muito e já não pareço o que eu costumava ser.
Eu não esqueci .. eu apenas vivi intensamente tudo ... eu sorri , sai , curti , eu ouvi outras músicas, conheci lugares diferentes... eu li livros interessantes, assisti muita netflix , comi pipoca , dormi cedo ... fiquei na janela vendo o por do sol ..fiz tudo pra ocupar meu tempo .. e ele fez o que deveria fazer..passou ... não esqueci mas aprendi a viver sem ...e vi que vivia bem assim ... acostumei .. eu não te esqueci , não, não mesmo ... mas vi que vc já não era essencial Mais..
Eu já vivi esse amor, por isso, as pessoas me chamam de viajante, pois ninguém sabe de onde venho nem para aonde vou.
Se hoje não me apego a alguém, é porque bem lá, no fundo, sei exatamente o que sou.
E quando na penúria da dor, meu pensamento volátil sofre um paradoxo temporal.
Então, eu vislumbro um amor, ou talvez sejam apenas memórias perdidas que o tempo ainda não apagou.
Não posso sentir o que ainda não vivi.
Foi com alguns erros que aprendi que as mesmas portas que se fechar também poderá abril.
"A tristeza que vivi ontem nada vale para o amanhã,se eu viver a mesma tristeza de todos os dias, não terá espaço para as alegrias que não valorizei para o futuro"
