Viver sem Risco
É tão irônico o fato de eu viver escrevendo sobre relacionamentos acabados, quando na verdade, nunca tive um pra saber como é.
Mas eu invento, porque sei que é melhor escrever do que viver.
Exercitemos a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora, e procuremos viver nossas vidas no bem,
na nossa verdade interna e no amor.
Não abrigo mais culpas e remorsos em meu viver, compreendi que tudo que fiz, mesmo parecendo errado aos olhos alheios, foi o que consegui fazer.
Meus valores mudaram e mudarão cada vez mais, sigo procurando melhorar a cada dia, isso é o que importa.
A pior escravidão é viver na dependência da aprovação das pessoas, ficamos sem tempo para nós mesmos, vivendo ás voltas com obrigações que nos sufocam interiormente, que
nos cegam para a realidade do nosso "Eu" mais precioso!
Pode parecer bobagem. Mas não pra mim. Me pergunto do que adianta viver e não sentir. Me pergunto como as pessoas podem se achar cheias de alguma coisa,completas com dinheiro,com o que quer se seja, mas vazias de sentimentos. Bom, o céu não passa despercebido por mim. E sempre que vou dormir procuro pela Lua. Se preciso fico horas olhando pra ela. O mar me acalma. O movimento dos passaros. A sabedoria dos animais. A natureza me traz a paz que eu não vejo nas pessoas. Mas as pessoas, ah! as vezes me trazem raiva! Humanos tem um cérebro pra pensar, o que os 'bixos' não tem. Mas humanos só utilizam o cérebro pra destruir ao inves de construir. Destroem suas vidas, e as dos outros tambem. Me digam então... Maravilhoso mesmo não é a natureza? as plantas,os animais? que são incrivelmente belos e inteligentes mesmo sem um cérebro, surpreendentemente incriveis. Não consigo,sinceramente, dá tanto valor a uma coisa não tanto significante. Sou intensa. Sou sensível. E isso, sem duvidas, me traz mais maturidade diante da vida. A razão pode te trazer negócios, sucesso, mas não a felicidade se você não vive a emoção. Então,permita-se sair dessa bolha de coisas inventadas. Tente notar as coisas mais simples. Pode ser difícil pra você, mas se um dia você puder sentir a calmaria das ondas do mar então você saberá o quanto é bom SENTIR, muito melhor que TER. E verá então o quanto precisamos ter sentimentos. Com a paz, com a harmonia,com o amor,poderíamos ser pessoas tão melhores, e o mundo poderia ser incrivelmente belo e surpreendente.
Alguns vivem como querem, outros vivem como podem, não importa o jeito o importante é viver pois no final tudo tem seu peso na balança, para o bem ou para o mal.
Ah, me desculpa, mas eu devo admitir: se é pra viver do jeito que dita o mundo, deste jeito torto e incerto, se é pra não ver tudo que está errado e solto por aí, então eu sou uma 'desajustada social'. Prefiro ser desajustada do que fazer compactuações com algo que não concordo moralmente. Prefiro ser a excluída, a rebelde, a indomável, a respondona, do que enfrentar tudo isso que tá aí solto nas ruas de cabeça baixa e boca calada
Deus é meu tudo
Não posso negar
Sempre está comigo
Orienta meu caminhar,viver ,ensinar
Na minha família não sei explicar
Sempre nos protege, é o meu tubarão costumo brincar
pois quando não tenho ninguém a me orientar
Ele sempre está disposto pra me ajudar
Sem reclamar e nem criticar só quer que eu seja feliz
E possa continuar a sempre lembrar que ele nunca vai me abandonar .O
brigado! Senhor. Por me acompanhar. Marlene
Vale apena amar uma pobre e viver com honesticidade do que amar uma rica e não ter chance de tocar os lábios.
Seguir em frente é difícil
parar e esperar é fácil...
Para aqueles que buscam viver,
existir não é o suficiente.
Dependência é sinal de fraqueza!
Viver um dia de paz é mais dificil que viver um dia de guerra; Guerra temos todo dia e nem todos os dias conseguimos vencer uma guerra pois ela nunca se acaba, sempre existirar uma batalha a ser travada; E a paz? Ah! Essa normalmente só chega após a guerra.
Não busco o fim da guerra mas sim, que exista paz no fim de cada batalha.
Tinha saudades dela mesma. Houvera um tempo em que conseguia viver sendo o que exatamente gostaria de ser, mas com o tempo tinha adquirido o maldito hábito de se importar com o que as pessoas que ela gostava diziam. Mudou e fugiu um pouco do seu próprio foco, mas era como se houvessem arrancado um pedaço, como se ficasse incompleta, com devaneios e amores que só existiam em seus caprichos. Portava-se como uma boneca e bebia em copos ao invés da garrafa. Acordou em um domingo ensolarado, e despertou em si, o que tinha de melhor: Sua vontade própria. Voltou a viver, deixou de sobreviver perante eles. S,w.
