Viver Nao e Tarefa Facil e ser Feliz menos ainda

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Antes demais, do que de menos.

Há uma estranha ironia na inteligência humana: quanto mais aprendemos, menos confortáveis ficamos com a palavra certeza.
Talvez porque o conhecimento verdadeiro não nos coloque no alto de uma montanha. Ao contrário: ele nos leva até a beira de um oceano.
E, diante do oceano, até o homem mais sábio percebe o tamanho de sua pequena embarcação.
Você já reparou que a verdadeira inteligência quase sempre vem acompanhada de humildade?

Isso não é coincidência.

Quem sabe pouco pode imaginar que sabe tudo, porque ainda não caminhou o suficiente para descobrir a imensidão daquilo que ignora. É como alguém que conhece apenas uma rua e acredita compreender toda a cidade.
Mas quem estuda, quem lê, quem observa, quem duvida, quem atravessa ideias diferentes das suas começa a perceber algo desconcertante:

cada resposta abre novas perguntas.

Aprender é acender uma vela dentro de um quarto escuro.
No começo, enxergamos apenas aquilo que está perto da chama e ficamos maravilhados. Depois, quando nossos olhos se acostumam à luz, percebemos que o quarto é muito maior do que imaginávamos.
E então nasce a humildade.
Não a humildade de quem se diminui.
Mas a humildade de quem compreendeu a grandeza do desconhecido.

Talvez por isso Sócrates tenha atravessado tantos séculos associado à ideia de reconhecer a própria ignorância. A sabedoria começa quando o homem deixa de usar o conhecimento como um trono e passa a utilizá-lo como uma janela.
O arrogante transforma aquilo que sabe em muro.
O sábio transforma aquilo que sabe em porta.

Um diz:

— Eu sei.

O outro pergunta:

— O que ainda não percebi?

E talvez essa pequena diferença explique muitas das grandes tragédias humanas.
Porque pessoas excessivamente certas de si mesmas raramente escutam.
Quando alguém acredita possuir toda a verdade, já não precisa do outro. Não precisa ouvir, reconsiderar, corrigir-se ou admitir que talvez exista alguma razão do outro lado da mesa.
A certeza absoluta pode ser confortável.
Mas também pode ser uma prisão.

A inteligência verdadeira possui uma coragem diferente: a coragem de mudar de ideia.

Há uma grandeza silenciosa em alguém capaz de dizer:
“Eu estava errado.”

Poucas frases exigem tanta inteligência e tanta humildade ao mesmo tempo.
Porque mudar de opinião diante de uma evidência melhor não significa perder uma batalha. Significa escolher a verdade em vez do próprio orgulho.
Talvez seja esse um dos sinais mais bonitos da maturidade intelectual: não precisar vencer todas as discussões.
Há pessoas que entram numa conversa procurando derrotar alguém.
Outras entram procurando descobrir alguma coisa.
As primeiras colecionam adversários.
As segundas colecionam perguntas.
E perguntas, quando feitas com sinceridade, são uma das formas mais bonitas de humildade.

O universo é grande demais.
A história é longa demais.
A alma humana é misteriosa demais.
A ciência ainda possui perguntas demais.
A filosofia ainda carrega dúvidas demais.

E a própria vida, depois de milhares de anos de civilização, continua nos surpreendendo todas as manhãs.
Talvez sejamos todos estudantes caminhando por uma biblioteca infinita, segurando apenas alguns livros nas mãos.
Alguns, depois de lerem duas páginas, começam a falar como donos da biblioteca.
Outros passam a vida inteira lendo e, justamente por isso, caminham cada vez mais devagar entre as estantes.

Eles sabem que existem corredores que jamais visitarão.
Livros que jamais conseguirão abrir.
Perguntas para as quais talvez nunca encontrem resposta.

E isso não os diminui.
Isso os torna sábios.
Porque a verdadeira inteligência não é saber tudo.
É perceber a vastidão daquilo que ainda podemos aprender.
No fim, talvez o homem mais inteligente não seja aquele que termina uma conversa dizendo:

“Eu tenho certeza.”

Talvez seja aquele que ainda consegue voltar para casa levando consigo uma pergunta:

“E se eu estiver errado?”

Porque enquanto houver em nós a coragem dessa pergunta, ainda haverá espaço para aprender.
E enquanto houver espaço para aprender, haverá humildade.

Talvez a sabedoria comece exatamente aí:

quando o conhecimento deixa de nos fazer sentir maiores do que os outros e começa a nos fazer perceber o quanto ainda somos pequenos diante do mistério do mundo.

São proibido sonhadores muito menos pensadores...
O mar torna se poluído o mundo se degrada...
O humanismo morre em suas próprias palavras.
O inenar na humanismo se transforma em bots humanos...
Deepfakes são o abstrato de ser composto por cordas e apelações...
No refúgio do desmatamento garimpeiros ficam ricos a custo da natureza sera seus filhos e netos terão um planeta.

Menos palavras na boca..
mais boca à boca..
menos insinuações. .
mais ações. .

Neymala é o primeiro camisa 10 da história do futebol que joga menos que o gandula! Passou a maior parte do tempo fora de campo!

⁠Guardei a saudade numa gaveta... Escondi lá no fundo da alma..
Que é pra ver se dói menos ou se não dói nada...
Que é pra ver se esqueço ou apenas aprendo conviver com essa dor que rasga...
Mas mesmo lá de dentro da gaveta... Ela judia, bate, lateja... Ela me invade... Me sufoca e me tortura todos os dias, todas as horas...
E mesmo que eu tente ser uma nova pessoa...
Ela vem me lembrar o tempo todo... Que nunca mais tudo vai ser como era antes...

O para sempre começa com você


Quando eu menos esperava,
quando menos eu procurava,
quanto mais eu me isolava,
perdido por aí… você apareceu.


Trocamos olhares recíprocos,
estávamos lado a lado;
busquei coragem no fundo da alma
e, entre as primeiras palavras,
você me fez sorrir.


Naquele instante tão breve,
havia alegria no ar.
As conversas se afinavam,
um sentimento nascia,
e nossos olhos insistiam em se encontrar.


E os dias vieram,
uma esperança nasceu;
eu ansiava te ver de novo…
e tudo aconteceu.


Nossos destinos se cruzaram,
antes distantes,
agora caminhando juntos.


Confiamos novas palavras,
novos sorrisos surgiram,
novos sentimentos floresceram —
como era bom estar com você.


O tempo foi fluindo
como água no curso do rio;
a cada momento,
mais unidos,
e sem perceber…
já éramos nós.


Do coração vieram as palavras,
declarei-me a ti;
e tão feliz eu fiquei
quando você disse sim.


Namoramos, casamos,
trocamos confidências,
selamos nossos votos de amor;
juramos eternidade.
Para sempre juntos —
já era certeza.
Você era minha,
e eu era seu.

Saudades dói demais, aperta o peito, embarga a voz quando a gente menos espera, ao falar de quem partiu para além do pôr do sol. A gente se consola dizendo que é apenas um até breve, mas quando a gente pensa no abraço que não pode dar, no alô que não vai ouvir, nos olhos que não brilham mais ao te ver, a serenidade dá lugar à ansiedade, e é aí que grita forte a saudade.

Eu queria, ao menos uma vez, conseguir dizer ou sentir pela última vez, alcançando a finitude dos sentir, que tanto se fala..


Mas os finais chegam aos dias.
Aqui dentro, não.


Aqui dentro, tudo continua.
Tudo ecoa.


Sempre me fecho para o mundo, mas aprendi que me fechar não significa curar.
Porque as feridas que carrego não cicatrizam; elas apenas aprendem a permanecer em silêncio.


Eu queria ser a pessoa que superou.
Aquela que transformou a dor em força, a ausência em aprendizado, a queda em caminho.


Talvez seja isso que os outros enxerguem quando olham para mim.


Mas aqui dentro, eu só falho.


Porque ainda sangra.
Porque ainda dói.


E é justamente essa dor que me faz questionar quem eu sou quando ninguém está olhando.
O que eu quero me tornar.
O que, de fato, significa felicidade para mim.


Às vezes me pergunto se estou procurando respostas ou apenas tentando encontrar um sentido para continuar.


Porque existem dores que não vão embora.
Elas apenas mudam de lugar dentro da gente.


E talvez a minha ainda esteja aqui,
ocupando espaços que eu não consigo alcançar, me lembrando todos os dias que algumas despedidas acontecem por fora,
mas nunca terminam por dentro.

andresamedlem

A Vida nas Cores que Escolhemos Enxergar
A vida nos mostra, pelo menos, duas cores: aquela que enxergamos através de nossas atitudes e emoções no dia a dia e aquela que os outros conseguem ver em nós. Na verdade, a vida tem as cores com que a pintamos. Nem sempre porque as escolhemos, mas, muitas vezes, porque é assim que a nossa alma consegue enxergá-las.
O peregrino-motorista tem o hábito de perguntar aos seus passageiros:
— Hoje, que cor você dá ao seu dia?
As respostas são as mais diversas. E, curiosamente, até mesmo as mais tristes acabam, por vezes, arrancando um sorriso:
— Estou só o pó da rabiola! — Tudo azul! — Hoje está tudo preto! — Céu de brigadeiro! — Está tudo claro! — Estou no vermelho! — Estou na lama! — Águas claras! — Hoje estou com todas as cores do arco-íris!
Cada resposta revela um estado de espírito. Afinal, todos nós, de alguma forma, carregamos uma paleta de cores dentro da alma. Existem dias em que tudo parece iluminado e outros em que as sombras insistem em ocupar mais espaço. Mas talvez seja justamente essa mistura de tons que torne cada história única.
Sabemos que depende muito de nós trazer o colorido de volta à nossa vida. Deus é como um grande arco-íris que nos oferece as cores, mas somos nós que, todos os dias, recebemos a oportunidade de pintar a nossa própria existência. Afinal, a vida é uma obra-prima em permanente construção, e cada atitude, cada escolha e cada sentimento deixa uma nova pincelada sobre a tela dos nossos dias.
A forma como enxergamos o mundo muda conforme nossas crenças, experiências e sentimentos. Às vezes, basta mudar o olhar para descobrir beleza até mesmo na simplicidade dos dias comuns. O peregrino escolhe, sempre que possível, os tons coloridos para a sua vida. Não porque desconheça os dias cinzentos, mas porque acredita que, mesmo depois da tempestade, sempre existe a possibilidade de surgir um novo arco-íris.
As cores são poéticas, reflexivas e carregadas de significados. Elas podem representar otimismo, coragem, esperança e o desejo de viver novas histórias. As cores da natureza, então, parecem possuir uma linguagem própria: o verde das matas acalma, o azul do céu inspira liberdade, o amarelo do sol aquece a alma e o vermelho das flores desperta sentimentos. E cada amanhecer nos oferece uma combinação de cores que nenhum artista conseguiria repetir exatamente da mesma maneira.
A natureza é generosa. Suas cores mexem com o nosso ânimo, com o bem-estar, com a esperança e com a alegria de continuar. Talvez por isso, quando estamos diante de uma montanha, de uma floresta, de um campo florido ou simplesmente observando o pôr do sol, sentimos que existe algo maior conversando silenciosamente com a nossa alma.
Um dos relatos mais conhecidos sobre as cores está na passagem do arco-íris de Noé, em Gênesis 9:13: O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.”

Talvez seja por isso que o arco-íris sempre nos desperte algo especial. Ele surge justamente depois da chuva, como se a própria natureza quisesse nos lembrar de que nenhuma tempestade dura para sempre. Depois das nuvens escuras, o céu pode voltar a se abrir e, muitas vezes, é justamente depois dos períodos mais difíceis que conseguimos enxergar novas cores em nossa caminhada.
São por esses e tantos outros motivos que o peregrino acredita que a natureza é uma verdadeira escola de harmonia. Suas cores presenteiam a nossa vida a cada momento e nos ensinam, silenciosamente, que existe beleza nas diferenças. **Onde há cor, há vida.** A cor é uma fonte inesgotável de beleza, e não há como negar: um mundo sem cores seria muito mais pobre, assim como uma vida sem sonhos, esperança e sentimentos.
E, ao terminar uma corrida, o peregrino costuma desejar aos seus passageiros:
— Que o seu dia tenha pelo menos uma das cores da natureza. E, se possível, que você encontre um arco-íris, mesmo que seja apenas dentro de você. Afinal, todas essas cores foram presentes de Deus.
Porque, no fim das contas, talvez viver seja exatamente isso: aprender a enxergar cores mesmo nos dias em que o mundo insiste em parecer cinza. E, quando não encontrarmos nenhuma cor ao nosso redor, que nunca nos falte coragem para buscar, dentro de nós mesmos, a tinta necessária para continuar pintando a vida.
Peregrino Nino Carneiro

"Cada pessoa que passa direto sem ao menos me olhar nos olhos deixa um rastro de frieza. No fim do dia, sento na calçada e como o meu trabalho, engolindo a seco o orgulho e a dor."

Firme seus pensamentos em algo que seja positivo, isto já é um degrau a menos para aquilo que pretendes realizar. Foco e fé, são
os próximos passos a serem seguidos até alcançar a meta prevista.

"Como você faz para me conquistar? Fale menos e aja mais. Atitudes convencem; palavras apenas prometem."

A imposição do uso da internet pelo governo federal para que os mais velhos e menos letrados para que acessem seus direitos constitucionais não é modernidade ou integração tecnológica e sim uma imoral exclusão, um escarne, um retrocesso a dignidade, uma forma de isolamento tecnológico e abandono. Se cada um deles, terá que depender de um mais jovem, um filho, sobrinho, afilhado ou neto, quando tem, para poder ensina los a mexer num computador ou smartphone para acessar seus direitos, é em si uma declaração publica que o sistema da inovação. falhou e desconstrói o mínimo de dignidade universal aos que viveram antes de nos.

Hoje humildemente sei que fui bem menos do que fui ontem e verdadeiramente sei que sou infinitamente menos hoje do que serei amanha.

"Em qualquer guerra nunca
existirá o vencedor, restará
o que perdeu menos e o
que perdeu mais"

As aparências podem enganar, menos o coração diante de Deus.

Políticos incorporados ao governo por amor ao dinheiro público são os que menos têm de amor a Deus e muito menos ao povo.

⁠Ninguém do outro mundo e, muito menos deste, consegue ressuscitar o espírito do morto para voltar à terra, senão Jesus pela Sua ressurreção, para chamar os Seus eleitos para morarem na eternidade com Deus.

⁠Ninguém quer saber de fofoca, maledicência ou acusações, a menos que, quando o seu nome corre solto na boca de outros ligados à sua jurisdição ou à sua família, há quem pergunte quem foi para saber os motivos, em vez de usar o verdadeiro domínio próprio para resolver a situação com paciência, discernimento e sabedoria, na hora mais apropriada da desdita propagação.