Vivendo em Sociedade
Nova Iorque, Paris e tantos outros lugares, simbolizam a estrutura mais que crescimento da sociedade, mas africanos mesmo com muita terra, não tem o que comer!
Precisamos combater, cerradamente, na escola, no lar, na sociedade, este preconceito erróneo e funesto de que viver é gozar. Acima do prazer, está o código do dever; acima do gozo, está a dignidade da honra; acima das sensações de prazer, estão os imperativos de consciência recta; fora do hedonismo, estão o dever conjugal, o direito dos filhos, o interesse nacional. Lutemos contra mais este entorpecente social, que é o inimigo da família e da pátria.
Não viva com padrões, regras e privações impostas pela sociedade...
Viva de acordo com suas regras.
Viva de acordo com o seu padrão.
Viva de acordo com o seu QUERER.
Viva de acordo com sua VONTADE.
Apenas viva a sua vida, não tente seguir nenhum padrão, eles foram feitos para que você se sinta preso, então LIBERTE-SE.
Não vivo para a sociedade, vivo para mim
pessoas não dormem, por querer ter um padrão que não podem torna-se escravos
Vamos fugir um pouco desse modelo de vida que a sociedade nos impõe talvez!
Que tal, ter a oportunidade de realizar-se em todos sentidos, mesmo que sejam coisas fora do comum?
A ideia é se sentir feliz com as coisas simples da vida. Só isso!
Mesmo que aparentemente, seja uma atitude idiota aos olhos do mundo.
A sociedade com seu egocentrismo,fazem as pessoas quererem ver umas as outras bem porem nunca melhor que elas, algumas ainda agem por desinteresse,mas a maioria sempre quer levar vantagem em tudo que fazem,e assim acaba sendo construído o mundo egoísta em que vivemos
...felizes são aqueles que já estiveram a margem da sociedade e souberam aproveitar essa oportunidade. Estar a margem sempre será uma forma de a sociedade te impor a necessidade de superação, pois se não existissem os preconceitos como existiriam as superações?
...triste fim daqueles que por ironia do destino ou medo de assumir o ambiente em que viveu, não souberam o sabor que é estar a margem social e se tornar o centro dela por via de seus próprios desafios, de sua própria força, forma e coragem...
A grande doença na sociedade contemporânea do século XX e XXI aparece quando fazemos contrariados o que não temos a menor vontade e empenho em fazer.
No tempo em que somos mulheres, medo é tão familiar para nós como ar. É o nosso elemento. Nós vivemos nele, nós inalamos ele, nós exalamos ele, e na maioria do tempo nós nem notamos isso. Ao invés de "Eu tenho medo", nós dizemos, "Eu não quero", ou "Eu não sei como", ou "Eu não posso".
Você não pode viver sua vida com medo. Você não faria nada. Se você quer fazer a diferença, faça a diferença.
Simplesmente não calar.
Há uma regra fundamental quando se vive como nós estamos a viver – em sociedade, porque somos uns animais gregários – que é simplesmente não calar. Não calar! Que isso possa custar em comunidades várias a perda de emprego ou más interpretações já o sabemos, mas também não estamos aqui para agradar a toda a gente. Primeiro, porque é impossível, e segundo, porque se a consciência nos diz que o caminho é este então sigamo-lo e quanto às consequências logo veremos.
Mas onde existe ainda esse homem da natureza que vive uma vida verdadeiramente humana; que não leva em consideração a opinião dos outros, e que se deixa levar pura e simplesmente pela por suas inclinações e sua razão, sem atentar para o que a sociedade e o público aprova ou censura? Procuramo-lo em vão entre nós. Em toda parte apenas um verniz de palavras; em toda parte apenas a ambição por uma felicidade que existe simplesmente na aparência. Ninguém se importa mais com a realidade; todos colocam a essência na aparência. Vivem como escravos e bufões de seu amor próprio. Não para viver, mas para fazer os outros acreditarem que eles vivem ". Rousseau, XVIII
Viver é entender as pessoas errado, entendê-las errado, errado e errado, para depois, reconsiderando tudo cuidadosamente, entender mais uma vez as pessoas errado. É assim que sabemos que continuamos vivos: estando errados.
As vezes tento me esforçar ao máximo para compreender como as pessoas são tão fortes em viverem em uma sociedade tão medíocre com pessoas oscilantes. Nunca farei parte deste mundo. Que minha vida seja Breve.
Sinto falta de jardins floridos...
É amargo viver onde as flores não florescem, onde a terra não é umedecida. Vejo muitas plantas de caules secos, as quais abafaram a luz para demonstrarem algo frio com vidas inativas.
Exteriorização se tornou raro, feita apenas por gigantes pensantes.
