Vivemos
Já vivemos um apocalipse zumbi; e os zumbis se alimentam da carne do medo, do ódio e do ego, para manter vivo suas vidas mortas.
Vivemos em uma sociedade onde as pessoas confundem humildade com humilhação, amor próprio com ego próprio, reciprocidade com interesse.
Vivemos apenas no presente, no agora. O futuro é uma ilusão, e o presente é a transformação contínua. Os dias se transformam dentro do agora. O amanhã não existe, porque o amanhã é, na verdade, o agora. Criamos datas para nos organizar, mas isso não reflete a realidade, porque o tempo, como o entendemos, não existe. O que existe é a transformação constante – do recém nascido ao idoso, passamos por mudanças contínuas. Nascemos depois da morte, e nascemos para morrer. A vida está sempre no presente, no agora. Por isso, só podemos viver o presente, pois o antes e o depois são apenas interpretações do que está acontecendo agora.
A maior prova de que o ontem e o amanhã não existem é o simples fato de que estamos aqui hoje.
Vivemos em um transe hipnótico induzido pela mentira; é preciso acordar do transe com o estalo do óbvio.
Vivemos em um mundo onde a maioria das pessoas vive um sono profundo, dorme de olhos fechados, dorme de olhos abertos; e nunca acorda para a realidade, pois a realidade é um despertador silenciado pela mentira.
"Feliz domingo! Que o dia de hoje seja um convite à gratidão por tudo o que vivemos em 2025 e um fôlego extra para os novos começos que se aproximam."
Seria eu o anormal?
O único que observa
que vivemos num mundo
totalmente desproporcional?
Não seria muita rede social
para pouca vida social?
Mas que mundo irracional!
Mas que sensacional!
A meritocracia tornou-se um ideal.
Isso é uma pura pressão mental e emocional.
Enquanto uns morrem de fome,
Outros esbanjam e desperdiçam bacalhau.
Mas que mundo desigual!
Vivemos num mundo extremamente irreal!
Vivemos em tempos de novas idéias, velhos conceitos rígidos e tradicionais deram lugar a relatividade e flexibilidade entre o valor financeiro e interesse de poder. Sendo assim, não existe lugar para o fanatismo religioso e muito menos para o fanatismo politico, aqueles que seguirem estas velhas escolas, serão aniquilados pelo próprio povo, acorrentados e humilhados, pelo pavor e pelo medo.
Vivemos num grande teatro, os que ainda não colocaram suas máscaras, estes sim estão atrasados pro espetáculo.
Vivemos num tempo onde nos arrependemos pelo que não fizemos no passado, planejamos constantemente o futuro e nos esquecemos de vive e desfrutar o hoje, o nosso presente.
Vivemos acorrentados ao que já sabemos. O dia em que você disser "Eu sei de tudo" é o dia em que você parou de viver, começou a estagnar.
A oração não deveria ser nosso plano de emergência desesperado, mas a maneira como vivemos no mundo. É o ato de respirar com um propósito que nos conecta ao ritmo de Deus, desfazendo a ilusão de que controlamos a vida. Ao nos ajoelharmos, não pedimos que Deus se curve, mas permitimos que nós, enfim, cheguemos perto Dele.
Vivemos momentos de teorias da conspiração ocorrendo quase que diariamente entre o judiciário e o legislativo brasileiro... Algumas delas são tão férteis quanto os solos encontrados no deserto do Saara!
Vivemos correndo para consertar coisas e cumprir prazos, mas muitas vezes vamos devagar demais quando se trata de ouvir, acolher e cuidar de gente. Sabemos resolver problemas com rapidez, porém hesitamos diante das dores humanas. No fim, o que realmente sustenta o mundo não é a pressa, mas o cuidado.
Vivemos respondendo ao externo: agenda, compromissos, expectativas, desempenho. E vamos nos adaptando. Ajustando. Compensando. Até que, em algum ponto, a alma pede presença e o corpo executa a interrupção. A vulnerabilidade não surge do nada. Ela é o ponto visível de um processo invisível.
