Vivemos

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O autocuidado e seus variados tópicos não são exageros, vivemos em uma época exaustiva, se cuidar, é mais que se amar. É um ato de sobrevivência meio ao caos, seja você sua paz!

Hoje pensei em você, sei que o quê vivemos não foi certo
"Ficar" com você foi errado, eu sei
Mas, foi tão bom te conhecer
Apesar de não ter sido correto, não me arrependo de nenhum segundo que estive em seus braços
Nunca tinha vivido uma aventura tão excitante na minha vida
Cada minuto que passei com você, me fez perceber que eu sou boa o suficiente
Que eu mereço estar com alguém
Nem acredito que o quê vivemos teve que chegar ao fim
As vezes, me pego pensando em você
Será que ainda pensa em mim?
Será que você ainda sente a minha falta?
Será que pensa em me procurar?
Será que algum dia a vida vai nos colocar no mesmo caminho?
Será que signifiquei algo pra você
Espero do fundo do meu coração, que eu tenha sido algo bom que você viveu
Espero que nunca me esqueça
Espero que nunca esqueça, como foi bom me beijar
Espero que nunca esqueça, como foi bom me ter em seus braços
Espero que nunca esqueça como foi fazer parte da minha vida
Espero que tenha boas lembranças, dos nossos momentos juntos
Espero que lembre de mim, com carinho e com saudades
Do mesmo jeito que eu lembro de você
Eu sinto sua falta sempre


26 de Dezembro de 2025

Não vivemos de passado, mas de presença.

Vivemos na busca de ser alguém maior,
mas ao vestir o que não somos, perdemos o valor.
Esquecemos do chamado, do plano do Criador,
e trocamos a essência por um falso esplendor.


Saul quis parecer rei aos olhos da multidão,
Davi foi escolhido no silêncio do coração.
José foi humilhado antes de governar,
o sonho não mentiu, só teve que esperar.


Jonas fugiu do propósito, tentou se esconder,
mas ninguém foge do plano que nasceu pra viver.
Pedro negou com medo, chorou na escuridão,
e foi restaurado pra ser pedra e fundação.


Deus não erra na forma que nos faz caminhar,
quem tenta ser outro acaba por se afastar.
Ser quem Ele sonhou é o verdadeiro saber:
não fomos criados pra parecer,
fomos chamados pra ser.

🤍🌿

Vivemos dias em que muitos se levantam em soberba, mentira e falsidade, tratando Deus como se Ele fosse pequeno ou dispensável. Há quem se ache maior que o Criador, como se a própria inteligência, poder ou maldade fossem suficientes para sustentar a vida. Mas de onde vem o ar que respiram? Quem mantém o fôlego em seus pulmões?

Quem somos nós para duvidar dos planos do Senhor, se até o fôlego que sustenta a nossa vida é presente d’Ele?
“Ele não é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse, pois Ele mesmo é quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.” Atos 17:25

Deus é absoluto. Não há força acima d’Ele, não há poder paralelo, não há caminho que escape ao Seu governo. A maldade pode se levantar, pode gritar, pode parecer avançar, mas ela nunca tem a última palavra. Nenhuma obra feita fora da vontade de Deus permanece.

Há quem tente bloquear destinos, interromper sonhos e manipular vidas por meio da maldade, da mentira e até de práticas espirituais contrárias à verdade. Mas todo joelho se dobra diante do Senhor. Toda tentativa que não procede d’Ele cai por terra. O que Deus abençoa, ninguém amaldiçoa.

Meus irmãos, nada acontece fora da soberana vontade de Deus. Não somos nós que sustentamos a nossa existência. É o Senhor quem governa, quem sustenta, quem determina o tempo, o caminho e o fim.

Quem se exalta será humilhado. Quem pensa que a maldade não tem fim se engana. Deus reina, Deus vê, Deus julga e Deus age. No tempo certo, Ele estabelece justiça.

Se até o ar que respiramos vem d’Ele, que ninguém se iluda achando que pode viver, agir ou destruir sem prestar contas. Deus é absoluto. E aquilo que vem d’Ele permanece para SEMPRE.

Por Geórgia Palermo 💐

A espera demonstra a razão pela qual estás vivo, sempre vivemos na espera.

⁠Vivemos entre o bem e o mal;
Entre o céu e a terra,
Entre a vida e a morte...
Mas você é quem escolhe o lado que quer ficar.

Pelo resto da vida fica esta frase na mente: vivemos para morrer, se não buscarmos uma solução para viver com propósito.

Vivemos
Entre o bem e o mal
A luz e a escuridão
Somos donos
Do nosso destino
e sujeitos
A convivência
Sadia ou doentia
Dos outros
Isso pode nos influenciar
A tomarmos decisões
Certas ou erradas
Mas não define o seu
Caráter.

⁠Vivemos em uma corda bamba de decisões, onde temos que ter o equilíbrio de saber lidar com a razão e a emoção...

⁠Vivemos em um mundo coletivo.
Ninguém consegue nada sozinho. Uma nítida prova disso é a felicidade, ninguém consegue ser feliz sozinho… Como vai explicar , mostrar que está feliz ,né! Embora não podemos contar para todos que estamos felizes, porém podemos contar para quem nos faz feliz!

Iza Lira

Somos Brevidades

Vivemos apenas uma vez.
E nesse único sopro de existência,
resta-nos provar da vida
a sutileza dos instantes mais nobres —
aqueles que, embora raros,
carregam em si uma eternidade condensada.

Mas tais instantes são breves.
E quando falo em brevidade,
é porque o ser humano nada mais é
do que um viajante de passagem.

Como um compasso invisível,
nosso coração marca o ritmo,
nossa alma vibra,
até que, um dia, a música silencie.

E de nossa curta travessia
sobre esta esfera que chamamos Terra,
não herdaremos riquezas,
não guardaremos posses.
Restarão apenas lembranças —
essas frágeis centelhas de eternidade.

Porém, quantas vezes as ignoramos?
Quantas vezes as deixamos adormecer,
cegos pela pressa,
surdos pelo ruído do mundo?

E, assim, distraídos,
nos perdemos no caos,
renunciando, ironicamente,
à face mais bela da existência.

Só então, diante do tarde demais,
lembramos daquilo que esquecemos.

Pois somos brevidades —
fagulhas efêmeras
em meio ao infinito universo.

Vivemos em uma sociedade que corre demais
e sente de menos.
Aprendemos a falar alto,
mas desaprendemos a escutar.
Compartilhamos opiniões,
mas raramente carregamos empatia.

A dor do outro virou estatística,
conteúdo que se consome e se esquece.
Sorrimos em fotos,
enquanto escondemos o cansaço
por trás de filtros e frases prontas.

Talvez o maior vazio do nosso tempo
não seja a solidão,
mas a falta de humanidade
em meio a tanta gente.

Se quiser, posso deixar o texto mais poético, mais crítico, ou mais esperançoso, mesmo mantendo o tom triste.

Os olhos daquele que eu insulto já não sei mais de que cor são (...) já não vivemos entre seres humanos, mas num mundo de silhuetas.

Albert Camus
Testemunha da liberdade (1948). In: Conferências e discursos. Rio de Janeiro: Record, 2023.

RISO E LÁGRIMAS
Kleber Ferreira


Minhas lágrimas falam de você
De tudo o que vivemos e do que eu perdi
Minhas lágrimas falam de nós dois
Do sonho que tivemos e de tudo o que eu vi
Minhas lágrimas falam do que eu senti


Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que minhas feridas vai fechar
Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que me ensine outra vez o que é amar


Minhas lágrimas gritam por você
Que insiste em não escutar
Minhas lágrimas gritam ao meu coração
Que insiste, por ti, se apaixonar
Minhas lágrimas caem por quem não quer me amar


Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que minhas feridas vai fechar
Mas meu sorriso vai falar de outro amor
De um que não me faça chorar
Meu sorriso vai falar de uma nova paixão
Que me ensine outra vez o que é amar


Minhas lágrimas caem por te amar
Meu sorriso aguarda você voltar

Vivemos em um circo,
e o show é de horror.

Vivemos em um país que ⁠a estupidez está na moda, a inteligência deu lugar ao superficial fútil e fácil de entender, e a educação se torna a cada dia mais rara!

A Vertigem da História e o Sussurro do Amanhã


Vivemos sob o despotismo do Agora, mas ele é um tirano feito de instabilidade. A História, que antes avançava a passos largos de eras e impérios, hoje corre em um galope tecnológico, medido em ciclos de software e manchetes. Esta é a velocidade da História: não uma linha, mas uma espiral que se comprime, obrigando-nos a processar o século em uma década, o ano em um mês. O passado não se afasta; ele se torna obsoleto com uma rapidez vertiginosa.
É dessa aceleração que nasce o espanto do tempo.
O espanto não é apenas a surpresa, mas a vertigem existencial de quem se sente estrangeiro na própria contemporaneidade. O que era firme e fundamental ontem — a estrutura de um mercado, o modo de uma comunicação, a certeza de uma fronteira — desmorona sem aviso. O espanto é o choque entre a brevidade da vida humana individual e a violência da transformação coletiva. Sentimos o futuro nos ultrapassando antes mesmo que tenhamos compreendido o presente. É a sensação de que o chão da realidade é feito de areia movediça.
Mas a História, apesar de sua pressa, não é totalmente cega. Ela deixa sinais pelo caminho.
O futuro não chega com trombetas, mas como um ruído discreto nas margens do presente. Os sinais estão nas tecnologias marginais, nas ideias políticas consideradas radicais, nas fraturas sociais que ainda parecem pequenas demais para importar. São os precursores, as tendências incipientes que, ignoradas hoje, serão a regra amanhã.
O futuro não é algo que virá, mas algo que já está aqui, encapsulado como potencialidade dentro das fissuras do nosso Agora. Ele se manifesta como o paradoxo: quanto mais acelerado o tempo, mais urgente se torna a nossa capacidade de pausar e escutar os sussurros do amanhã no meio do turbilhão.
A sabedoria, portanto, não está em tentar parar o galope, mas em desenvolver a lucidez para identificar esses sinais quietos. É aceitar o espanto do tempo, reconhecer o trânsito veloz, e ainda assim, encontrar a âncora no presente para ler os avisos que o futuro, por pura necessidade lógica, é obrigado a deixar para trás.



Vivemos em uma sociedade que influenciadores não são líderes.

⁠A vida só faz sentido quando vivemos cada novo dia.