Vivemos
Vivemos em tempos que a mentira reina e o engano prospera, pois lealdade e sinceridade quase não se vê.
Vivemos em tempos em que o ato da benevolência está sofrendo represália e o ato da maleficência está sendo prestigiado.
Temos a crença de que podemos experimentar novas experiências todos os dias, mas vivemos em constante releitura.
Quando estamos em desarmonia com outras pessoas, nós não vivemos um inferno, apenas fazemos o nosso modo de viver um inferno devido as nossas baixas vibrações.
"Jesus disse para amarmos uns aos outros, mas vivemos num mundo, onde o distanciamento é ordem natural, saindo daquele ensinamento deixado por nosso Mestre"
Sempre valerá a pena não somente sermos úteis, fieis e ainda por último digno da vida que vivemos e da recompensa que recebemos.
Vivemos em um tempo onde praticamente não se cultiva o cumprimento de regras e nem ... padrões saudáveis de conduta
embora o veneno do humanismo continue a ensurdecer a alguns nos tempos em que vivemos, a voz continua clamando no deserto e asseverando que: “O homem não é a medida de todas as coisas, não! - O antigo filósofo Protágoras se enganou redondamente”.
Vivemos em um tempo em que se percebe muitas honrarias sem mérito. Na realidade muitas destas são baratas e meras trocas de favores. Como diz o adágio: "Uma mão lava a outra", mas só que hoje em dia, com águas bem mais podres e fétidas.
O propósito da vida é amar. Nascemos fruto de uma paixão. Vivemos no mundo de histórias de amor, de romances proibidos e corações partidos.
Vivemos do nosso jeito mesmo: louco, bobo, doido e idiota, criando nossa própria história que não se sabe de onde brota, mas esse amor é grande. Gigante como um abraço e lindo como o pôr do sol. Engraçado como um palhaço e quente embaixo do lençol. O importante é ser feliz, com a pessoa que escolheu, amando um ao outro eternamente, seria seu apogeu
Era Geológica Atual
Segundo a arqueologia, no Brasil vivemos no período Bosolítico. Precisamente, na era do povo lascado.
O Esporrar Cultural
Nos eternizamos
Nas lembranças
Que temos
De emoções
Que vivemos
Muito simples
Se eternizar
Basta crer...
Enquanto viver!
Nós só vivemos o presente, mas, só existem 3 tipos de presentes, o presente do passado que se chama memória, o presente do presente que é a percepção do imediato e, o presente do futuro, que é a espera e expectativa.
Eu moro em mim mesmo. Não faz mal que o quarto seja pequeno. É bom, assim, tenho menos lugares para perder as minhas memórias.
Vivemos esperando um motivo para sermos felizes, quando na verdade a felicidade mora no agora. Ela está na risada inesperada, no vento fresco num dia quente, no abraço demorado. A felicidade é um instante que só existe para quem se permite sentir.
Vivemos na era das vidas filtradas, onde o que importa não é ser feliz, mas parecer feliz. A ilusão digital nos conecta ao mundo e, ironicamente, nos desconecta de nós mesmos.
Cumprimos nossas obrigações durante o dia, e a noite nos entregamos ao parque de diversões. Vivemos as experiências derradeiras e duradouras. Somos um anacronismo que sobrevive ao tempo. Afirmamos nossa estrada, confirmamos nossa história.
– Quando a Alma Clama em Silêncio
Vivemos em uma era de avanços extraordinários. A ciência rompe barreiras, a tecnologia encurta distâncias, e o acesso à informação nunca foi tão amplo. Estamos conectados com o mundo inteiro — mas, muitas vezes, desconectados de nós mesmos. E, sobretudo, distantes de Deus.
Buscamos curas para o corpo, soluções para os problemas externos, mas ignoramos as feridas silenciosas que sangram por dentro: as dores da alma. Aquelas que não aparecem em exames, mas que Deus vê com clareza absoluta.
Medo que paralisa. Ansiedade que rouba o fôlego. Insegurança que silencia os sonhos. Solidão que persiste mesmo em meio à multidão. O desejo de controle que revela, na verdade, o quanto nos sentimos pequenos e impotentes. Tristezas profundas, sem data, sem explicação, mas que pesam. E uma fé... trêmula, às vezes fraca, mas ainda viva — como uma chama que o Senhor não apaga, mesmo quando tudo dentro de nós parece ruir.
Esses sofrimentos silenciosos têm nome diante de Deus. Ele os conhece. Ele nos conhece. A Palavra diz: “Tu me sondas e me conheces” (Salmo 139.1). Antes mesmo de encontrarmos as palavras para descrever o que sentimos, Ele já está ali — presente, atento, compassivo.
Este livro é um chamado Quando a Alma grita. Um convite para voltarmos o olhar para dentro, não com julgamento ou medo, mas com coragem e fé. Não estamos sozinhos. Nunca estivemos. O Senhor caminha conosco no vale da sombra, recolhe nossas lágrimas e oferece descanso ao cansado.
Cada capítulo é uma oração, uma meditação, um espelho e uma janela. Não trará fórmulas prontas, mas apontará para aquele que é o Caminho. Que cada página seja como uma conversa com Deus — íntima, honesta, restauradora. Que aqui você encontre consolo, verdades que libertam e a certeza de que há esperança. Sempre há. Porque Jesus, o Médico da alma, ainda cura corações quebrantados.
E talvez o primeiro passo para a cura seja este: reconhecer que, mesmo ferido, você ainda é profundamente amado.
