Vivemos
Vivemos em tempos onde os valores parecem se inverter, e a humanidade enfrenta uma profunda crise espiritual, talvez a mais intensa já testemunhada. Há um vazio crescente, e virtudes como compaixão, amor ao próximo e desenvolvimento interior estão se perdendo rapidamente. Em um mundo cada vez mais focado no culto ao material, Deus foi deixado de lado, e o dinheiro ocupa o centro, guiando a humanidade por um caminho de autodestruição.
Ao afastar-se de Deus e de Cristo, a humanidade abre espaço para influências negativas que nos afastam ainda mais do verdadeiro propósito. Quem não cultiva o amor e o respeito por todas as criações de Deus, quem vive para si mesmo e para o efêmero, perde a chance de conhecer a verdadeira essência de Deus. Neste contexto de superficialidade, somente o resgate da fé e a busca pela compaixão podem nos devolver ao caminho espiritual e à paz verdadeira.
Vivemos tempos estranhos. Loucos. De cabeça pra baixo.
Parece até que a humanidade mergulhou num caldeirão romano cheio de chumbo — como aquele das tubulações de Roma antiga, que dizem ter deixado os imperadores insanos. E com razão: basta olhar ao redor.
Trocaram o Coliseu pelas telas do celular.
O sangue virou entretenimento digital.
A crueldade, agora, vem com emojis.
Antes, Odete Roitman causava repulsa. Hoje, é idolatrada.
A perversidade virou lacre.
E agora? Extremistas indicam Trump ao Prêmio Nobel da Paz.
Sim, senhoras e senhores:
Tem gente comendo cocô às colheres.
De prata.
Com guardanapo no colo.
O mundo está doente.
A burrice empoderada virou doutrina.
A maldade virou opinião.
E o povo?
Continua batendo palma pra maluco dançar.
📢 É hora de acordar.
Ou vão pedir sobremesa?
✍️ Nereu Alves
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle das nossas vidas sem emoção e sem valor.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle das nossas vidas sem emoção.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle das nossas vidas.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado e perdemos o controle.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar o que é certo ou errado.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente sem se importar.
Apenas vivemos um dia após o outro impiedosamente.
Apenas vivemos um dia após o outro.
Apenas vivemos.
Apenas...
"vivemos sem tempo, deixando tudo pra amanhã, mas amanhã abre ar de cedo, logo, pela manhã já pode ser tarde".
O significado da palavra "Mundo" é relativo!
Vivemos no mesmo Mundo, porem, em mundos distintos, o meu mundo não é o seu mundo.
Quando estamos juntos, transformamos o mundo em nosso, quando estamos sozinhos o mundo se transforma em solidão.
A maldade existe e de certa forma dentro deste mundo atual que vivemos, onde ter, ter cada vez mais mesmo sem saber pra que, só pelo insano capricho idiota de ter e cada vez menos ser.Afinal se ser e se ter é altamente perigoso em uma sociedade onde quase tudo está a venda desde que produza riquezas suficientes para podermos comprar novos maleáveis princípios, ética, estéticas, verdades, amorosidades, falsos amigos e sentimentos, Mas infeliz de todo aquele que é atropelado pela veloz maldade. Sim ela é audaz e veloz como é próprio de todas as coisas traiçoeiras que vivem rodeadas da morte, das dores, das perdas e dos infinitos sofrimentos. Só um pedido perene a fazer,se não possível evitar, ofertamos tudo que for de material, humilha se, chora se, imploramos pela própria vida e a não dor, roga se a vida a não parcela de uma sobrevida vegetativa rodeada de sofrimentos familiares..... mas se nada disto for possível que a maldade passe por infelicidade em nossas vidas o mais rápido possível e não deixe em nos por caridade nem uma centelha de ajuste de contas ou de vingança.Antes de qualquer tentativa de cicatrização das chagas e das feridas da maldade, o nosso primeiro passo tem que ser o perdão.Perdão insano frente as leis e façanhas do homem, perdão aos agentes da maldade, a si próprio e a todas às vítimas que a tormenta acometeu.É sabido desde a antiguidade que quem vinga é feliz por um minuto mas quem perdoa volta a viver feliz na eternidade.
Vivemos em um tempo de uma grave crise ética, educacional e moral mundial onde é bem mais importante ter do que ser para conquistar consequentemente o que gostaríamos de possuir um dia.
Hoje na contemporaneidade vivemos a contra- mão da evolução racional, emocional e espiritual pois a vida na realidade é mil vezes mais violenta, trágica e assustadora que qualquer ficção.
Esse negocio de achar que a arte e a pintura contemporânea é isto ou aquilo....já era, pois vivemos em tempos de respeito as diferenças desde que não atinga o direito do que existe e do outro. O pseudo-artista que ainda não percebeu isto, não vive a arte hoje em dia e ainda vive soterrado no passado.
Vivemos em uma triste época da cultura da criação com uma amarga cor, pouca luz e um calor minuano como o atrofiado movimento artificial de muitos pintores entre o não dialogar quase inaudível de poucos artistas e o nosso tempo.
Vivemos em uma sociedade acelerada e transparente, sendo assim a notoriedade pela bondade e pelas virtudes e o esquecimento pelos vícios e egoísmos, já se tornam claro e objetivo, diante de todos, desde dos primeiros verdadeiros ou manipuladores movimentos.
O que é foi, a um instante, o que será adiante, ainda não nos pertence. Vivemos sim oblíquos no vácuo infinito do intermediário.
Assim como foi no passado, pelos ditos doutores da igreja, hoje vivemos num período de Inquisição Politica, pelos doutores da democracia, tão unilateral e assustador como antes, onde serão vitimados muitos inocentes.
Quebra de toda e qualquer "tradicionalidade". Hoje vivemos tempos difíceis, órfãos, de ideais e ideologias, destes que conseguiram ocupar todo o território continental brasileiro. Sinto saudades da arrogância e das bravatas de caserna dos velhos militares, que em nome da liberdade se colocavam a frente de tudo, sem temor.
Triste momento planetário que vivemos, onde os ignorantes e perversos tem certezas e os cultos e generosos de alma, duvidas se lutar vale a pena.
De maneira épica, não tão sútil, e teatral, vivemos intensamente os dias de nossa vida. E nessa dramaturgia, somos incumbidos a ser coadjuvantes de uma história que não é escrita por nós, mas rabiscada, diariamente na esperança de trazer sentido a esse papel.
"Vivemos em um mundo de diversidades ,de todas as cores e preferências ,portanto aprenda conviver em paz com as pessoas, seja concordando ou as entendendo ,agindo assim sua vida se tornará mais leve ,feliz e prazerosa "
