Vivemos
A falta de conhecimento as vezes chega a ser um privilégio, mais o momento que vivemos nesse século, não dar mais pra não saber, temos que ter o mínimo de informações em nossas mãos para que possamos sobreviver em tempos de crise.
PauloRockCesar
Vivemos em um mundo controverso e isso nos torna vulnerável, mas e daí? Sejamos ousados e vamos viver essa vida LOUCA, mas no coração a certeza que vive-la é divina, linda e maravilhosa. E quando tornar-se dura e triste, lute para que ela se torne a sua diva. Lute sempre e quando precisar resista, mas se caso não consiga na primeira tentativa, então persista uma, duas ou quantas vezes precisar! Nós seres humanos errantes temos sede de riqueza, então, sejamos ricos, sejamos donos de nossas vidas e de nossos sorrisos. Essa é a única riqueza que importa! Sejamos bons filhos, excelentes pais e tenhamos amigos e que esses sejam nossos amigos também. E se ontem você viveu e hoje você vive, amanhã queira existir no coração de cada um deles!
Vida Louca
Vivemos num mundo controverso, o que nos torna vulneráveis. Mas e daí? Sejamos ousados e abracemos essa vida louca. No íntimo, sabemos que vivê-la é divino, lindo e maravilhoso. Quando se tornar dura e triste, lute para transformá-la em sua própria diva. Persista sempre, mesmo que seja necessário tentar uma, duas ou quantas vezes forem precisas! Nós, seres humanos errantes, ansiamos por riqueza. Sejamos, então, ricos em possuir nossas vidas e nossos sorrisos. Essa é a única riqueza que realmente importa! Sejamos bons filhos, excelentes pais e tenhamos amigos verdadeiros, que sejam nossos amigos também. E se ontem você viveu e hoje você vive, amanhã deseje existir no coração de cada um deles!
Pensando aqui e cada vez mais, concluo que vivemos apenas no presente. Tudo gira em torno dele. O passado já foi presente, o presente é o agora, é o hoje, e o futuro será o presente daqueles que lá estiverem. Portanto, devemos focar no hoje, em nosso presente, para que, no futuro, o presente esteja presente e possamos viver plenamente.
Nós sabemos que nosso amor é proibido, que vivemos em mundos diferentes, em realidades que não se encontram. Sabemos que nossos caminhos nunca deveriam ter se cruzado, que nossa história deveria ter se mantido invisível, sem passado, sem futuro.
Mas o amor não escolhe caminhos fáceis. Ele não se importa com as convenções sociais, com as regras ou com os padrões estabelecidos. Ele simplesmente acontece, sem pedir permissão ou explicação.
E assim é o nosso amor. Ele é intenso, ardente, impossível de ser contido. Ele surge como um fogo que queima em nossas almas, nos impulsiona a ultrapassar todas as barreiras e vencer todos os obstáculos.
Nós sabemos que seremos julgados, condenados, que teremos que lutar contra os outros e contra nós mesmos. Mas a paixão nos cega, nos faz ignorar tudo que não seja esse sentimento que parece eterno.
Será que esse amor é uma condenação perpétua ou um destino traçado pelas estrelas? Não sabemos. Só podemos nos entregar completamente a esse sentimento que nos une, que nos transforma, que nos faz sentir vivos.
Nosso amor é proibido, mas é verdadeiro. É o combustível que move nossos corações, que nos impulsiona a sermos tudo que podemos ser. E assim seguiremos, lado a lado, enfrentando todos os desafios, amando apesar de tudo, até o fim dos nossos dias.
Vivemos a vida em passos apressados, carregando no peito heranças que nem sempre reconhecemos — marcas invisíveis de gerações passadas, hábitos, crenças, medos e desejos que se perpetuam em silêncio. A cada dia, repetimos padrões, trilhamos caminhos que muitas vezes não escolhemos de forma consciente. Alimentamos egos e vaidades, como se fossem combustíveis indispensáveis, quando na verdade são apenas máscaras que nos afastam da essência.
Estamos, quase sempre, adormecidos dentro de nós mesmos. Agimos, reagimos, buscamos... mas buscamos o quê? Reconhecimento? Controle? Segurança? Esquecemos que a única realidade que temos é o agora. Não o que passou, nem o que ainda não chegou. A vida acontece no instante presente — sutil, frágil, mas real.
Refletir sobre a vida é, antes de tudo, um chamado ao despertar. É perceber que existe beleza no simples, no silêncio, no abraço, no olhar sincero. É se libertar, pouco a pouco, das ilusões que nos impedem de viver com leveza e verdade. Quando deixamos de lado o ruído do ego, começamos a escutar a voz da alma — e ela nos convida a viver o que realmente importa: o amor, a presença, o instante.
Vida é a que vivemos, a que queremos viver, ela sempre nos propõe escolhas, eu faço a minha você a sua...
Ok?!
Neste mundo somos marinheiros,
vivemos todos no mesmo barco,
no mesmo oceano e sempre em
busca de um porto seguro...
—
“Vivemos uma sociedade do cansaço, sobretudo, cansaços de si mesmo. A casa do descansar e repousar é também uma casa espiritual, uma casa interior. Um espaço contemplativo, uma sintonia com o dono da casa”.
A violência cresce cada vez mais, evoluímos com ela também; hoje vivemos, racionalmente ou não, a cumplicidade desse mal.
Vivemos num mundo de cão, onde as acções dos homens são levadas a cabo em função daquilo que eles esperam de volta. O humanismo foi literalmente capturado pelo materialismo, nas relações pessoais e principalmente nas instituições públicas.
Vivemos em uma sociedade que nos pressiona para sermos o que não somos. Mas, com o passar do tempo nos acostumamos a agir para buscar afirmação, independente daquilo que o nosso coração acusa constantemente: dor, angústia, tristeza...
Se fôssemos sinceros com tudo que vivemos, perceberíamos que as maiores angústias são vividas no seio da família.
Muitas coisas fazemos obrigados diante das dificuldades que vivemos e o pior, temos a convicção que fomos nós que permitimos que muitas coisas contribuíssem para tais dificuldades.
No mundo em que vivemos, estar em primeiro lugar nas paradas de sucesso. Não significa nem de longe, ter a melhor voz, as melhores letras, melodias ou ainda ser a figura mais bonita do meio artístico.
