Vivemos
O amor é muito mais profundo do que a humanidade é capaz de entender, a era em que vivemos aborda sobre os amores do nada, que me perdoe essa geração, mas novamente os amores tem sim raiz profunda, tudo o que não for fundamentalmente semeado, não dará certo, nenhum relacionamento sobrevive as aparências de duas almas que não se complementam.
Vivemos em um mundo em que numa ditadura jovens que nunca tiveram direito a nada lutam contra a extrema opressão na tentativa de terem suas liberdades.
No mesmo mundo, jovens que tem tudo, inclusive suas liberdades, lutam defendendo as ditaduras que os consumirão.
Vivemos tão ocupados com o que somos, que não nos sobra tempo para nos tornarmos aquilo que podemos ser.
Ate onde a mente humana, pode chegar,
Vivemos em um mundo, onde viver virou propriedade, nenhum bem que possui ,irá te resguardar ,o único tesouro que temos é o fôlego de vida , que Deus nos deu, mesmo diante de lutas , e desafios da vida, somente o amor,restaura o ódio, a prática do bem ,pode curar está doença espiritual, a maldade cresceu, o mau está presente, mesmo assim faça o bem sempre, e Deus te abençoara publicamente.
Vivemos uma falsa esperança de recompensa pós-vida, permitindo a proliferação da mediocridade e da contemplação da própria desgraça justificada por um futuro incerto e eterno.
Nós não vivemos de passado, futuro, vivemos agora e agora é a hora certa da gratidão, perdão, dizer tudo que não foi dito, fazer o máximo pelo próximo e amar intensamente cada segundo, porque é horrível o eu podia da mente.
Os cães vivem pouco ou nós, humanos, vivemos muito?
Apesar de viverem em média menos de um quinto do tempo que nós vivemos, o tempo de vida dos cães é suficiente para eles demonstrarem todo o seu amor pelos seus donos, o que eles fazem desde que nascem; enquanto nós, ainda que vivêssemos mil anos, nunca seríamos capazes de amar outra pessoa como os cães nos amam.
Vivemos em uma sociedade que ter estilo próprio é aterrorizante e copiar outras pessoas é louvável.
Vivemos hoje num tempo aonde a ciência, tecnologia e muitas outras coisas evoluíram de uma forma extraordinária. Mas o ser humano a cada nova conquista e evolução, regride em seus pensamentos, suas razões e no que acha ser certo, na maneira de querer obrigar as pessoas aceitarem sua visão do que acredita.
O que adianta evoluir em coisas que usamos diariamente, se não aprendemos a lidar e respeitar, com o não aceito ou não concordo de outras pessoas. Mostrando que apesar de estarmos vivendo em uma época avançada, nos permitimos ser escravizados mentalmente por não ter opinião própria ou simplesmente pelo fato de ser rejeitado ou ignorado por não aceitar o que outros acreditam ser o seu certo.
Ricardo Baeta.
Vivemos um tempo em que a verdade machuca mais do que a ofensa, e o discernimento é colocado no banco dos réus como um tipo de julgamento de valor. Oh hipócritas, não sabeis que a verdade consiste em um dos principais fundamentos do amor, dessa forma, como amaremos sendo meros representantes de um teatro de mentiras, com o fim único de bajularmos uns aos outros!
Vivemos tempos difíceis,
Onde todos querem
receber amor
Mas estão muito ocupados
Para oferecer atenção.
Vivemos em uma corrida frenética contra o tempo e contra a competitividade, o que provoca grande instabilidade emocional. A continuar assim, caminharemos para uma identidade sem valores éticos como já se constata nas instâncias de poder, no trabalho, no exército, na família, na escola e nos partidos políticos. O presente está carregado de medos e de tensões que tiram o sentimento de liberdade.
O ar que brota em nossas almas são parte do ciclo que vivemos.
Para tais desejos a imortalidade parece um passo na imensidão.
Em alguns momentos bons.. sonhos são um caminho de espinhos.
