Vivemos
Vivemos uma caso de calamidade pública mental.
Tanto que alguns conceitos estão igual a produtos de prateleira, perdendo suas validades.
Cada um vive com ou sem cicatrizes... Mas a vida é uma somatória de tudo o que vivemos e o que sonhamos.
Somos seres existenciais, mas também somos seres espirituais. Vivemos em um mundo de causas e efeitos, mas também em um mundo de graça e fé. Precisamos reconhecer nossa realidade, mas também precisamos transcender nossa realidade. Precisamos crescer em consciência, mas também precisamos crescer em graça. Precisamos assumir nossa responsabilidade, mas também precisamos confiar em nossa esperança. Precisamos viver em Cristo, o alfa e o ômega de nossa fé.
Vida
Vivemos em uma montanha russa constante onde os sentimentos são os causadores das adrenalina que nosso corpo recebe mas viver vai bem além disso. Tenho orgulhos dos meus cabelos brancos representam experiência, conhecimento mostra o quanto já vivi quantos problemas já resolvi.
Por isso acredito que vivemos num mundo de loucos, pessoas que acham que a normalidade é um efeito benéfico de seguir um caminho padrão, com começo, meio e fim, sem nenhuma novidade, sem muitas expectativas, apenas no instinto de sobrevivência.
”Vivemos em uma liberdade relativa onde você faz o que eles querem ou é quem você é.
E quando sair pra rua é bom tomar cuidado pois a mira da maldade deles pode te acertar, pode te matar!”
Nosso cotidiano é moldado pelas realidades que vivemos e pelas experiências que acumulamos. Para alcançar nossos sonhos, é preciso ter um pensamento avançado e ser capaz de enfrentar os desafios com motivação e determinação. É através dessas habilidades que conseguimos transformar os obstáculos em oportunidades e trilhar caminhos que nos levam mais perto de nossos objetivos. Não importa o quão difícil possa parecer, a chave para realizar nossos sonhos está em nunca desistir e persistir, mesmo diante das adversidades que se apresentarem no caminho. Afinal, é na superação dos desafios que encontramos o verdadeiro significado da realização pessoal."
"Vivemos em decadência, pessoas agindo como verdadeiros idiotas, que alegam sofrerem preconceitos por não seguirem o padrão."
Dos detalhes é que vivemos... Somos instantes e, como instantes, passaremos...
...então, nos entreguemos à agridoce experiência do viver!
De certa forma o que passamos nessa vida é Reflexo daquilo que vivemos um dia, de alguma forma precisamos nos curar das mazelas da vida, daquilo que fizemos a nós mesmos, as enfermidades vem na verdade para purificar nossa alma para que possamos evoluir de alguma forma só que nós não entendemos.
A vida é um labirinto sem sentido, sem saída e sem fim.
Onde vivemos experiências, passamos por desafios e saímos a qualquer momento quando aprendemos o caminho físico, mental e espiritual.
Quem não perdoar não será perdoado, Quem perdoa não será abençoado, asim vivemos no erro a espera do perdão vivendo um círculo infinita vezes por espera de um perdão liberte se viva a vida alma perde liberdade..
Vivemos em uma sociedade extremista, você não pode ser da ciência e da espiritualidade, você só pode ser da esquerda ou da direita, você não pode ser másculo e gay, você não pode ser homem afeminado... O equilíbrio, o meio termo é invalidado porque nossa cultura não permite a liberdade. Ela marginaliza aqueles que não querem lutar essa guerra inútil de pertencimento, como se um lado ou outro fosse de fato um lado certo.
Quando as pessoas resistem às mudanças, se esquecem de que a forma como vivemos hoje foi inventada no passado e também sofreu resistência.
Os seres humanos acham que são grandes e poderosos, mas se esquecem que nós vivemos em um pequeno planeta de terra e água, dentro de um pequeno sistema solar, que fica dentro de uma gigantesca galáxia e que por sua vez é irmã de outras 199 bilhões de outras galáxias.
Como se define riqueza e pobreza vai além do valor das casas em que vivemos. A verdadeira riqueza não é medida apenas em termos materiais, mas pelo significado que atribuímos à vida, pelas experiências, relacionamentos e propósito que cultivamos. Viver em casas caras não necessariamente nos torna ricos, pois a verdadeira riqueza reside na nossa jornada interior, nas conexões genuínas e na satisfação pessoal.
Que mundo é esse, em que vivemos?!
Quando saímos de casa, nesta grande metrópole, tentamos andar sem medo, mas o fato é que no dia a dia, onde quer que moremos, o surpreendente pode acontecer; ao caminharmos por uma rua ou avenida temos que ligar nossos sentidos de alerta: o perigo nos espreita a todo instante, em cada esquina. Desde o amanhecer, a qualquer hora do dia ou da noite podemos cruzar com um bandido! Eles, querem nosso celular, nosso carro, nosso dinheiro. E para isso, são inescrupulosos. Não basta tomarem o bem material, muitas vezes querem também às nossas vidas.
Se estamos andando a pé, de bicicleta, ou de carro, não importa! Eles atacam quando menos se espera, eles estão misturados com os cidadãos de bem, e não há como diferenciá-los. A princípio somos todos iguais, não é mesmo! Então, não dá para separá-los pela aparência, e saber quem é do bem e quem é do mal!
Num repente! Numa próxima esquina, um motoqueiro pode aparecer, disfarçado de entregador e nos dá voz de assalto: Perdeu! Ele diz: “passa o celular e a carteira”, aí entregamos tudo a ele, e rezamos para não levar um tiro.
Se estamos de carro, eles também nos espreita, e ao pararmos, seja no farol, ou na porta de nossas casas, a história se repete:
Perdeu! Dê-nos as chaves! E neste caso, podem nos levar no chamado “sequestro relâmpago” e só nos soltam depois de esvaziar nossas contas - com nossos cartões e senha, arrancados sobre torturas – e só aí, bem assustados, conseguimos respirar a liberdade, então, agradecemos a Deus por ficarmos com nossas vidas.
Que cidade é essa, que onde nenhum lugar é seguro: nos quatro cantos dela: de manhã, a tarde ou a noite, o perigo nos espreita em cada esquina.
Somos prisioneiros do medo em nossas casas, porque do lado de fora há sempre um bandido a nos espreitar, e se o encontro for inevitável pode ser fatal.
Que mundo é esse em que vivemos?!
