Vivemos
Vivemos a era da fragmentação compreende-se a noção do todo. É preciso reaprender a viver o Todo e não apenas uma pequena parte.
" O que levamos da vida afinal.!!
Nada do que adquirimos, apenas o que vivemos, um coração cheio de emoções e que levamos caminhando na esperança de um amanhã melhor!!
Mas e se o amanhã não chegar!!
Bom, então, suavize-mos a intensidade da vida, e deixe-mos ficar para depois tudo o que não nos acrescenta felicidade.
A vida é tão curta, faz o bem, ama intensamente, vê a vida de forma positiva, ajuda, faz o que te dá prazer, tem sonhos, e melhor ainda, realiza-os, pratica a gentileza, cuida de quem realmente amas, abraça quem queres ver bem, e vive a vida a cada momento em toda a sua intensidade.
Isso é viver, e acredita, a vida sempre retribui à altura, quando menos esperas...
Tudo porque, dias maus também chegam ao fim... "
Miguel De Campos
Viver e dar valor.
Nesta situação que vivemos, temos que dar valor a cada segundo que passa junto aqueles que amamos, quando temos oportunidade valorizar ao máximo!
A vida é um sopro e as vezes damos valor a coisas que não são importantes e deixamos de lado o que realmente interessa, não porque não amamos e sim pela falta de organização e descuido.
Vamos parar pra pensar e não deixar de lado uma coisa tão simples e muito importante;
Viver.
Vivemos em constante conflito entre estabilidade e liberdade, desejos divididos sem solução definida.
Vivemos tempos de sombras densas, onde o silêncio se faz refúgio e a palavra, um risco. A polarização ergue muros invisíveis, transformando o espaço comum num campo minado, onde cada sílaba pode desencadear tempestades. A liberdade de dizer torna-se miragem, ofuscada pela luz cortante da ofensa fácil.
Já não se pode abrir a boca sem que o ar se torne pesado, sem que as palavras sejam distorcidas, mal entendidas, censuradas. O diálogo, esse fio frágil que nos liga, estica-se até quase romper, ameaçado pela intolerância travestida de zelo. A palavra "tolerância" soa como uma piada amarga, dissipada no vento.
Onde antes floresciam debates, agora restam trincheiras. Cada opinião, uma bandeira; cada silêncio, uma suspeita. O medo de falar cala, sufoca, e a liberdade de expressão definha, encurralada pela vigilância implacável da hipersensibilidade. Escolhem-se as vias do ódio e da vitimização, em vez do entendimento.
A revolução necessária não brotará dos campos férteis; precisa de um terreno mais árido, onde as mentalidades sejam forçadas a mudar. Promessas de liberdade, por vezes, tornam-se prisões de benevolência, incapazes de curar as feridas que se agravam nas sombras do ressentimento.
No entanto, é preciso lembrar: a verdadeira mudança exige sacrifícios além das escolhas fáceis. É preciso confrontar a feiura que evitamos, a dureza das verdades que recusamos. Precisamos de uma revolução de mentalidades, um despertar que não virá sem dor, sem ruptura.
Nas fissuras da polarização, o ódio e a vitimização germinam, sufocando a esperança. Mas talvez, nas ruínas do diálogo, possamos encontrar a semente de uma nova compreensão, forjada no fogo da necessidade.
A liberdade, essa ave ferida, não alçará voo sem luta. E nós, perdidos entre sombras, devemos decidir: permanecer na escuridão confortável ou enfrentar a revolução que os tempos exigem.
Ingenuidade é achar que podemos fazer do mundo que vivemos um paraíso, quando o sistema com seu distanciamento social, já o transformou num verdadeiro inferno e fez de outros pensando que não são, uns diabos e demônios malandro perturbado, por causa de um maldito dinheiro.
Vivemos em uma sociedade esquizofrênica onde as amizades e os amores líquidos são descartáveis, porém, em meio a essa fluidez, persevera incessantemente a busca pela autenticidade e pela conexão verdadeira, como faróis que guiam nossos corações na escuridão das relações efêmeras.
A vida é feita de encontros e despedidas. Nesses intervalos desejamos os reencontros e vivemos com a esperança que enquanto houver vida haverá oportunidade. Então não é um adeus, é um até logo, com a certeza que sempre estará presente no meu coração.
Vivemos em uma geração,
Que só conhecem os frutos e as flores,
No supermercado e floriculturas,
Não sabem o que é cultivar,
Para saborear o néctar dos frutos,
Nem o perfume das flores,
É por isso que temos pessoas imediatistas,
Que esperam colher sem plantar,
Desejam conforto, amor, atenção, etc...
Sem cultivar nada,
Geração que se frusta por qualquer coisa,
Que nunca se dedicou para conseguir,
Que culpam os outros pela sua própria inércia
Se seu desejo é receber coisas boas,
Desenvolva, crie, plante, cultive...
Lembre-se a vida é um eco
Ela devolve tudo aquilo que você emitiu.
Pense nisso
