Viva a Vida como se Fosse a Ultima
**noite de chuva**
Numa noite de chuva, Clara e Rafael se encontraram pela última vez no pequeno café que costumavam frequentar. A relação deles, que antes fora cheia de amor e sonhos, havia se transformado em algo doloroso, quase irreconhecível. Eles já não eram mais os mesmos, e as palavras que antes expressavam carinho agora traziam mágoa.
Enquanto Clara olhava para a chuva pela janela, sentiu como se cada gota pesada fosse um reflexo do que seu coração guardava. Era como se, com o passar do tempo, todo o amor tivesse se transformado em um tipo de “chuva ácida”, consumindo o que restava deles, deixando marcas que nem o tempo poderia apagar facilmente. Rafael, por sua vez, fitava a mesa em silêncio, tentando encontrar palavras, mas sentindo que qualquer tentativa soaria vazia.
Por um momento, a chuva pareceu aliviar e o céu se abriu brevemente. Clara respirou fundo e, mesmo com o peso da dor, disse a Rafael que, apesar de tudo, acreditava que aquele momento não precisava ser um fim amargo. Eles poderiam deixar ali, junto àquela chuva, as lembranças boas e a gratidão pelos anos que dividiram, mesmo que o futuro fosse incerto.
Despediram-se sem raiva, mas com uma tristeza que fazia parte do processo de deixar algo importante para trás. Clara e Rafael saíram do café, cada um seguindo um caminho oposto, mas com uma nova perspectiva de recomeço. Sabiam que o fim de algo bonito não apagava o que viveram; era apenas uma transformação. A chuva havia passado, e cada um tinha uma jornada nova para trilhar, com as marcas da história que compartilharam e a esperança de renascer, de alguma forma, após a tempestade.
Evangehlista Araujjo O criador de histórias
Ainda há esperança?
Ahhh esperança!
Ainda estás aí?
Disseram: “é última que morre”
Agora olho pra esgoto e vejo que é pra lá que escorre.
Quase por fim de acabar, quase sem acreditar.
Cadê tu esperança?
Realmente tudo o que eu queria era ser inocente como uma criança,
ser adulto todo dia, como cansa!
Mas sim, conte-me,
ainda tens esperança?
Este é o caminho - siga-O. Isaías 30:21.
É tempo de redobrar atenção à última chamada, com destino ao Livre Arbítrio; com parada no aeroporto da Vontade e as suas conexões. Voos sujeitas à turbulências.Mas contamos com os cuidados e a proteção do Pai - que já pagou por nós, todos os custos, de alto preço!
A ÚLTIMA GOTA
A última gota
faz o copo transbordar.
Mas não é a última gota
que faz o copo transbordar.
São todas as anteriores,
que fizeram a sua parte
para a saturação do copo.
Tudo o que é preciso
para gerar o caos
é uma minúscula gota,
aquela última gota
que faz transbordar o copo,
que faz esvaziar a vida,
que faz apagar a chama.
(Guilherme Mossini Mendel)
"As pessoas dizem que desisto fácil demais.
Então, a partir de hoje,
e pela última vez, desisto.
De tentar provar que eles podem não estar certos."
Quando foi a última vez permitiu-se parar, respirar, olhar e ver o que acontece todo dia de maneira tão única e bela?
Não são os segundos
Minutos, nem a última hora,
Que ditam o que fomos
Ou o que somos, agora.
É esse exato momento
Esse instante
Que nos deve encantar.
Enigma a se decifrar?
Seremos sempre seu refém
Quer estejamos mal
Quer estejamos bem.
Em última análise, a base de quase tudo que pensamos, em seu cerne, é teológica. Acho que você vê isso muito claramente na questão do humanismo: a ideia de que os humanos têm um valor particular é fundada em uma ideia teológica. Tentativas de sustentar essa ideia sem a teologia que historicamente a sustentou parecem ser totalmente falsas e fadadas ao fracasso.
Os cristãos do segundo século se encontravam em uma posição abençoada. Foram à última geração de cristãos que pôde conhecer pessoalmente aquilo que fora transmitido da era apostólica. Quando falavam sobre a fé histórica, estavam se referindo àquilo que haviam ouvido em pessoa dos apóstolos ou de “homens fiéis” treinados por estes.
Última ceia
Daniel Salvador Hernández Martínez: isso não é missa , mas um culto de ceia. Que por acaso foi a última ceia, ou comer a Páscoa Hebraica.
PARA MEU AMOR RENATO!
Me lembro da última mensagem em 2014. Da sua despedida.
Chorei tanto a sua partida.
Revisitar seu facebook era o que eu mais fazia.
Tentei tapar o buraco que você deixou.
Mas isso não era o que o meu coração queria.
Ele ansiava em te encontrar, em se salvar.
Os anos foram passando e a dor da despedida se acostumando.
Foram 10 anos te amando em silêncio, afinal é impossível apagar da memória o primeiro amor.
Estamos mais velhos, amadurecemos e Deus cruzou nossos caminhos novamente.
Eu não imaginava que isso aconteceria.
Você é tudo que esperei, você é tudo que sonhei.
Te ver, faz meu coração sorrir
Te beijar faz meu mundo parar.
Te abraçar, é como um abrigo.
Casa comigo?
. Você já parou para pensar que sua última morada é a mesma das pessoas a quem você julga ser superior? Já parou para pensar que somos todos iguais perante Deus?
faz muito tempo que não vinha aqui. Desde a última postagem muita coisa mudou dentro de mim. Hoje estou sozinha novamente. Tive que colocar um fim num amor que estava me sufocando, preferi seguir sozinha do que ficar num relacionamento tóxico. Sofri muito e fato, adoeci , adiquiri uma tristeza dentro de mim, confesso que foi um Amor diferente de tudo que vivi. Foi marcante mas deixou feridas que aos poucos estão sendo curadas. Aprendi a nao confiar mais e seguir minha vida.
MLG❤️
O último abraço, a última risada, a última conversa. A gente nunca sabe quando um momento se tornará uma despedida, e talvez seja isso que torne a saudade tão intensa. Ela é o rastro do que foi bonito demais para ser esquecido.
Onde a Natureza termina, aí começa a Arte do Homem, pois a matéria última da Natureza é a matéria primeira do homem.
Poema: "O Início da Última Temporada"
Autor: Diego Fernandes @devoidvessel
fisicamente fraco, mentalmente fragilizado.
em completa desesperança me encontro.
sinto como se estivesse no início da última e trágica temporada de uma ficção barata.
o drama, sempre exagerado, já transborda.
o medo, tento ignorar, finjo não existir.
me divirto, faço tudo o que eu quero, e como quero,
não me envergonho de meu hedonismo barato,
pois, ao escolher meu último dia, quero olhar para trás,
e romantizar tudo que vivi: todos os prazeres e gargalhadas,
todas as desgraças e derrotas,
cada lágrima derramada,
e concluir, então,
que se tudo foi em vão,
ao menos tive uma grande história,
daquelas que ninguém vai contar.
A noite é uma criança…
Quando foi a última vez que você convidou a "sua" criança para brincar? Não falo do filho, sobrinho ou afilhado. Refiro-me àquela centelha dentro de você, a criança que um dia correu descalça pelos campos da imaginação.
A vida adulta, com suas regras, convenções e o peso da opinião alheia nos afasta da essência do ser. Esquecemos de simplesmente existir, de sentir a alegria pura que pulsava em nossos corações infantis. Mas hoje, algo mágico aconteceu.
De repente, sem aviso, a criança que habita em mim me chamou para brincar. E sem pensar em nada, simplesmente dei as mãos à ela e fui. Abandonei as amarras do relógio, as preocupações que pesavam como pedras, e me entreguei à leveza da infância.
Comi doce, sem pensar no amanhã, aquele turbilhão de açúcar entrando na minha corrente sanguínea, que despertou não apenas as células do meu corpo, mas também a alma adormecida. Cada pedacinho de felicidade era uma rebelião contra a rotina da alimentação saudável, do comportamento socialmente aceitável. Um grito de liberdade.
Quanta rebeldia! Pensei eu, com aquele sorrisinho maroto de criança traquina estampado na cara.
Infelizmente a hora de ir embora chegou. Fui para o carro, a chuva chegou. Um convite irresistível. Vamos esperar a chuva passar ou vamos encarar? Segui o conselho de Lulu: vamos nos permitir! Com minhas amigas, transformei a rua em um palco de memórias, onde as gotas frias lavavam as mágoas e reacendiam a chama da alegria.
A água escorria pelo meu rosto, senti a textura do chão molhado sob meus pés, o cheiro da liberdade invadindo meus pulmões. Por um instante, o tempo parou, e eu voltei a ser aquela criança que não temia a água, não se importava se ia encharcar a roupa, se ia molhar os cabelos, e o mais legal de tudo: eu apenas vivi o momento.
A felicidade era como uma bolha de sabão, leve e fugaz, que explodia em risadas no ar. Descobri que a alegria não precisa de grandes planos, ela se esconde nos detalhes, nos momentos simples que a vida adulta nos impede de ver.
A minha criança precisou ir dormir. A vida adulta me chama de volta, com seus boletos e compromissos. Amanhã Colocarei meu salto, vestirei a armadura da responsabilidade e sairei para “vencer” a vida.
Mas Prometi à minha criança interior que a visitaria novamente, que não a deixaria esquecida em algum canto da memória. E sei que ela estará lá, esperando, com um sorriso travesso um convite para brincar.
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