Violência
vindo de geração em geração, a violência, o descaso
tudo isso fica gravado na memória daquele que não teve um afago
só pedras nas costas, direitos tomados
presos, mortos, calados
o show tem que continuar, é A lei da vida
mas quem é que vai se salvar no meio de tanta maldade envolvida
no olhar de quem não quer resolver o problema, só quer eliminar
bang bang bang, mais uma mãe a chorar
golpe é nossa marca de nascença
cordialidade é folclore
nossa tradição sempre foi de violência
e revide
à-mão-armada-insurgência
que paz não traz justiça
quando a toga cheira a carniça.
Pra que tanta violência por nada? Se partimos sem nada.
Nada nos leva a nada, Pois na vida não sabemos de nada.
A educação nos dá o poder e liberta da escravidão. O poder de questionar, não usar a violência e a liberdade através do conhecimento.
Um amor tão lindo e puro que desencoraja o desrespeito, o ódio e a violência, você encontra plenamente em Jesus, o Cristo. E eu posso dizer com convicção que o contrário disso, não é sobre Jesus e nem sobre o evangelho.
A situação da violência no Rio de Janeiro não tem causa e nem solução únicas; a criminalidade e o descaso social não nasceram de um dia para o outro; a meu sentir, a criação de um Código Penal específico para o enfrentamento da criminalidade no Rio de Janeiro, talvez fosse um reforço juntamente com outras medidas de políticas públicas; tipificar por exemplo, como crime hediondo a conduta de domínio de territórios por parte das milícias é medida que se impõe; a obrigatória inserção no RDD dos integrantes das milícias e do crime organizado; a construção de um presídio federal para recolher unicamente os criminosos das organizações criminosas do estado; a presença efetiva do Estado do Rio de Janeiro, na educação, saúde, lazer, assistência social, nas comunidades do estado; tudo isso, com respaldo numa Lei Complementar autorizando essas medidas, com base no artigo 22, parágrafo único da Constituição da República de 1988.
“Quebrar o ciclo da violência de gênero começa com a coragem de falar, a determinação de agir e a unidade para mudar.”
Violência gera violência. Eu sei, todo mundo sabe, mas pensar nela é tão agradável, às vezes.
A criança normalmente não suporta lidar com as dores que ela passa, quer seja abandono, violência ou negligência, entre outras. Então ela guarda no fundo do armário chamado inconsciente. É na vida adulta que essas dores começam a ecoar mais fortemente.
Controlar as reações de violência é sinônimo de civilidade. Controlar as reações de tristeza é sinônimo de violência.
O que causa violência, é a ignorância. Uma rejeição pelo bem, belo e justo. É um desejo de sobrepor a minha "verdade" sobre a sua. É não permitir que o outro exerça o livre arbítrio.
A violência física e moral é o instrumento dos fracos desprovidos de argumentos e oratória e que não sabem usar a retórica e que optam por atos covardes principalmente quando investidos em importantes cargos públicos, ou riquezas e abusam do poder usando a violência ou judicializando para calar seus críticos e tudo tem consequências e colhemos o que plantamos.
Água estilhaçando as vidraçarias, invadiram o quarto com extrema violência, inundando nossos corpos, na missão de afogar-nos. Neste momento, notei que não importa quanto dinheiro tenhamos nos bolsos, eles não se tornarão botes. E não importa a falta deles, não nos deixam mais leve.
Não podemos nos deixar intimidar por aqueles que tentam, no grito ou na violência, silenciar pessoas ou bloquear a luta social. Nós vamos seguir lutando.
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