Versos de Solidão
conhece meu coração?
tem certeza?
nos momentos que tanto sonhei...
em estar com você,
senti meu coração sangrar,
uma musica de fundo alimentava
que senti passou com loucura,
em emoções que povoam a escuridão,
tudo pode ser um bom instante...
acha que estou bem,
quando estou triste meus olhos estão mortos,
as luzes se apagaram....
me desculpe se sempre te amei...
estou paralisado por mais este momento,
mais alguns pesadelos...
aonde estão meus sentimentos
a lua está linda cheia de virtudes
que abandonei na loucura de um jogo,
tudo te satisfez, mentiras que iludem
lembra se que sempre amei,
está bem.
estou insano por te amar.
Minha dor é externa e interna!
Ela consome minha alma por dentro...
Consome minha carne por fora...
Destrói todo o meu mundo que criei para não ser machucada...
-Que dor é esse que te machuca?
-Essa dor é a depressão e a ansiedade!
A noite a insônia vem e de dia a escuridão se torna meu quarto...
Querida e amada solidão não me deixe perecer ainda quero viver!
_Tomate verdes fritos_
_Tristeza que aclama...
_Ar que morreu,
_Ligação de outro mundo,
_Passado que se abriu...
_Num espelho de um momento...
_Passagem que se dilui...
_Abraço, pois bem te amei,
_Um beijo que nunca esqueci.
_Lugares, que amo estar com você.
Celso Roberto Nadilo
estou perdido
em suas emoções...
rostos que me deixam insano...
a proposito esperei te ver,
mais esqueci que não te conheço,
lembra se que ainda não acordei,
preciso beber um gole de café,
veja que o dia está lindo,
desculpe o romantismo,
seja mais cruel com esta melodia,
beba me e me morda...
Sua alma está marca de protestos,
Mentiras que parecem verdades,
Quando acordar será tarde...
Contradições numa fase será fim...
sentimento num soneto,
resplendor no amor,
luz do luar,
em algum lugar esqueci,
segredos da madrugada,
voz do meu alto ego,
algoz de minha alma,
misericórdia que abraçou
na loucura de seus lábios.
seu perfume me encanta,
mentira tenho vontade...
de matar,
a lua esta cheia meu sangue ferve,
mais um abuso, não tenho paciência,
diria que sou louco pois senti vontade de te ver,
alguns beijos ainda te vejo como anjo,
todos olham para seu corpo,
tantos sonhos perversos,
insanidade no extremo da alma...
não tenho uma alma para perder,
está no seu quarto sozinha,
te vejo sussurrar na escuridão,
seus lábios tremem
e seu coração está acelerado...
seu corpo se arrepia a cada linha lida...
mais uma crise e estou com sede,
vozes encanam na mente...
remédios não me controlam mais,
mais uma sessão de abstinência...
seu olhar atravessa o vazio...
Me sinto só,
geralmente isso é bom,
é bom.
Me sinto livre,
geralmente isso é bom,
é bom.
Me sinto amado,
geralmente isso é bom,
é bom.
Me sinto solitário,
geralmente isso é bom,
é bom.
Me sinto completo,
geralmente isso é bom,
é bom.
Me sinto vivo,
geralmente isso é bom,
geralmente.
atroz dilema,
frio que na alma agoniza,
por mais um instante,
por este resquício
tão insinuante,
bravamente o ador do silencio,
sendo o primeiro algoz,
seresteiro de muitos sonhos,
fazes mero prisioneiro,
distante no querer,
na soma do desejo,
que vive a espreita
deste sentido sendo primeiro beijo.
mero desejo que se uni para sempre puro amor,
sussurro da meia noite submundo,
de muitos desejo o abro eterno,
que se debruça diante o antro de perdição,
esperando o melhor desta existência...
No vão que se deu...
(Múcio Bruck)
A madrugada trazia, silenciosa
Um ar frio, brilho estelar e forte desejo
Sua ausência, um vão infindo e dolente
O afã de um beijo, um abraço esperado
Machucava o querer e produzia lágrimas
O amor se negava a partir, se findar
Incomodava a vida decidida e ferida
A madrugada trazia lembranças
Torturava o penar, já sem voz
Quieto, acomodado na aceitação
Flor sem cor, pétala da solidão
Hoje não escrevo sobre nada,
nem amor,
nem paixão, muito menos
mulheres.
Ainda que não escrevo hoje,
escrevi ontem
e provavelmente escreverei,
amanhã.
Se ele chegar.
Sempre chega,
de algum modo ou de outro
ele virá.
Talvez não pra mim,
mas pra você
que estás a ler,
meu poema de hoje.
plastico,
a morte vem de uma vida longa,
a vida que retirada do óleo negro
que corrompe o sentimento mais puro.
Latinha de refrigerante,
prestigio num lance
que se afoga num instante,
mais sede e desejo arde...
no gosto do metal
infectando o corpo e a alma..
enlatado em um comprimido
o restante torna se o fundo...
um beijo e um sonho que passou.
Se mundo vai terminar
vamos dançar...
estou louco...
para te ver dançar...
vamos nos divertir
na divergência deste mundo.
podemos fazer o tempo
parar por um instante...
vamos nos beijar...
pode até ser fim
vamos deixar como esta...
o fogo queima nossas emoções,
compreenda tudo é um sonho...
sinto muito meu coração...
te amo provavelmente
estive em muitos lugares
achei que era noite,
está muito que quente
sentiu seu corpo,
olhando no espelho
espero te ver...
bem segredos que intoxicam,
em instantes...
crie um momento que exclui
acordei no meio da noite
esperei ter tantos sentimentos
momentos abandonados...
lamentos levados...
esperanças voltadas
tristeza sem explicação...
