Versos de Abelha
Eu te amo,uau,como eu te amo,
assim como o sol ama a lua,e a abelha
ama o mel eu te amo,mas assim como eles
também se separam,este também será meu papél,pois embora eu te ame,vocênão me ama,mas como eles eu também sempre te amarei eternamente,pois continuaremos a olhar para o mesmo céu,
mesmo seguindo caminhos diferentes.
Aerodinamicamente o corpo de uma abelha não é feito para voar; o bom é que a abelha não sabe ".
Isso é o que todos nós podemos fazer, voar e prevalecer em cada instante diante de qualquer dificuldade e diante de qualquer circunstância apesar do que disserem.
Sejamos abelhas, não importa o tamanho das nossas asas, erguemos voo e desfrutaremos do pólen da vida.
O que eu sei é tão pouco
Que às vezes me sinto
Criança crescendo
Formiga perdida
Abelha sem rainha
O que eu sei é tão pouco
Que muito me perco
E nunca me encontro
E o que eu achava saber
Hoje sei que só acho
O Ciúmes da Abelha
Ohh abelha!!!!
Por que tanto ciúmes???
Não tem motivos para isso...
Abelha ciumenta não produz mel!!!
E não tendo mel,
Quem ira adoçar a boca do poeta???
O brilho da lua não tem sabor...
Os versos da poetisa também não...
Hoje quem coloca doçura em meus versos
É o sabor e o aroma do mel...
Mel que a abelha zangada não produz...
Confesso que adorei o gesto de ciúmes da abelha...
Mas não precisa isso, pois hoje me encanto com
o sabor e o aroma do mel...
Bzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Viva a abelha se desemburrou...
Que venha o sabor de mel...
O sorvete cor de mel
Não é igual a abelha
Que produz o mel
Que é verdadeira igual
O dourado
Do mel
[...]
Fica a reflexão...
Triste ver uma abelha sofrendo a98
Nas esquinas da vida com fome
Suplicando: plantem flores!
Avisa nosso vazio abdome
Nós estamos passando horrores
A falta de alimento nos consome
Não ignorem nossas dores
Se continuar assim, a gente some
Da Terra, `sábios´ doutores!
A vida se revela no intervalo sutil
entre o pouso da abelha
em uma flor e outra...
colhe de uma,
oferece à outra,
e nesse ciclo de polinização ...
a natureza nos ensina
que a beleza e a força da vida
estão em dar, em receber
e em compartilhar...
✍©️@MiriamDaCosta
De uma maneira obviamente despretensiosa, como sempre, uma pequena abelha encantadora faz a coleta do pólen na essência de uma bela flor amarela
atenta, entretanto, não se importa tanto com o que está acontecendo a sua volta, bastante responsável, segue muito empenhada no exercer do seu labor diário
Comprometimento exemplar, talvez, invejável, numa demonstração inconsciente de racionalidade e sensatez, mostrando a Sabedoria de Deus e sua profundez.
Mesmo quando diz que a poesia não faz mais parte da sua vida
Ou quando contesta a lógica das abelhas
e se despede com beijo no rosto
Eu ainda a desejo
Ainda a desejo como aquela primeira manhã
Quando seu corpo se afastou do meu pela primeira vez
até a noite chegar….
És o verde da esperança, o amarelo do sol
o sorriso de criança e o canto do rouxinol
da abelha é o mel, do pássaro o canto
das estrelas o brilho, do luar o encanto.
Da canção és um verso, da letra o refrão
do passado a lembrança, do presente a solidão,
do futuro a incerteza, do agora não sei não.
Se tudo isso é você quem sou, doce ilusão ?
Uma flor
Um beija-flor
Com doce perfume
Beija-flor
Vizinha abelha
Visita flor em flor
Beija-flor abelha
Sugando cada gota
Néctar pólen doce mel
Bela como flor
Ou como abelha
Mel é seu nome
Seu nome é Mel.
Sorriso suave
Tendo em vista a agressividade
Tendo em vista a veracidade.
Uma estrela no luar
Uma mulher que só vejo
Mas jamais poderei tocar.
Ela é muito doce para mim
Ou sou muito amargo para ela.
Não sou eu quem vai decidir
Mas vai ser você
Decisão difícil
pois se recusar, jamais poderei te beijar.
Não faça isso pela emoção
Mas pelo seu coração
Pois prefiro a solidão
Do que um amor de ilusão.
A vida é um beija-flor que beija a flor do tempo.
A vida é uma abelha que bebe o mel do tempo.
A vida é uma borboleta que se transforma com o tempo.
E ainda que a vida, nalgumas vezes, seja um purgante para o tempo,
é remédio necessário que cura o tempo da vida.
Areia
Quero adormecer numa rosa,
abraçada numa abelha.
Quero escrever poesia, cansei de prosa.
Já desfiz a viscosa teia.
Meu corpo é minúsculo.
Tenho mãos preenchidas por grãos
de pólen e vazias de pulso,
por isso o busco nessa composição.
Meu corpo é grão de areia,
sou aquele farelo numa praia cheia
que compõe a vista feia
onde as ondas do mar se baseiam.
Adentro a onda sonora,
este é o Agora dum Outrora
que se faz eterno na caminhada
amarela ácida e docemente azulada.
