Como o poeta, que escreve a eternidade, entre o sonho e a realidade, sobre as nuvens do amor, paz e tranquilidade encontrará as estrelas num sopro renovador...
Não haverá disfarce que dure muito tempo, que possa ocultar um verdadeiro amor, se esse amor existir como também se não houver amor e este apenas for simulado...
Quanto mais preenchermos de amor a esfera da autodeterminação humana, mais próximos estaremos da verdadeira liberdade, livres do caos do nosso próprio egoísmo.
Quando aprendemos que a semente do amor é aquela que devemos plantar por toda a existência independente do solo ou da estação encontramos o caminho da felicidade.