Versos de amor: poemas curtos para aquecer o coração
O amor a distância é muito ruim. A saudade piorou, mas digo: Sempre irá acontecer, acredite, mas não chore por isso, todas as pessoas terão isso na vida.
O meu amor não vai acabar , nem o tempo pode mudar o que eu sinto não tem tempo não tem valor , simplismente dei meu coração pra você cuidar, não pode machucar, não tente me enganar , o amor não é sofrer o amor foi feito para amar !
para ser feliz tenho que tá o mais perto de você o amor a distância não completa o coração mais eu te juro minha eterna paixão que nunca te deixara em vão
muitas gente fala que o nosso amor nunca vai da certo mais provaremos a eles que o amor que é forte nunca vai se abalar eles pode fazer mandinga que não vai pega que só jesus pode nos separar
O mundo está perdido porque o amor só acontece quando nos é conveniente, obrigado ou quando mexe com nosso orgulho.
Somos sonho, fantasia, poesia, amor, e desejo, nesse fogo que se acende com o roçar dos nossos corpos.
Era você. Era amor. Era para ser, acontecer e quase aconteceu, mas como todos os outros, era apenas mais um sonho, um delírio, um desejo reprimido e não passou de uma noite de amor. Ainda lembro de ontem, na ânsia de viver o amanhã, mas o hoje, o agora, esse momento entre nós inexiste.
Viva todos os amores, ou aquele amor. Seja o que quiser, mas seja o que deseja. Caminhe, corra, voe, mas não se perca dos seus sonhos. Mude, pinte, borde, transforme, viva suas metamorfoses, mas não deixe que sua essência se perca, nem a doçura presente lá no fundo se dissolva.
Daí, durante muito tempo passei a desejar como vício o amor, embriagada estou; decorrente a este vício, que se chama amor!
O reggae me tirou da maldade do mundo com suas letras cheias de amor e respeito as coisas do criador ...
Dói arrumar as malas e ver o amor que jurava sentir, abrir a porta e sair cabisbaixo, te olhando com uma cara não muito boa. E você sabe que ele não vai voltar. Como tantas outras coisas, ele veio, bagunçou, agitou, fez festa e arrumou a bagunça. Ficou quente, morno e por fim, ficou frio. Tão frio que não sentiu-se covarde de ir embora, sozinho.
