Verso com o Tema te quero
Juntei cada peça, escrevi cada verso, trilhei sem ter nenhuma pressa, e construí o meu universo...
eu sempre soube quem estaria lá,
Isso tudo pode ser uma anomalia temporal, estou falando do presente olhando pro passado e construindo o meu futuro
Dona do meu coração.
A cada manhã, um verso
Em momentos de inspiração
Tú és a minha musa
Dona do meu coração.
No meu universo reverso
Te fiz um verso do avesso
Que Comecei pelo fim
E terminei no começo
Só Pra fingir que eu nem me lembro
Mas pra dizer que não te esqueço
Nesse universo complexo
De versos que nunca foram ditos
Tu és o verso mais bonito
E no momento propício
Fiz esse verso ,adverso
Que não revela o remetente
Mas que tem destinatário certo
Pra te encontrar no fim
Eu tive que me perder no começo
Eu encontrei você em mim
Mas já nem me reconheço
Ainda sinto você aqui
mesmo virado do avesso
Não sei onde começou o fim
Mas era pra ser infinito
O escritor busca em cada verso uma oportunidade de carinho, a vontade de colocar em cada palavra um alento, ou uma solução para os problemas de quem lê. E, timidamente vai debulhando palavras, que são capazes de tocar você.
Falha no verso
Não serei tão
severa quanto Pessoa,
não falhei em tudo,
falhei algumas vezes,
talvez, momentos cruciais,
sabe-se lá!
Falha ou acerto?
Falhei tentando acertar,
falhei no excesso de amar,
impulso de minha alma cigana
movida pela emoção.
Quando falha um coração?
Deitada, inerte,
apenas o barulho,
controle da ansiedade...
somos nada enfim,
entregue à tênue linha
dor, alegria...
É bem isso,
nada é meu,
nada é de ninguém.
Falhei no verso e
quem sabe, destruí a estrofe?
Nada é meu,
nada é nosso,
afundam-se navios,
paraízam-se destroços,
pois nada é meu,
nada é nosso.
Existe a falha?
A vida é viver
e viver é ousar
no fio da navalha?
Ou esperar para que nada
dê errado... nem certo,
e o tempo encalha?
Entonce me disse
que agisse porque
que a mesmisse talha.
Um só passo é palha,
mas com outros
vira fornalha
no caminhar
que o valha.
(Taciana Valença/Beto Matos)
Nada feito
Lá se foi um verso inteiro
e eu não disse coisa alguma
Esse aqui já é o terceiro
e a rima mal se arruma
desperdiço meu tinteiro
escrevendo, assim, ligeiro
antes que a palavra suma
MEU PRIMEIRO VERSO
O meu primeiro verso, versado
De uma ilusão nascida, da vida
De um sentimento enamorado
Sentido, tido, vivido e suspirado
De prosa tão simples, escoada
De um acaso puro e encantado
Tecendo uma quimera dourada
E significado ao poeta ofertado
Foi lhano o verso, alvo, inocente
Porém, o agrado simplesmente
Num repente de amor e vontade
E, este primeiro versar, versado
O guardo inesquecido e amado
N’alma, imbuído na eternidade...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 março, 2022, 11’04” – Araguari, MG
#Último_Verso
Saudades daquele abraço
Nós dois colados
Distraídos contando estrelas
Que acabamos perdendo de vista a lua
Se eu pudesse recuar o tempo
Faria de mim um cego
Para nunca te ver partir
Ou simplesmente faria de mim um surdo
Que assim jamais escutava o seu adeus
Saudades daquele beijo
Nós dois respirando boca a boca
Concetrados naquele momento
Que nos distraímos com as declarações de amor
Se fosse possível recuar o tempo
Nem recuava, O ontem se passou
Que o livro ficou sem páginas
MauroDarg Pensador
Tudo nessa terra eu gosto
terra do meu povo amado
todo verso que eu posto
é de um cabra apaixonado
por isso sempre resposto
que o nordeste eu aposto
que é um lugar abençoado.
EM VERSO E PROSA CANÇÃO DE EVAN DO CARMO
Quando você olhou pra mim
Eu vi o fim da solidão
Estava só, na minha vida,
Alma ferida, sem opção.
Você chegou ‘assim,
Toda dengosa!
Falou de amor pra mim
Em verso e em prosa'aaa...aaaaaaa
Vivo cantando pela casa
Virei poeta e até pintor,
Faço poemas, faço aquarelas
Vejo o horizonte cheio se amor.
Evan do carmo
Verso criminoso.
Sou pássaro voador
Quando um verso poético me machuca
Vou em busca de uma cura
Em seu ombro
Tenho o remédio que tanto preciso
Ah! Se não fosse ele
Voaria sem rumo para outro lugar
E o verso criminoso
Me perseguiria até que eu não mais te encontrar.......
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
eu poeto
ele poema
poesia sem ledor:
é verso sem gema
é poeta sem amor.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Amor de primavera
Somos rimas do verso
Duas almas a navegar
A sintonia que conectam
Entre luzes a cintilar
Põe asas no silêncio
Calmaria no tormento
Fogo no meu coração
E sonhos no pensamento
É capaz de ser o poema
Ser o sol no meu inverno
Ser a lua no meu oceano
Ser a fuga do meu deserto
Um amor de primavera
Supera cada estação
Sabe bem cuidar da terra
Semeia sol no meu coração
Por mais que eu perca as pétalas
Minha raíz contínua no chão
E cada vez que me olha com carinho
Faz desabrochar meu coração
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 29/07/2021 às 23:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Ves e Efes
Vida fadiga
Vacila fluxo
Voz frágil
Vazia fonte
Vaidosa flor
Verso fugaz
Velha ferida
Vão feitiço
Vulgar fusão
Veloz fogo
Vulcão fêmea
Viril fúria
Visceral fera
Vicio frívolo
Valente fútil
Vulcão finito
(Bia Pardini)
Pouco me importa
Se desalenta ou exorta,
Tudo pouco importa,
Se os ventos vêm ou vão
Se versos de amores os são
Se é de bronze o sino
Ou se é de metal
Se deslinda o assassino
Em paz nesse natal
Se é de mim que se fala
Se o perfume pouco exala
Se veneno ou remédio
Descalço eu caminho
Encontro meu ninho
Assim cura o meu tédio.
O poeta criou o verso pois sabia que em dado momento a vida ficaria sem rima.
by Elmo Writter Oliver I
