Verdade
Espero um dia quem sabe
Que os sonhos se tornem realidade
E que as aquarelas em euforia
Mudem toda a realidade
Para há que desejo em verdade!
Se espalharam boatos contra você, com certeza são seus INIMIGOS, mas se aqueles que você tinha certeza que eram seus amigos se afastaram de você, pode ter certeza que não eram seus amigos!!!
AMIGO de verdade segura o tranco, te defende, te apoia, enfrenta tudo por você!!!
Enquanto alguns escolhem o seu lado neste cabo de guerra político, o povo rói a corda pra não morrer de fome.
A verdade liberta e por isso há de se contemplar a verdade na vida, afinal a mentira atrapalha o crescimento e cria desconfiança nos outros e uma falsa imagem de nós mesmos, por isso seja verdadeiro sempre!
QUEM SOU EU?
Eu olho e não consigo me ver,
eu vejo e não consigo me olhar,
porque o que sou não é o que mostro ser,
não é o que quero que os façam acreditar.
Eu digo o que me dizem,
sem querer entender,
o que resolvo divulgar, apenas pelo prazer
de poder impressionar.
Eu acredito no que me fazem acreditar,
mesmo sem duvidar,
pois o que importa questionar,
se o que eu quero apenas é participar?
Eu absorvo as verdades que chegam,
por meio da minha tela ocular,
pois ela é a janela do mundo,
que me faz enxergar.
Afinal, quem eu sou?
Sou o o homem digital do mundo moderno,
que se apresenta na formal idealizada,
formatada dentro uma realidade fragmentada,
onde nem mesmo eu sei quem sou.
O revolucionário de verdade
é aquele que faz de sua vida
um caminho de luta,
onde suas ações estão pautadas
na satisfação de seus desejos,
os quais estão restritos,
à satisfação dos desejos de todos.
Onde o "Eu" inexiste,
diante da necessidade do todo.
Qual a importância existente
numa imagem que construo
na mera necessidade de mostrar
o que não sou?
Se o meu espelho mostra o que eu realmente sou,
se a verdade falseada não consegue
transformar-me, de verdade, no que não sou
e eu nunca serei o que digo que sou.
A psicogênese da pandemia
Aconteceu da noite para o dia
nos pegou de surpresa
estávamos despreparados
tivemos que nos adaptar
com desgastes a suportar.
O isolamento social
que a pandemia nos impôs
foi a forma compulsória
que ela propôs
de recompormos valores esquecidos
e repensarmos as nossas atuais
concepções de valores vitais.
Tivemos que passar a questionar:
O que verdadeiramente importa?
qual o valor de dançar, de amar, de se importar?
Hoje estamos diferentes
dizem que nunca mais
seremos iguais,
mas como não ser desiguais?
Não é preciso a pandemia
para termos essa certeza,
pois somos de uma espécie
que tem a incerteza dia a dia
do que é ser.
A verdade seja dita
não vai ser essa maldita
que vai fazer as almas precitas
mudar a forma de ver a vida.
