Verdade
Quantos perambulam sobre a Terra,
Amargurados pelo arrependimento.
Quantos evitariam a dor fosse pelo respeito a verdade.
Nós Homens e Mulheres do Planeta, fechamos os olhos às verdades que nos ofuscam.
A Humanidade é lenta no progresso do Espírito.
O bem é palavra inoperante nos lábios dos tolos,
Porque, a verdade só se estabelece pelo Exemplo.
A lagrima
Ao escorre uma lagrima
não chore
Ao escorrer uma gota
Não seque
Ao ver o sangue
Não limpe
Mais ao ver um coração Não bata
apenas o aprecie
..."Sentimentos não sobrevivem e desmoronam quando os alicerces são boas razões"... Ricardo Fischer.
Não há o que controlar. Nem mesmo o "não querer controlar".
Pois tudo é automático. Com exceção do Eu que percebe essa verdade.
Entre abelhas e mel
Tão linda , tão meiga
tão rude , tão neura
Cabelos loiro , olhos que não tem cor
Brilho que não brilha ,
Luz que não ilumina
vida que não se esquece
calor entre noites
e assim o nosso dilema
Que não define abelas e mel
Uma verdade emotiva acaba se transformando em uma mentira intelectiva, é quando surge a intuição poética. Sem a imaginação seriamos irracionais, tão inanimados quanto uma pedra.
A mídia inunda as pessoas com notícias irrelevantes e estas entorpecidas por aquelas não notam que a verdade está na frente dela.
Flor & espinho
Pequena flor com espinhos,
Que hoje renasce em outro jardim,
É uma pena que me deixe sozinho,
Esquecendo o quanto vale a mim.
Na ilusão que o passado lhe traz,
Ao implorar que floresça ali,
Não imagina o mal que me faz,
Florescendo em outro jardim.
É você quem semeia a semente,
E sabe bem que esta longe e não aqui,
Só imploro que com o clarão do dia,
Não omita a verdade de mim.
O pior cego não é aquele que não quer enxergar. É aquele que não quer ter olhos. A verdade é uma paisagem muito feia para os orgulhosos.
Privatização, na maioria das vezes é algo dispensável. Quando se tenta privatizar o “pensar”, então, é extremamente dispensável. Me irrita ver algumas pessoas pensando por outras, me irrita mais ainda ver pessoas que permitem que outros pensem por elas, como se existisse uma verdade absoluta e imutável em que alguns privilegiados pudessem usufruir do dom de “saber das coisas”, dom preterido para os “laïkós” apartados do saber e do “ser crítico”.
