Verdade
Os ignorantes gritam mentiras, como se fossem verdades, enquanto os inteligentes calam as verdades por seu silêncio, como se fossem mentiras.
Muitos te julgam, inventam e até aumentam distorcendo verdades. Tudo para que eles sejam vistos como pessoas melhores que você.
Mas se esquecem que Deus é justo e tem seu tempo determinado para revelar a verdade, te exaltar e te honrar.
Ricardo Baeta.
As verdades científicas são verídicas até que se prove o contrário, logo se tornam relativas, pois as comprovações são efêmeras.
Algumas religiões pregam as "verdades" criadas por seus idealizadores e cobram a fidelidade cega de seus adeptos.
“Construo catedrais nas almas! Catedrais de luz e de vitrais, de verdades e virtudes, cheias de cores e luz, para que Deus habite nelas"(Pierre de Craon, na peça Une jeune fille Violaine)
Ser sincero é caminhar na linha tênue que divide as verdades que precisam serem ditas das verdades que precisam serem caladas sem perder o equilíbrio.
Quem fala ou pergunta o que quer, quando encontra uma pessoa sincera. Ouve verdades que nem sempre são agradáveis e fáceis de serem aceita.
Estão tão acostumados a mentiras e desculpas esfarrapadas, que acham que você foi grosseiro(a) em responder com naturalidade.
Ricardo Baeta.
Pessoa imoral ao ser contrariado começa distorcer todas as verdades, na intenção de mudar a versão dos fatos.
Deixa me entrar...
Sinta a lua está cheia
Sinta minhas lembranças...
A lua está cheia de verdades...
O sangue carrega a música...
Ninguém vive de lembrança...
Na escuridão estamos juntos para sempre...
Abracei forte o abismo...
E ninguém provou da sua vida...
Nossas verdades podem ser diferentes
Porém todas nossas verdades devem ter a razão e não ser ilusões
Na comédia, apesar do exagero e deboche, há verdades; no romantismo muitas são as vontades, diversos os desejos, poucas verdades e grandes mentiras.
Começo a conhecer-me
Tenho manias esquisitas
Silêncios cheios de dúvidas e verdades
Converso com a lua;
Ela entende bem de saudades
Perfumo a estrada
Porque sei que na volta
posso passar no mesmo lugar
Gosto do olho no olho
Porque palavras
nem sempre conseguem explicar
Acordo e já arrumo minha cama
Porque penso que a vida segue os mesmos passos e vai se ajeitando
Abro a janela, como se estivesse
abrindo meu coração
para o sol entrar
E assim ouço os passarinhos;
Dando boas-vindas para o novo desabrochar
Sempre com um sorriso
Porque sei que as coisas hão de melhorar
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 09/07/2021 às 19:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
A lágrimas na arte da fauna e flora.
Um palco transparente,
E verdades escondidas.
Muitos conhecem esse cenário.
E sabem para onde ele vai,
E até onde ele chegará...
Um palco,
E muitas platéias.
Onde a natureza sufocada se engasga.
E a fauna grita e chora pelo ar.
Oh! Vida de Poeta,
Poesia que murmura com a arte da flora.
Meditando,
Eu pergunto;
Que início é esse?
Que fim isso terá?
Que oceano infinito é esse nesse meu remar?
Será se perdi o remo?
Será que ainda navegarei?
Ou decido de vez me afogar ?
Será se o meu veleiro suportará essa ilusão.
Ou no fundo do mar ela já está?
Não imaginava que ia sentir,
Mas sinto.
Não imaginava que ia mudar o meu destino,
Mais ele por si próprio mudou.
Na Poesia de um Poeta qualquer,
Seje ele lá famoso ou desconhecido.
O sangue escorre sem parar mais não mancha a alma dos que não sentem o que sinto.
Quantos animais a deriva.
Quantas aves contaminadas.
Quantas plantações querendo emitir ao menos um pouquinho de oxigênio.
E pedindo socorro, estão.
Até a água peleja com sua tamanha misericórdia.
Parece que vivo a dor de cada flor e folha que caem no solo.
Poucas coisas faz a Poesia morrer e o Poeta se calar.
O emaranhado é extenso.
Existem,
Embalados narrados que faz até os animais acreditar.
Seus destinos?
A prisão e a morte.
Será?
Será se sou o único a pisar nesse teatro espinhoso onde o poder e ganância próspera ?
Abrem-se então as cortinas,
que eu quero ver para crer.
Façam algo para esse cortinado vir ao chão que até eu quero mentir.
Façam!
Queimadas absurdas em busca do ouro chamado terra e madeira para fazer o dinheiro.
Crateras enormes em busca de minérios, e desmatamentos sem freios.
Só queria um pouco mais de compaixão com a fauna e flora. Pois no caminho que ela anda, machuca até o ar dessa minha inspiração....
Como ator,
Só não quero participar desse evento destrutivo como figurante.
E muito menos como, coadjuvante principal....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa
