Verbo
"Entrementes ao transcurso da nossa diminuta dimensão humana, quão bom e reconfortante é, quando, enxergando aquela primeira condição, nos apercebemos do carinho, cuidado e zelo que por ela sonda, Aquele que é o verbo, o princípio e o fim, o alfa e o ômega, e primeiro nos amou."
A PONTE...
A poesia não vem do outro, do mundo,
ou de qualquer coisa que exista.
A poesia está onde não há nada.
A poesia é o mundo a ser inventado
e o sentimento sendo reescrito, experimentado.
A poesia nasce e cresce em lugar sem nome,
em um verbo desmiolado.
A poesia é apenas de tudo, o outro lado.
Não sou pergunta nem resposta, sou o eco que nasce e morre entre elas antes de adquirir a medíocre forma das coisas exatas e definidas pela semântica dos termos.
Beth, Mulher Perfeita
Uma mulher incrível, estrela a brilhar,
Beth, amorosa, em seu jeito de amar.
Obstinada e tenra, sua força é ternura,
Resoluta e bela, de encanto é a mistura.
Profissional leal, com toque competente,
Persistente e pertinaz, segue sempre à frente.
Encantadora e meiga, dona de um sorriso,
Determinação firme, rumo ao paraíso.
Tenaz e convicta, sua coragem transcende,
Agradável presença, que a todos compreende.
Resiliente e elegante, cheia de galhardia,
Com lhaneza e brilho, enche o dia de alegria.
Protetora e linda, um exemplo a seguir,
Autêntica e completa, faz o mundo sorrir.
Afável no gesto, ternura no olhar,
Verdadeira parceira, pronta a ajudar.
Charmosa e bondosa, graça que fascina,
Única entre todas, mulher que ilumina.
Generosa e carismática, inspira a viver,
Criativa e brilhante, sabe como fazer.
Arrojada, proativa, com alma perfeita,
Exuberante em tudo, sua essência é eleita.
Beth, mulher dos sonhos, emoção a transbordar,
Em cada verso, seu nome é o verbo amar.
no fundo do pensamento
Me tenho como parte
De algo inimaginável
De algo ainda não visto
No fundo de alguma coisa
Me tenho
E só me toco por que estou dentro
A arte se faz bordão
E o cordão umbilical se rompeu
Mas antes de cortar
A mãe disse não
Sinto saudade
Sentimento forte que aprimora o contido de minha alma
Penso logo consigo
As vezes
Nem sempre
Ultimamente não ando conseguindo muito
O suficiente pra meu mundo não acabar
O suficiente pra eu sobreviver
Na base do impossível posso afirmar
Mas não vai ser o bastante se o eu não arder
Me sinto bruta
E singela
Como gato na madruga
Ou em cima da magrela
Quero pra já
O gosto do sabor doce
O amargo não quero lembrar
E não quero me saciar do cítrico
Peço a minha alma para que me ouça
Mas dessa vez se faça de cabeça
Para entender minhas vontades
E saber quando preciso
E se preciso
Do verbo
Quando você pede errado em suas orações, Deus não lhe da o que você pede, mas ele dá o que você precisa. O que você pede a Deus compraria seus problemas, mas o que Deus te dá é a solução de seus problemas.
Aprenda a orar corretamente e terá os dois, mas um humilde sábio que sabe prever as coisas, pediria apenas para não ter problemas. Independente do que você quer, lembre que a oração não precisa ser um ritual, mas o ritual é o exercício necessário para fortalecer a vontade do discípulo, e quando o mestre aparece nele, tudo que ele precisa é proferir os verbos. Verbo é o poder da ação que move a matéria e que transforma tudo ao seu redor, mas ao mesmo tempo essa química não é nada sem a fé.
Para ganhar as batalhas da vida eu estou sempre em espírito de ORAÇÃO
ORAndo e agindo (AÇÃO).
Mas tenho um segredo, descansar é verbo e portanto também é Ação, então quando eu sei que ja fiz tudo o que eu podia e parece não ter solução, eu continuo em oração, ORAndo e descansando(AÇÃO).
E.G.O. (Enquanto Garoto Ouvia), Ouvia dizer muitas coisas sobre o futuro, mas não conjugava o Futuro do Presente ou se assim for, o Presente do Futuro, pois quando garoto o verbo não era conjugado mas sim vivido e praticado.
Q tenhamos fé ...E a serenidade da Paz ...Que tenhamos disposição...Para no ar... espalharmos o Amor ...Que sejamos livres ...do que nos impede voar...E que ao voar ...Saibamos conjugar na terceira pessoa o verbo Amar...
Quando o sol aparece eu ponho um chapéu na cabeça; quando o Diabo aparece pela fala humana eu ponho Deus na memória e solto o Sol da Justiça em cima da cabeça dos outros.
As únicas palavras que nos transformam verdadeiramente na terra com propósitos e esperança são aquelas que vêm do Verbo da vida.
Sou um ser divino, filho do Grande Pai celestial em espirito e verdade. Não cai com o pecado original, vivo da generosidade e da abundancia, sendo assim tudo que propõe o "religare" a mim não conecta, por que nunca estive e estarei longe da divindade que é a vida. Minha cultura espiritualista advém da natureza e do meio ambiente, próprio da vida e da mãos de Deus, que dialogam comigo o tempo todo, pelo vento, pelas águas, pelo Sol, pela Lua e pelas estrelas. Onde habita eternamente o meu sagrado.
Vivo aparentemente isolado mas meus movimentos são repletos de cores. Cores estas de minhas infinitas conexões vibratórias e freqüências atemporais espirituais, visíveis e invisíveis que celebram a vida com o verbo do bom, do bem e do belo, generosamente em abundancia a todo momento por todo universo.
Nenhuma palavra por si só quando pronunciada de forma universal cura ou transforma a quem escuta. Assim como nem todos os remédios na mesma composição e dosagem produzem o mesmo efeito em diferentes corpos físicos. A palavra, deve ser personalíssima para cada um, em entonação, colocação, timbre e comunicação gestual para que quando proclamada, possa surtir o efeito desejado em cada situação. A vida é o verbo.
Da Ideia à Criação
Antes da lâmpada brilhar,
houve a sombra da ideia,
um pensamento que se insinuava
como quem espreita o destino
sem revelar suas intenções.
O homem, em suas limitações,
só cria porque contempla
o que ainda não existe.
Do verbo ao cosmos,
do planar ao conceito de vôo,
tudo vibra na necessidade
de criar o novo, de moldar o nada.
Pensar é plantar mundos,
colher inovações
que o futuro não supõe.
É fazer do impossível o alicerce
e do impensável
o corpo da criação.
A primeira ideia foi o verbo,
e, desde então,
cada invenção é como uma prece
que nasce nos cantos da alma,
esperando o instante
em que essa ideia se faça matéria.
Jesus
Sob uma noite feliz;
anjos entoam cantos de paz.
A estrela-guia rasga a escuridão,
trazendo luz aos corações cansados.
É o infinito que se doa ao pequeno.
Em uma manjedoura,
um simples Deus menino.
A santa mãe descansa,
após dar à luz a esperança dos homens.
O pai embala o Natal vivo.
O menino dorme,
carregando o peso da eternidade.
Seu choro é prenúncio de redenção,
um amor tão imenso
que escolheu caber num berço de palha.
Santo Deus menino!
Céu cadente ao alcance das mãos.
Quando o Verbo se fez poeta,
a poesia tornou-se sinônimo de Deus.
Bibliosmia
O cheiro… ah, o cheiro de você.
Não é só cheiro. É o resto do mundo.
O cheiro da descoberta, o odor almiscado do que se ignora,
do que ainda falta.
É cheiro de livro novo.
Você é o odor do não dito.
Entre os dedos, suas páginas se abrem.
A palavra toma corpo, o verbo se faz carne.
Eu quero conjugar o que está entre as palavras,
capa, bordas. Ir até as margens da linguagem, onomatopeias.
Seu gênero é esse, eu sei: fantasia e suspense. Experiência sensorial.
Respira, você. E eu também respiro, exalo.
É o amor que se disfarça de saber,
ou saber que se dissolve em desejo?
A capa é corpo fechado. O que não se diz.
Aberta, toque. Você é o que não se lê.
Em uma manjedoura
Um simples Deus menino.
Santa mãe descansa,
após dar à luz a esperança dos homens.
O pai embala o seu Natal vivo.
Santo Deus menino!
Céu cadente ao alcance das mãos.
Quando o verbo se fez poeta
a poesia virou sinônimo de Deus.
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