Vento no Cabelo
O Preço da Liberdade
Ela chegou como o vento que despenteia os cabelos e desarma certezas. Trouxe consigo o perfume do desconhecido e o peso da ausência. No instante em que a liberdade tocou minha pele, compreendi que não era um presente, mas uma travessia.
A liberdade pediu-me tudo, meus medos, meus desejos, minha história. Com mãos delicadas, ela despiu minha identidade, arrancando cada fio de apego que me vestia. No espelho, vi uma estranha, alguém sem nome, sem passado, apenas um sopro vagando entre o céu e a terra.
E no vazio, a verdade sussurrou: somente aquele que se desfaz de si encontra o infinito. A liberdade, tão gratuita, exigia o preço da entrega absoluta. O amor e a saudade, antes refúgios, tornaram-se rastros de um tempo que já não me pertencia.
Mas então, ao perder tudo, ganhei o universo. Tornei-me o pássaro sem gaiola, o mar sem margens, a chama que arde sem se consumir. A liberdade não me deu novas amarras; apenas me ensinou que nunca precisei delas.
E assim, sem nome e sem destino, dancei com o vento e abracei o vazio como quem reencontra o lar.
Rodopiei ao som da música
Senti o vento
nos meus cabelos
Cantei, cantei, cantei
Em homenagem à vida
O sol aquece
minha pele
e o vento enrosca
em meus cabelos.
Sinto a paz reinando...
que o dia
seja muito bem vindo!
SONHOS PESADELOS
Eu queria ser o vento pra bagunçar os seus cabelos
Eu queria entrar nos seus sonhos
E te livrar dos pesadelos
Eu queria ser teu pensamento
Eu aí pensar que cara legal estar a me olhar
Eu queria ser seu coração pra se apaixonar
Por mim
Mais tudo tem um jeito
Pensamento positivo é um espelho
Do que agente quer
Hoje sou teu amigo
Mais quem sabe amanhã você será minha mulher
Sonhos pesadelos
Quero dividir com Você o mesmo travesseiro
Vamos fazer amor com imenso desejo
Pense Pense bem
To querendo te amar
Quando você vai me amar também
Sonhos pesadelos
Quero dividir com Você o mesmo travesseiro
Vamos fazer amor com imenso desejo
Poeta Antonio Luís
O vento nos cabelos, olhos fechados, Transporta-nos a um lugar de paz, Onde a alma dança, leve e desatada, E o mundo se aquieta, enfim em paz.
Sinta o vento, suave e leve, Nos cabelos a dançar, É a vida que se atreve, A nos convidar a sonhar.
Deixe as luzes que em ti moram, Brilhar forte, sem temor, São estrelas que decoram, O teu ser com tanto amor.
Voa alto, sem fronteiras, Com o vento a te guiar, Tuas luzes, companheiras, Vão no escuro te iluminar.
E assim segue, destemido, Com o vento a sussurrar, Que o brilho em ti nascido, Ninguém poderá apagar.
Vento nos cabelos, vai, Deixe a luz interna fluir, Brilhe alto, sem olhar atrás, É tempo de se permitir.
Não é como se o céu estivesse voando...
E entre os vagalumes, sinto o vento soprar meus cabelos exatamente como faz com o gramado diante de meus pés, enquanto os grilos cantam a canção em que minha alma escuta mais que meus ouvidos. Consigo sentir as gotas de água que escorre de meu apático rosto, são lágrimas que não vem das nuvens, mas de mim.
É como correr da luz de uma luminária com os olhos fechados... E ao abrir os olhos, espiar a lua pelo canto da janela e ainda assim, não ver seu brilho.
Sentado no livre gramado que não se ver fim
o vento sopra em volta dos meus cabelos,
e com ele, tristezas, medo.
Meus dedos tremem
e o calor do meu corpo desaparece
Lentamente,
o frio me cobre e tento me aquecer
com meus próprios braços,
braços quais são pedras de gelo.
Minhas costas deslizam sobre o gramado,
meus olhos fixam na pequena pedra em cima de uma pedra maior.
A pedrinha cai.
No calor do amor,
as mãos do vento movem
fios invisíveis no ar,
que unem as ondas,
os cabelos e
os pensamentos.
Felicidade,
É o vento balançando meu cabelo,
É o riso farto, sem limite, sem volume.
É o pique - esconde,
O café com leite quente,
A manteiga derretida...
O cheirinho do mato verde.
Felicidade,
É o sonhar sem pesadelos...
com fadas e príncipes encantados.
Amigos eternos irmãos.
E o dia se faz bonito assim: Flores no campo e o vento á balançar os cabelos, acariciar seu rosto, afagar seu coração.
Céu azul á contemplar e amor á transbordar.
Apenas gratidão por tanto, por tudo.
E o dia se faz bonito assim: Sorri para mim, sorri para ti.
De mãos dadas contigo, passo por caminhos onde a paz nos abraça, onde o amor nossas mãos para sempre entrelaça.
E o dia se faz bonito assim:
O vento faz música onde o amor canta no coração, somos poesia e canção.
Um dia bonito entoa gratidão.
Encanto, encontro, emoção.
Ela era assim, catava poesia ao vento,
Tinha sorriso largo de sol, choro curto,
Cabelos emaranhados na cor chocolate.
A Princesa de motocicleta
Era o amanhecer,
Estava com cabelos ao vento, sua moto era preta como os seus cabelos brilhantes, seus olhos eram verdes como céu que amanhecia, sua beleza era um encanto que me enfeitiçava na avenida, com um pequeno descuido me recobri e ela seguiu seu caminho, que iluminava a avenida e foi ai que percebi: Era uma Princesa!!
Uma Princesa de motocicleta!!
Andando pela praia
Cabelos ao vento
Olhos nos olhos
Mãos dadas
Bocas molhadas
Ondas isoladas
Brilho
Doce sedução
E nós em pelo nu amor.
Fizemos amor!
A vida pode ser um tanto complicada
Se você não acreditar em seus sonhos
Eu acredito de alma, com a alma.
Mas naquela noite
Na noite fria te vi chorar
Momentos eram de felicidades
Você estava com sua
É... rica!
Sua pequena contigo estava lá
Mas ao passar do êxtase
Veio os momentos sofridos
Como vento frio
A bater na face cansada
Você dilacerado
Eu não quero lembrar
Meus olhos molhados ficaram
Pela vastidão de lágrimas derramadas
Ainda em brasa doem
Elas são lâminas de aço
Ferem.
Mas mesmo assim
E com tudo isso, enfim.
Saudades há em mim
Daquele lar que foi sim, meu paraíso.
Quantos mistérios de cá meu motoqueiro da vida
Meu roqueiro do mar
Fomos escolhidos a bailar
Pra viver aqueles momentos
Embalados naquela morada.
Nosso lar
Mergulho infinito foi.
Agora como Titanic está
Você meu ser em águas translúcidas
Puro
Preluzente
Agora sim
Em todo o seu eu
Livre, enfim, livre para voar!
Livre para amar
Meu rei do mar!
Vento... carinho
que despenteia os cabelos,
mal sabe ele que
da vida tentamos
desfazer os nós de novelos
que ela faz sem receio
sob fortes ventos emocionais
que muitas vezes...
nos deixam de joelhos !
O vento mexe comigo
e traz poesia sempre
nem adianta reclamar
no meu cabelo ele é um pente
Gosto da noite e do dia
aprecio qualquer estação
vivo rimando a alegria
e disfarço a preocupação
Sou apenas uma gaivota
voando acima dos mares
asas sincopando em rumos
distantes de todos os males
Agora é 1:11 e o vento frio do sereno sopra meus cabelos para um lugar bem longe daqui enquanto os pingos de chuva são agulhas sem ponta,delicadas e belas que perfuram a minha pele de uma forma que nem palavras conseguem explicar pois são coisas que só a madrugada pode me contar quando todos se calam ela canta só para mim no ar gelado do sereno na qual eu faço perguntas que só ela tem as respostas.
ass: Mãe da insônia e de amantes de poesia...Madrugada.
E que ressoe o vento
Ao suave assovio
Em seus cabelos
Um ressoar em melodia
Um soneto de amor
Escrito nas curvas
Sublime do teu corpo
Na valsa sem pressa
No ritmo sincronizado
Do meu corpo no seu
O mais perfeito encontro
De prazer,suado,molhado...
Simetricamente assim...
O nosso mais louco
Momento de amar
