Vento
Aqui são palavras ao vento... Não são ditas pra ninguém em especial.
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CUIDADOS COM O CORACÃO
Não finja que não se importa
Com coisas que te machucam
O mal em si cria cascas
Feridas que te perturbam
Há coisas que importam, outras não
São coisas que nos fazem (in)felizes
Distinguir uma e outra
Nos dá o tom e diretrizes
Aqueles a quem amamos
Dessas não dá pra esconder
Os sentimentos febris
Represar é adoecer
Organize seu coração
E volte à mesma cena
Explique e fale o que sente
Abra o sentir e não tema
Ninguém é obrigada a saber
O que toca os sentimentos
Dizer, clarear nos abrir
Nos tira de nossos tormentos
E se a pessoa se importa
Também abrirá sua mente
Mostrará seu coração
Trazendo a tona o que sente
Se ela pouco se importa
Por que entregou seu coração?
Nosso eu mais profundo
Não se entrega assim não...
Trazer à tona o que sentes
É luz, é desintoxicar-se
Jogar fora maus sentidos
Isto é autoamar-se
(Violet)
O amor quatro letras, pode ser leve como o vento, ou duro como cimento, que besteira de pensamento.
O ódio que destrói mentes, transforma pessoas em dementes, destrói tanto a planta, quanto a semente, até os inocentes, sofrem com inconvenientes.
A solidão uma longa escuridão, não se tem rebelião, só o silêncio na contramão, se perda nesta ilusão, sem emoção, nem exatidão, sem noção, que te afogará por toda a sua destruição.
[....] e de repente veio você e mudou tudo, como se fosse um vendaval, um vento forte arrastando folhas, trocando as coisas de lugar. Aquele tipo de força da natureza que chega sem aviso, que não dá tempo de fechar as janelas, e que quando tudo passa, o sol volta a brilhar com toda sua força, fazendo com que tudo renasça com mais intensidade. Já viu as árvores todas lavadas depois da chuva, como elas agradecem? Parecem sorrir, apontadas pro céu em agradecimento. Coração também é assim....
Ricardo F.
Entenda: esse vento contrário essas ondas batendo no seu barco não é para te matar, Mas é para te ensinar algo que você ainda não aprendeu.
Fala comigo se não eu morro
sussurra em meus ouvidos
como o vento que te toca
que sai de mim pelos olhos
e que sussurra teu nome na fria noite
querendo teu corpo e teu jeito
então por ti cada dia morro...
mas fale comigo e eu nunca mais morrerei...
E enquanto houver um reino nesta ilha varrida pelo vento, haverá guerra. Portanto não podemos nos encolher para longe da guerra. Não podemos nos esconder de sua crueldade, de seu sangue, do fedor, da malignidade ou do júbilo, porque a guerra virá para nós, desejemos ou não. Guerra é destino, e o destino é inexorável.
“O mesmo vento de um dia frio, pode ser o mesmo vento fresco num dia de calor, ou até de uma tempestade”
Nesse exato momento
Lá fora, no frio e no vento
A morte consome
Mais uma criança que morre com fome!
Nesse exato momento
Lá fora, no frio e no vento
Nossas crianças morrem de fome
Num piscar de olhos
Mais uma que some
VENCER
É seguir em direção ao vento
Buscando uma referência
Sem deixar escapar o sentimento
Nem esquecer a persistência.
Dessa forma encontrarás a solução
Daquilo que busca alcançar
Em sua alma não há desilusão
Mas um mundo para sonhar.
Nessa trajetória muitos desejam
Realizar aquilo que sonhou
Infelizmente poucos buscam
Ou ninguém o encorajou...
Irá Rodrigues
https://ira-poesias.blogspot.com/
Senti de perto...sua presença...
Enquanto o vento secava meu cabelo.
Me deu vontade de grita seu nome...
Mas eu me segurei... me segurei para que ninguém podesse ouvir... gritar por ti.
Então me deu um nó no peito... e eu desmaei...
Meu coração é um violino.
Lá fora sopra o vento
contorcendo o mar.
Penso no infinito.
La fora passa o vento
digladiando com o mar.
A ideia é um precipício.
Por que há o vento
penso no princípio,
no sem fim, no caminho.
Triste verso que agora escrevo
(e que alguém vai lendo),
pensar é um abismo.
Sou pequeno bem pequeno,
mas minhas mãos tem gestos
que nunca terminam.
O vento lenvou todo o sentimento de falso amor que existia, mas trouxe a paz o verdadeiro amor e você para mim.
Será que alguém pode me ver
Olhando para você
Enquanto o tempo para
E o vento passa
Dançando por entre teus cabelos,
Enquanto eu sorrio feito boba
Será que alguém pode me ver?
Encontra
Em suas ondas, vejo raios de luz!
No vento da sua vida encontro um brilho de capuz...
Te vejo esconder a essência do seu ser,
Mesmo quando a chuva que em ti transborda,
Te fazem transparecer...
E você teima em desaparecer!
Insiste que não será notada!
Que a amarga solidão pode ser sua aliada!
Que a dor quando não pode ser sentida,
Não deve ser compartilhada...
Então suas águas vem ao meu encontro,
Querendo me expulsar...
Me perdoe, mas não posso ir.
Por favor, me permita chegar.
Não quero te ver partir...
Me encontra.
Me olhe.
Me toque.
Sinta minha pele.
Sinta meu perfume.
Ouça o vento...
ele leva minha voz.
Depois, consulte seu sentimento.
Veja se dá pra fazer de mim a sua musa isnpiradora.
Faça-me a tua criação.
Sou tua escultura de carne.
Me apresente para o mundo,
como uma das mais belas obras vivas suas.
