Vento

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Pergunto ao vento onde está o meu amor, na esperança de que ele sopre a resposta direto para os meus braços.

nunca toquei o mar com tanta propriedade
assim ao toque do vento quando esbarra nos olha
da distância de 20 passos ou menos
na altura das ilhas ao mar aberto de possibilidades
ainda mais furticoloridas das virtudes já vividas
nossa maior idade nossa mala da vida frasqueira alheia
ao olhar dos falsos amigos uma virtude explode ao ouvido
se villas boas ou guitarra voa o tempo dos meus pensamentos
não troco um homem de 60 por um de 30 nem por 5 min
não tem a hora nem a precisão de quem sabe ao menos a importância
dos segundos, dias, semanas, ah quem sabe
um dia desses você aqui na nossa cama
agora resta sonhar na sala de estar e
brincar de vier sonhar talvez dormir florescer...

⁠Conforme muda o tempo, vento...
Ajuste as velas e descanse.
Tempestades passam.

Pedalo contra o vento,
o medo fica pra trás.
A rua vira liberdade,
o corpo grita vida,
e o mundo não me alcança
quando eu acelero.

Deixa o tempo...deixa o vento...deixa o AMOR te conduzir.

_______Franximenes 01*10*2013

Deus nunca me deixou, nunca foi embora nos meus tempos dificeis. Me sustentou contra o vento e contra a chuva forte de cada estação.
Gratidão meu Deus.por dar-me sempre a tua proteção.

FranXimenes
29*10*2013

Sentidos

As flores e as folhas estão balançando la fora suavemente ao frescor do vento da manhã, o Sol liberou mais uma vez sua energia sobre elas alimentando a magia da fotossíntese; o campo está vibrante, as borboletas com suas diversas tonalidades de cores e os pássaros com sua beleza e seus variados cantos dão vida a esse cenário lúdico; o barulho do rio é ouvido a distancia, são percebidos também pegadas de mamíferos grandes, calma! São de quatros belos cachorros que vivem se divertindo no paraíso. O tempo fechou, uma chuva bem vinda está chegando para lavar a alma da natureza. Passados pouco mais de uma hora de queda livre de aguá divina, o Sol reaparece com o seu poder de renovar, de da um brilho novo a cada movimento de sua breve passagem em direção ao oeste.
A vida, ganha vida em cada verso escrito com base no que é visto, sentido, ouvido, tocado e ao mesmo tempo aproveitado pela natureza.

Viver o intenso ( Letra de música)


[Verso]
Planos que o vento levou
Aplausos ecoam
Mas quem ficou
Chegou pintado de glória


[Pré-Refrão]
Fogo que arde
Inacabável voz
Uma sinfonia que nunca se desfaz


[Refrão]
Viver o intenso, sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos


[Verso 2]
Glória que pesa mas não me prende
Fogo no peito que sempre acende
Correntezas que levam e trazem


[Refrão]
Viver o intenso sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos


[Ponte]
Desejos guardados indomáveis e gritantes
Lágrimas que contam histórias distantes,
Tempos que passam mas deixam um brilho constante.

O vento sopra pensamentos...
luz, soa o momento que ainda olhamos os céus....
As partículas de insinuações.
Sendo as palavras apenas sussurros
Que dão deslumbre da derradeira sombra acolhedora.
Sera que mundo ainda respira a virtude...


Por Celso Roberto Nadilo
O sere

"No escuro da estrada,
sigo firme
sem medo,
a dor é só vento,
não apaga meu enredo.
O tempo até pesa,
mas não me derrota,
sou rio que insiste,
e nunca se corta."

As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.


Dói.
Dói fundo.


Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.

“Aqui o vento é mais frio.
O ar não traz cheiro.
Não recordo a infância há algum tempo.
O que antes era desespero por não estar aqui
agora é calmaria
sem memória.”

Hoje o vento trouxe o cheiro do tempo
e bateu no rosto sem aviso.
Tinha gosto de estrada,
de coisa vivida,
de lembrança que não vira saudade,
mas pede atenção.

O que eu digo cria raiz,
mesmo quando o vento muda de lado.
Posso não chegar como prometi,
mas chego.
Porque palavra, quando nasce em mim,
não aprende a desistir.

Um vento me venta e um intento eu invento.
Aqui e ali sou apenas um momento.
Se vier, vai me levar pra lá, longe me prender.
Lá onde me calam e não podem me socorrer.
Se for assim, então que minha voz logo se espalhe,
antes que venham e tinjam de preto a mortalha
que cobre minha nobre elegância, que mataram quando ainda era criança.


Antropometria, uma baixaria esculpida e despida, a pobre Luzia.
Preço bem baixo, essa mercadoria.
Quem olhou decidiu que não mais pagaria.
Sem valor, a obra sofre calada, desnuda.
Feita para alegrar os olhos, porém tudo muda
quando aquele que vê já desvaloriza a alma da arte que fora esculpida.


Um andar pela rua que não é segura faz "té" fraquejar,
coração confinado num peito sem espaço quer bombear.
Oprimido de vício, chorar é preciso para se salvar.
Mas se for bem de noite, só pede socorro se alguém quiser te ajudar.

"Nas trilhas do tempo, o vento a sussurrar,
Segredos antigos nos convidam a sonhar.
Com gestos simples, o carinho a florescer,
E no ceder, encontramos o crescer.


O verdadeiro amor, único a brilhar,
Presente divino que nos faz encantar.
Lembre-se, o que te barra não é amor,
É apenas um desafio, um caminho de valor."

o vento sopra a favor
trazendo a brisa do amor.

O vento,
Brisa leve.
Na calmaria,
Faço poesia:
Atento
E breve,
para que não se espalhe.
Observo cada detalhe
E vejo amor.

Sem exigências,
Apenas aceito meu destino
E pulo nessa dança,
Sentindo o vento me levar
Ao sol do meio-dia.

Busco palavras
No vento
E até no silêncio.
Na solidão,
Encontro o verso que encaixa
Na vida.