Velho
O velho ditado versa que a palavra é de prata e o silêncio é de ouro. Corrigindo, a palavra é de prata, o silêncio é de ouro e latidos, miados, mugidos, relinchos, pios, canto de pássaros e todos os sons da natureza instintiva, são de diamante.
Como já dizia, meu velho caro amigo e conselheiro Freud: Vemos no outro nada mais nada menos do que nossas projeções, ou seja, se vemos o bem, ou o mal...Estamos sim, a falar de nós mesmos. Alcione Alípio
Uma vez um velho sonhador me disse que os sonhos são feitos por nós e que subir depende da nossa ousadia. Ele só se esqueceu de mencionar que quem não preserva, não sobe degrau nenhum.
MAGRELO
Esse teu mau humor só te deixa mais velho
E envelhece meu amor por ti
Tens sorte de eu ser apegada
E tens sorte de ser bonito
Amarelo inteiro
Magrelo feio
Haja paciência pra te aturar
Haja carinho pra te sustentar
Haja Wiska pra te alimentar
Seu velho rabugento
Brigão
Violento
Magrelo inteiro
Amarelo feio
Hoje eu quis te morder
Pra te ensinar a me respeitar
Mas acho que não tem jeito
Tu não tens modos
Nem prece que te eduquei
Batalhei dobrado
Pra todo dia chegar na sala
E te ver lambendo o saco
EU AMO MUITO MINHA AMIGA Bruna T. Velho , ela é super minha amiga , não sei oque eu faria sem ela ... s2s2s2s2
Coração velho que ao te ver o tal esplendor de um belo sorriso, volta a vida e simplesmente nunca mais se encheu de pura e amarga solidão
Na esquina da cidade fria vi o velho senhor do carrinho de flores, comprei uma como sempre, mas, mais uma vez volto sem entregar. Gloriosa, Amarilis, Lírio, Jasmim. Falta a cor do seu rosto de flor no meu jardim.
Burro velho, como se diz no interior, não pega marcha. Pegar esses sambas-enredo acelerados de hoje em dia, então, nem pensar!
A vida é um saco de velho , bolotudo que bate na coxa enquanto ele vai à padaria no domingo de manhã comprar mortadela.
O VELHO CACIQUE.
Deus sabe quanto relutei em usar o adjetivo velho.
Quem vê o vigor desse que ouso chamar de velho cacique, não o reconheceria no lépido líder que reuniu o que se pode chamar de representativa parcela da sociedade de Guarujá.
Eram mais de sessenta homens e mulheres, de vinte a mais de setenta anos, dispostos a ouvir qualquer coisa que o velho cacique fosse falar.
Percebeu-se um quase temor reverencial, uma vontade de que o chefe bradasse um grito de guerra, para que todos cruzassem lanças, com qualquer inimigo de Guarujá.
Suas poucas e sábias palavras mostraram desde o princípio, que o cacique tem dos velhos, a sabedoria, a perseverança, e mais do que qualquer um dos jovens presentes, a força, a valentia e o vigor que se impuseram não como discurso, mas como oitiva, de tudo o que todos sabem e precisava ser dito em público. A fraqueza de nós todos, no trato das coisas da cidade, cidade que se percebeu, é importantíssima na vida daqueles homens e mulheres.
Aquele que chamo de velho cacique, deu a palavra a tantos quantos o tempo permitiu, para ouvir que todos estamos cansados das promessas que nos trouxeram ao fundo do poço, nesta cidade em que até os mais modestos dizem, ter tudo para ser a melhor da região.
Ninguém precisou falar de grandes números ou grandes cifras, para se ter a certeza de que os poucos que estão no poder quase nada fazem com a enormidade de recursos de que dispomos, sem falar nas novas riquezas que hoje, mais do que nunca, estão à disposição de quem tenha como nós, a proximidade dos grandes centros, como fácil acesso e vantagens outras, inigualáveis em toda a região.
Isso para quem tem vontade de trabalhar.
O velho cacique não disse mas nós sabemos, que depois dele nada expressivo se construiu. Que a nossa fama de outrora foi quase esquecida ou desprezada pelos que hoje, com a ignorância peculiar de jovens aprendizes de feiticeiro, confundiram o trabalho com a mágica.
Enquanto todos os que assumiram o poder depois do velho cacique preferiram receber os louros, por vitórias em batalhas que nem sempre travaram, a cidade chegou ao caos dos que gastam mais do que ganham, dos que tiram férias sem terem merecido , dos que dissipam as fortunas que herdaram sem nenhum mérito próprio.
Ninguém é unânime e nem todos seguiram nem seguirão o velho cacique...
Aliás, jamais deveria tê-lo chamado de velho cacique, melhor reverenciá-lo como velho guerreiro ou simplesmente como cacique guerreiro, sob as ordens de quem, ainda teremos sérias lutas e com certeza grades vitórias.
Meu respeito ao homem de muito valor, Jayme Daige.
