Veio e Passou como um Cometa
Mais de Chico Xavier: Paciência.
Como sou católico apostólico romano (não acredito na classificação que nos separa - praticante ou não praticante), é difícil tentar ler, estudar e analisar as escrituras de outra religião. Por isso, continuo escolhendo alguns pensamentos do maior ícone brasileiro do Espiritismo.
1 - "Em minhas preces de todo dia, sempre peço coragem e paciência. Coragem para continuar superando as dificuldades do caminho naqueles que não me compreendem. E paciência para não me entregar ao desânimo diante das minhas fraquezas!"
2 - "O mais difícil é ajudar em silêncio, amar sem crítica, dar sem pedir, entender sem reclamar ...
A aquisição mais difícil para todos nós chama-se paciência."
A paciência deveria estar entre os 10 Mandamentos de Jesus, até mesmo porque ele a perdeu, quando viu tantos vendedores em volta do templo do Pai.
Implica em ter calma, paz de espírito, equilíbrio e muitas outras qualidades do ser humano.
Não sou muito paciente e para mim, a meditação é um exercício. Meus pensamentos começam a ficar agitados e tudo que minha cabeça faz é não querer ficar em paz e focada na respiração, até que, acalmo a mente.
A velocidade de tudo e de todos atrapalham muito a tranquilidade, a serenidade e a mansidão. Como canta Lenine em sua música:
"...E o mundo vai girando cada vez mais veloz.
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós.
Um pouco mais de paciência..."
A paciência é a medida inversa da idade, quanto mais idosos, menos pacientes ficamos.
Exercite sua paciência para se acalmar no momento de estresse.
E tenho dito.
Tapas nas costas vindos de cones e não ícones é como pó a passar pelo vento momentâneo para ir menos ainda do que a idealização cordial, são os dos movimentos de demostrar mais que da prática são exilados ajudadadores esses sim merecem nosso respeito.
No natural de cada hoje nasce novos desafios e com os quais temos que lidar, porem como faremos isso nos permitirão avanços ou retrocessos no caminho, portanto boa leitura das possibilidades podem nos ajudar a ter êxitos..
Os ignorantes gritam mentiras, como se fossem verdades, enquanto os inteligentes calam as verdades por seu silêncio, como se fossem mentiras.
VINHO TINTO
Como eu queria esta pronto para minha amada.
Assim como vinho tinto na adega...
Ser a uva a batizar a boca dela.
Eu queria ser o amor tirado da sua custela.
Eu plantaria ajoelhado todos os vinhetos
Se ela me ensinasse o seu segredo.
Aquele de fazer amor verdadeiro.
Gostaria de ficar mal acostumado por um século inteiro.
Eu sei que uva não é maçã não...
E que foi Eva que veio da costela de Adão.
Quando aconteceu não sabemos qual a estação.
As vezes é preciso suporta algumas noites de solidão.
Mas um dia a gente aprende a tocar a canção.
A gente abraça seu corpo violão.
E deixa tudo na trilha sonora do coração.
E seus lábios quente como vinho tinto eu seu baton...
INÍCIO
Desprezavam meus sentimentos;
Me tratavam como máquina;
Colocavam-me em potes,
E os abriam na hora errada.
O oxigênio se esvanecia com o tempo;
O medo tornava-se meu aconchego;
E a precipitação do infarto,
já era de se acontecer.
Fingiam se importar com a minha morte;
Quando na verdade choravam pelas minhas mãos;
Naquele momento eu já não podia;
executar nenhuma ação.
A bolsa que me protegia, estoura;
Viver sem oxigênio,
Já não me importa;
O mundo me espera;
A terra me afoga.
Seja como a lua que, mesmo em noites frias, ilumina, recria. Transforma a noite escura, em alegria.
E nestes sonhos de tirilene, enfaixados como cornucópias,
Ilustres entre si, impopulares com os outros.
É nesta interferência de intumescência ogre, que vigora em tons lilás o sepulcro esquizofrénico de Dalila.
Foi neste pressuposto, ostracidado e asfixiado de notas soltas, numa sinfonia inacabada de lençóis brancos de alfazema mental, sintonizada em mordomias lustres, belas reais e infinitas. que Dalila fez amor nesse antídoto, escondida nas esferas, entranhas amigas, de confissões antigas.
o ilustre busto, magnifico e singular, era em si toda a ortodoxia de um pensamento ainda virgem, robusto, todavia.
No altar, de indumento vermelho forte, cabeção floreado branco o homem cursava, ostentando ouro nas mãos. Pregara durante longos minutos o anúncio tão esperado.
Ofélia, que escondia o rosto imaculado em óculos de massa pesada, preta, vinha timidamente. Era raro sair do esconso, mas percebia que aquela cintilância que desabrochava por entre as ruas lhe dava uma percepção de emancipação, não evidente para ela, mas compromentida com ela.
Foi nesse caminho que ambas, Dalia e Ofélia, se cruzaram e olharam-se intensamente. Tão intensamente que os ombors descairam.
Enfaixadas, vencidas pelo vaticínio, as mulheres fizeram amor ali mesmo.
Da mesa consagrada, o homem de vermelho assiste ao fundo, fora de sua casa ao enlaçe das duas mulheres.
Num olhar disfarçado, fita os fíeis. Mas como era tentador o que lá se passava fora, tão tantador que o homem não sabia se o seu orgão estava a traí-lo. Não podia ser, pensava ele… não era possível não ter controle sobre aquela obescenidade, tão crua, tão animal… mas tão real.
O som do mar penetra nos interstícios dos meus sonhos e logo oscilam memórias d' amores, como velhas roupas no estendal a secar... enquanto o vento rodopia na turva memória, o coração convida o amor a ficar. Garboso o mar, afaga-me com seu forte azul, onde canta a primavera.
Seja claro, ninguém tem bola de cristal. Se você não diz não tem como o outro saber, não guarde só para si o que sente, às vezes, o motivo para ficar que a pessoa precisava, era aquilo que por orgulho ou medo de parecer vulnerável, você não disse.
Não use as suas experiência como critério de análise para julgar a experiência dos outros. Coisas que para você foram fáceis para outras pessoas podem ser extremamente difíceis e dolorosas. Cada um sabe o peso da dor que carrega e não cabe a você se colocar na condição de juíz da dor de ninguém. O fato de você não ter vivido a história e nem ao menos tê-la represenciado já torna você inapto a julgá-la.
Assim como nosso nascimento nos trouxe o nascimento de todas as coisas, assim nossa morte trará a morte de todas as coisas. Por isso, chorar porque daqui a cem anos não estaremos vivendo é loucura igual a chorar porque cem anos atrás não vivíamos. A morte é origem de uma outra vida.
Nota: Trecho do ensaio Que filosofar é aprender a morrer.
...Maiscomo é gostoso poder sentir o vento gelado batendo no meu rosto, ao me balançar sobre as águas...nunca perdi minha essência de criança.
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