Veio e Passou como um Cometa
"A democracia dar a entender uma equivalência de poderes. como? se o mundo está impregnado de imoralidades, de egoismo, além da ausência de humanidade."
Devemos tomar cuidado com quem falamos e com nossas palavras, pois como disse Pitágoras, quem fala semeia. A depender da espécie de ouvinte, poderemos estar fornecendo a ele condições de fazer uma boa colheita baseada em nossa informação, contra ou a nosso favor.
A vida nos desafia todos os dias, nada é perfeito nem tampouco como queremos, contudo temos que seguir em frente. Isso é viver!
O que você vai fazer quando não tiver mais ninguém para lhe dizer o que fazer? Como pensar, como se vestir, o que comer, o que é certo e o que é errado...
Esse clima, como fazemos com ele? Essa tosse falsa??? Esse andar devagar me observando??? Como se explica tudo isso??? O que sentimos quando nos vemos?
Só eu vivi minhas histórias, minhas experiências, meus amores, minhas dores. Só eu sei como a vida se apresentou a mim.
Como alguém poderia julgar a intensidade dos meus sentimentos, se não viveu o que eu vivi?
Prefiro ser muito odiado e ser amado pouco e de verdade, do que ser amado da forma como dizem amar hoje em dia...
SECURA SEQUIOSA
Sequiosa a secura, como é frágua
o chão ressequido árido secou
Posso ter sede de mais água
mas do craquelado, o cerrado eu sou
E na cremação dos meus versos
saudades, magia e seca maresia
Rimando no cerrado, diversos:
O abrandar da noite, a azia do dia...
Fria está sequidão, ardida e fria!
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Abril de 2016
Cerrado goiano
Passando na rua, em Jardim qualquer, havia uma roseira, nessa roseira havia uma única rosa, como se estivesse a espera de pessoa apaixonada, que a entregasse para um grande amor. Ainda me pergunto, será que o dono a deixou de propósito? Foi uma forma de retribuir ao universo que lhe dera uma rosa assim no passado? Talvez nunca possamos saber, mas a rosa permanece ali, esperando algum futuro
Não temos como provar que a única certeza da vida é a morte, porque nunca morremos antes para saber se a morte é a morte por si só
Se a alma estiver atormentada, ainda que que viva num paraíso, sofrerá consigo como se estivesse no inferno.
— Icaro Fonseca
Meu vazio, meu abismo. Sinto que tem
algo além do vazio. Assim como o átomo sentindo-se vazio, mesmo sendo seu próprio vazio capaz de criar e ser.
Desperte esse vazio. De pouquinho em pouquinho a gente aprende com a gente. A gente aprende que podemos despertar esses vazios cheios de mistérios sobre nós próprios. Criações adormecidas em formas de vazio, guardadinhas esperando um salutar.
Ficaríamos surpresos ou até mesmo encantados com o que há em nós, sendo em grande parte "invisível às vistas e essencialmente visível ao coração", como uma vez alertou certa raposa diante de um pequeno príncipe.
— Icaro Fonseca
A preguicinha boa descansa e até diverte. Age como remédio às vezes e uma dose não faz mal. Então, uma dosagem, uma; por vezes extrapolamos na dose para fugir de algum desconforto. E a dosagem extra transforma o remédio em veneno. Excesso de preguiça mata —, começando por dentro.
— Icaro Fonseca
Tenha consciência de sua morte em breve, mas viva como se você fosse viver para sempre. Parece contraditório, certo? Não, não é.
– Icaro Fonseca
Reclamamos, reclamamos e reclamamos de quem não faz o que queremos, da forma como queremos e, o que é mais engraçado: reclamamos de quem não é aquilo que simplesmente dizemos que é para ser.
Por vezes nos perguntamos sobre os porquês daquela ou daquelas pessoas portadoras de certas atitudes; ou falta delas. Nos questionamos sobre seus corações e mentes, afinal, como seriam capazes de ser tão frias, sádicas, más ou até boas demais para o nosso próprio discernimento compreender?
A questão principal desse jogo é a falta de paciência da nossa parte para parar um pouco, só um pouco e refletir que os outros são o que são. Sim, simples; os outros são o que são. Não há muito o que mirabolar. Eles são eles. Há coisas que são fúteis para tentarmos entender por meio de fantasias, afinal só o outro sabe o que de passa por baixo da própria pele. Não sentimos um eu que não mora dentro do nosso próprio.
Eles, os outros, são dignos de suas próprias peculiaridades únicas, embora sejam da nossa raça. Da mesma forma a gente em relação aos demais. E bom, pode até ser que sejamos os deuses de nossos mundinhos, com nossas normas e com nosso mudo de ser e ponto final.
Mas não custaria muito se tentássemos compreender a incompreensão alheia para com a nossa em prol do combate ao sofrimento imaturo. Eles não são capazes de ser a gente e nada podemos fazer em relação à isso. Pode ser que se pareçam muito, mas só parecem.
E olha, quando a gente começa a aceitar o fato de os outros não conseguem não ser da forma que somos, também não conseguimos ser eles –, o que não somos e assim, começamos nos preocupar com questões mais solúveis, como por exemplo: olhar para outros mundos como outros mundos que são, em vez de acharmos que são todos espelhos e, como tais, deveriam agir de acordo com o que nossos mimos bobos se sentem no direito de querer que sejam.
– Icaro Fonseca
O tratamento que Deus lhe oferece é reflexo de como você trata os outros que não podem lhe trazer benefício algum.
Então se você está insatisfeito com o tratamento que Deus anda lhe dando basta olhar como você anda tratando estes outros!
Autora A.Kayra
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