Veio e Passou como um Cometa
Porque tu não dizes que me amas?
Porque tu ficas em silêncio quando mais preciso de ti?
Como poderia eu, ser feliz navegando em outros mares?
Meu sorriso transformaria-se em cinzas...
O que fazes nesse instante, amor?
Será que pensas em mim?
Meus olhos procuram teus olhos na imensidão dos céus..
Tens lembrado de mim nos teus sonhos?
Será que tu sentes meu coração a bater por ti?
Se existir uma incerteza, ela é tua.
Porque te amo, e hei de te amar até meu último suspiro..
Volta e diz-me mansamente, calmamente.. Como só tu fazes..
Que sou tua;
Que és meu;
Que tu me amas.
Seu olhar
Olhos como seus só seus de mas ninguem.
Amor que cinto por ti
Só por ti e mas ninguem.
Esse amor nao tem fim..enfim que fazer se nao tem fim.
O Darwinismo (teoria evolucionista) é como uma miragem no deserto, só tem o propósito de te iludir e fazer perder tempo com o irreal.
Duvida
De repente
Busquei as cores
Vi que são muitas
Assim como os amores
Tantas que me casam
Tantas e tantas
Muitas são
A cena se repete
As cores aos montes
Aparecem
Fico na duvida
Fico a pensar
De repente
Novamente
Vejo-me aqui
Igual a você
Sem sair do lugar.
Tu, aquele que caíste
Como cai a noite
E tu que cais na noite
Onde ninguém te vê.
Nunca pensei nos que caiam
Apenas naqueles que voavam
Mais alto que o céu
Até que te vi tão baixo
Quase no chão como nós
Tu que voavas.
Como tu me sinto eu
E quem sabe muitos outros
Pois quem sobe há de descer
Então que desçamos até não mais haver
O que descer.
Eles que vivem
Não são como nós
Eu e tu,
Os mortos do real
Do que existe e do que não;
Tu que te iludes
Vós que vos iludais
Penseis que vivem
Quando o não;
Eu.
Eu até colecionava lembranças,
Mas assim como qualquer "Memória Cheia" chega uma hora que ela deve ser esvaziada. E foi assim que fui desencadeando possibilidades, podando "banalidades", sem deixar saudades, cartas foras do contexto não merecem morar no meu peito, e com todo respeito foi embora com o vento, e assim me livrei dos meus defeitos, de acumalar em mim mil anseios.
Cartas de quem já foi
Gostava de ser como os outros
Os simples Calculista
Fingidores e inteligentes
Inocentes e malévolos;
Mas , se não consigo nem ser eu
Como hei de ser alguém que nem sou;
Gostava só de ser alguém
E não aquilo que sou
Que nem alguém sabe o que é
Porque alguém nunca o foi.
Minhas palavras são como roupas no varal, logo, depois de secas observe qual lhe cairá bem e use-a... nem que seja apenas como pijama na hora de dormir.
Como te disse eu gostei mesmo de vc só que não dá, pela primeira vez em anos eu queria algo mais sério e vc não.
E eu sei que se eu ficar cm vc de novo, a merda desse sentimento vai voltar entendeu.
Como deixei o meu amor passar...
perdi o libido da vida,
larguei as coisas fúteis
para viver algo surreal.
Pela passagem das brechas
que deixei escapar,
perdi o maior segredo
que um sábio me disse;
Ó amor..
vejo que é uma palavra
que os surdos ouvem,
sem despertar seu
verdadeiros significado.
Ouço pessoas famintas,
ignorando as vozes
de uma alma carente
e angustiada.
Estou angustiado
pela minha incapacidade
de armar,
desesperado pelo grito
de suicídio.
Ranjo e gemo de remorso,
remoendo as migalhas
da minha alma.
Se o Brasil não existisse, como pretendem alguns detratores, teria de ser inventado. Eh, país surrealista, sô!
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