Veio e Passou como um Cometa
Suspiro notas no papel sinto o reflexo
Das minhas palavras como se olhasse meus olhos no espelho estou de fato com um nó na garganta farpas engolidas de uma vida que me atrofia os ossos. PauloRockCesar
Amor é nunca darmos alguém como algo nosso, como algo de que somos proprietários , é ter a consciência de que esse mesmo alguém , tal como um passarinho , tem asas , asas que não devemos cortar nunca! Amar é conquistar essa mesma pessoa todos os dias , nunca a dar como uma certeza adquirida , conquista-la a cada amanhecer , acarinha-la a cada anoitecer , manter a chama acesa e nunca deixar que o vento do relaxe a apague...amar...amar é nunca deixar para amanhã o "amo-te" que se deve dizer hoje , o abraço, o carinho...porque amanhã é uma das maiores incertezas que podemos ter, pois , nem sabemos se cá estaremos no dia seguinte...se quem amamos , cá estará...amar é ter a certeza , de que o momento , esse, é sempre agora...nunca o amanhã incerto... é darmos todas e mais razões para que a pessoa que amamos , tal como o passarinho, no final de cada dia , abra bem as asas para regressar ao ninho , onde sabe que , quem a ama, está à sua espera...de braços...bem abertos...
Assim como as ondas, sucedendo-se e borbulhando até junto às areias do mar...
eu louvarei a Deus nessa alegria,
por tudo que dele recebi,
pela visão que tenho da vida,
mesmo aquela que a minh'alma não compreenda
Assim como eu, a chuva vai em suas cantorias pelas estações do ano, interrogando a vida e a que viemos...
ENTRE TOQUES
Durante o tempo que os acadêmicos se referem como Seu " ano de oposição ", Jesus e Seus discípulos percorreram a vila de Betsaida. Sua reputação como um homem que curava espalhara-se por toda a região da Galileia.
Alguns moradores do local abordaram Jesus e lhe pediram que curasse um dos seus amigos, cego ( Marcos 8:22 ). Jesus tomou a mão do homem e, conduziu-o para fora da vila. Ali, longe dos olhos do público, Ele restaurou a visão daquele homem - mas não imediatamente.
Primeiro, Jesus cuspiu nos olhos dele e tocou-o. Depois, perguntou-lhe se ele conseguia ver ( v.23 ). O homem disse que estava começando a ver, mas sua visão ainda estava turva. Então, Jesus o tocou de novo, e espantosamente, dessa vez ele " ...começou a ver tudo muito bem " ( v.25 ).
Você alguma vez imaginou por que essa cura exigiu dois toques ? Jesus poderia ter curado o homem completamente com Seu primeiro toque; então, por que Ele teve de tocá-lo novamente ? Posso assegurar a você que não foi por falta de fé do homem ou por falta de eficiência do nosso Senhor. Ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Frequentemente, Jesus comunicava um significado espiritual mais profundo através dos Seus milagres. Ao curar em etapas, ao invés de imediatamente, Jesus poderia estar revelando o fato de que Seus seguidores vivem entre Seus toques. Embora o nosso relacionamento com Deus seja instantaneamente restaurado em nosso primeiro encontro com Jesus, tornamo-nos tudo que somos nele, sem dúvida, é um processo vitalício.
Jesus operou em nossas vidas de algumas maneiras espantosas, mas existe mais renovação ainda por vir. Estamos todos numa jornada de restauração. Alguns estão mais avançados que outros, mas nenhum de nós está totalmente restaurado. Todos nós vivemos entre Seus toques. - Jeff Olson
Leia: Marcos 8:22-25
Jesus pôs outra vez as mãos sobre o olhos dele. Dessa vez o cego olhou firme e ficou curado; aí começou a ver tudo muito bem ( v.25 ).
Examine: Portanto, todos nós [...] refletimos a glória que vem do Senhor. Essa glória vai ficando cada vez mais brilhante e vai nos tornando cada vez mais parecidos com o Senhor... ( 2 Coríntios 3:18 ).
Considere: Que obra de renovação Jesus tem feito em sua vida ? De que maneira viver entre Seus toques afeta sua visão da vida cristã ?
"Como diz o ditado popular: Nem tudo que reluz é ouro! Saber separar o joio do trigo é fundamental para atingir SUAS metas, NÃO as alheias. Diga não! Esquiva-se das pedras.
O palácio das "noivas".
'Breve conto poético'
Numa cidade antiga conhecida como "lugar do coração",
Havia sim, um homem imponente, sábio e virtuoso,
Chamado também Salomão.
Seus pais assim o chamaram,
Em homenagem ao grande rei.
Porque quando crescesse, diziam seus pais,
Ele dirá: grande como ele, também eu serei!
O garoto cresceu, e andou por toda a cidade imponente,
Garboso, observador e contente.
Sempre sorridente,
Mostrando com elegância a linda brancura do dente.
Observara ele o nobre e extravagante,
E sempre se lembrava do Rei Salomão.
Pois apesar de tudo, coisas tristes lhe aconteceram,
Que serviria para uma grande lição.
Então, comparando essas coisas ruins dos nobres e Salomão,
Disse: farei a mesma coisa, mas com encantada inversão!
Salomão Rei tivera mil mulheres,
Que lhe perverteram o coração,
Pois eu terei "mil" noivas que me ajudarão a permanecer no caminho da retidão!
Vi os nobres de minha cidade,
Corromperem-se e casarem-se com a megera luxúria,
E o fruto desse nefasto casamento lhes gerou a penúria!
Vi que puseram em seu leito a amante inveja,
Que sempre deseja o que a ela se supera.
Vi em seu leito a paixão desenfreada,
Que faz perderem-se os homens de nobreza encantada.
Vi o amor ao dinheiro,
Que entorpece o coração,
E faz com que se cometa os maiores atos de devassidão!
Vi a senhora cólera em sua cama,
Violentar sua mente.
Que lhes deixava sempre desgostosos e com espírito descontente.
Observei a mulher mágoa,
E a intensa pobreza de alma em que se lhes deixava!
Convidaram em seu leito a morte,
Acode!!!
Porque contra ela, em amarras de pecado,
Nunca se pode.
Vi acréscimos de núpcias,
Dia após dia,
Vi a fome insaciável de relacionamento com as volúpias!
Vi a maldita traição,
Que levava à morte de um irmão.
Vi o que foi gerado com o casamento da desregra,
Que fazia com que os homens se acabassem numa cela!
Vi infanticídio, matricídio, parricídio,
Vi o irmão de sangue matando irmão de sangue,
Através do fratricídio!
Vi homicídio, feminicídio.
Vi a desgraça que comete o homicídio!
Todos filhos da traição,
Que faz as vidas serem ceifadas sem perdão!
Daí eu disse: eu não quero isso para minha vida não!!!
Casarei com mulheres diferentes, que sempre me deixarão alegre e contente!
Mais sorridente,
Prudente,
Diligente,
Inteligente,
Sapiente!
Relacionar-me-ei com a boa fama,
Por que não há um só dentre os homens,
Que com ela nunca se encanta!
Colocarei em meu leito também a senhora virtude,
E montarei um lindo harém cheio de magnitude!
Se Salomão teve mil,
Mil eu também quero ter,
Mas como eu disse em sentido inverso,
Para não pôr nada a perder!
Quero casar também com a intelectual solidão,
Que sempre me faz crescer sozinho,
E sair um pouco da multidão!
Relacionar-me-ei com a caridade,
Que faz os homens casados com ela,
Sempre fazerem gestos de piedade.
Colocarei em meu leito também a sabedoria,
Que a todos os mistérios sempre nos descortina!
Que faz o insondável ser sondado,
E o importante impenetrável ser com clareza penetrado!
Porei em meu leito a fé!
Que nos faz acreditar naquilo em que não se pode ver.
Com brilhantismo e convicção tal,
Que fica mais fácil de perceber!
Colocarei em meio leito a prudência.
Casarei com a inteligência,
Sapiência que nos fazem evitar a DEMÊNCIA.
Saciar-me-ei no bom e lícito “bacanal” do permitido!
Para que do reino da prosperidade,
Eu jamais seja demitido!
Deliciar-me-ei do banquete do que a vida pode me dar!
E rejeitarei as “prostitutas” da perversão,
Que às loucuras levam ao homem,
Sem pestanejar!
Só colocarei em meu leito noivas virtuosas,
Amorosas e que me querem bem,
Quanto as outras: NEM VEM QUE NÃO TEM!
Quero amar a suavidade,
Boa riqueza e prosperidade.
Quero a boa fama,
A amável sensibilidade.
E com ela fazer de tudo na “cama”.
Relacionamento com a sensibilidade -
Faz a tudo ver com clareza, singeleza,
Justeza, nobreza, delicadeza, pureza.
Puro desejarei sempre ser,
Pois com essas LINDAS “mulheres”,
Não haverá como não ser.
Essas são noivas para mim mui castas,
Puras, santas.
Que me fazem saciar-me em mel,
Preferir o mel, quando penso em me lambuzar de fel.
Como Zeus, que prolongou a noite para deliciar-se com Alcmena em amores,
Quero que o rei dos céus prolongue-me os dias com elas,
Para que eu não tenha dores.
Óh maravilha,
Divindades do céu,
Concedei-me o que vos peço agora,
Para que diante de vós,
Eu nunca venha a perder,
A intelecção do sábio Aitofel.
Aitofel Salomão também conheceu,
Pois fora conselheiro de seu pai Davi.
Davi significa AMADO,
E que sempre amado eu seja óh céu, para TI!
25.10.2015 – 14:35 h
Assim como a vida prega testes nas pessoas, nós devemos pregar testes nelas também. Somente assim você saberá do que os seres humanos são capazes.
Me perguntaram como me sinto quando estou com ela, bem o quer respondi pode ter sido a mesma resposta que dei a ela, mas sempre querendo expressar algo mais,ela não é perfeita e nem a pior pessoa do mundo,ela é apenas alguém que me traz uma paz e me faz querer lutar cada dia para tentar tira o seu sorriso bobo,mas caso não haja nada só de ver que está bem ou feliz já me satisfaz.
Eu nunca quis fazer alguém se sentir especial e ir embora, agir como se eu não me importasse, mas talvez, a cura para os meus machucados é ir para bem longe, mesmo dando adeus à quem eu tanto pedi a Deus que ficasse, sem alarde eu vou em silêncio, pra ser sincero, nascemos sozinhos e vamos continuar assim em vários momentos da vida, e no fim das contas, você, é quem você mais precisa...
-Leex
Eu sempre achei que gosta e amar eram a mesma coisa. Por exemplo, como você sabe que está gostando/amando alguém e não somente sentindo um crush do momento? Essa pergunta me deixou tão curiosa que eu comecei a pensar sobre isso e acabei descobrindo que gostar não e amar. Gostar e quando você desiste no primeiro desencontro. Gostar e ter pressa para chegar em casa, é desistir de sair porque começou a chover, é deixar pra depois o que poderia ser feito pra hoje. Gostar e quando você está com a pessoa e não perde a noção do tempo, e quando está com ela, em alguns momentos fica prestando atenção no que está a sua volta. Gostar de alguém é sentir um frio na barriga, mas manter os pés no chão. Gostar é querer estar junto, mas sem descartar outras oportunidades.
Amar e colocar as necessidades do outro a cima da sua. Amar é aceitar o outro exatamente como ele é. Amar é estar a vontade, ficar porque te fazem bem e fazer bem porque isso é o mínimo que você deseja. ... Amor é mergulhar em um olhar que não te afoga, é transformar um abraço em um abrigo, é morar em alguém que, mesmo com tantos defeitos e diferença, não te assusta. Amar e quando o beijo faz com que você viaje na velocidade da luz, perdido entre um vórtice de sensações que fazem o tempo e o espaço desaparecerem, e como se não existisse ninguém mais a não ser você e a pessoa. Amar e querer a pessoa bem, mesmo que doa em você. Amar e prezar pela segurança da pessoa. Amar e deixa o orgulho de lado. Amar é compreensão e apoio. Amor e tudo o que uma pessoa precisa para ser feliz
A chegada da era moderna impulsionada pelas Revoluções Francesa e Industrial no séc. XIX, bem como a ascendência da vida urbana, mais rapidez nos deslocamentos e a mudança na quantificação do tempo para unidades métricas (uma forma de facilitar as relações comerciais, que antes se baseavam em trocas) trouxeram para os artistas um paradoxo que os acompanha até a contemporaneidade.
Até então as artes eram restritas em sua grande maioria ás obras religiosas e para nobreza, tratavam-se não de criações propriamente ditas, mas de atender pedidos dos seus clientes. Com a revolução burguesa, abriu- se um novo leque de potenciais compradores; agora quem pudesse pagar pelo trabalho artístico (basicamente burgueses e comerciantes) faziam a encomenda diretamente com os artistas.
Á cerne da questão está em, quem produzia arte agora é o que chamamos hoje de “freelancer”, à medida que não estavam mais exclusivamente atrelados aos antigos consumidores de seus trabalhos. Entretanto para vender-los precisavam agradar a clientela, temos o seguinte quadro: Artistas “livres” para produzir e vender para quem quer que seja (desde que tenha como lhe pagar), mas que precisam seguir parâmetros que o mercado e gosto popular indicam (geralmente bem inferior ao que os artistas consideram bons), a fim de se sustentarem financeiramente, uma tremenda contrariedade que circunda esses profissionais. Como trabalhar seu portfólio, sem perder a identidade que o levou a ser artista, que move suas inspirações e conseguir sustento econômico que lhe traga retorno satisfatório (vale lembrar que arquitetos, pintores, escultores etc, estudam consideravelmente para entregar um produto de alto nível).
Nesta linha tênue que todos os anos surgem novos profissionais da área de Artes Visuais e escritas cheios de energia e vontade de deixarem seus nomes eternizados no rol de memoráveis que o mundo já conheceu e acabam batendo de frente com um mercado que acaba cortando muitas assas e formatando-os na mesma fôrma, independentes do como chegaram até ali.
Contudo, o que por vezes faz com que surja um desses milhares que ande na contramão esta na possibilidade de “ascensão artística”, que faz com este se destaque dos demais e alcance “A luz no fim do túnel” para aqueles que não abrem mão da identidade artística que consiste em ultrapassar a barreira dos “reles mortal” dependentes de agradar os compradores e alcançarem o patamar de “lenda” que independente de outros fatores pode usar de toda sua inspiração para ficar marcado na história das artes, reverenciais como Oscar Niemeyer, Zara Hadid, Gaudí, Beethoven, Shakespeare chegaram a um nível que já não importava o conteúdo produzido, simplesmente por serem eles já é considerado marcante, claro que nas obras desses artistas, uma ou outra se fossem assinadas por algum recém formado não seria tão badaladas, a questão é independentemente da maneira que chegaram a este status, estão lá eternizados na memória e estudo da arte, com todo mérito que tem direito. Esta talvez seja a única saída para aqueles que não abrem mão de todo sentimento e identidade.
É inevitável viver essa contradição na vida de quem trabalha com arte, o que muda é a forma de encarar esta situação. Se adaptar ao mercado somente? Agarrar com todas as forças sua corrente artística até que o reconhecimento chegue (se chegar)? Tentar se equilibrar entre um e outro? A resposta está na mente de cada um dos que dia pós dia adentram no magnífico mundo das Artes.
Ouço gente de conceito raso.
E me indago com perplexidade,
Como pode tais seres julgarem-se ser
Homo sapiens?
Inadmissível fingir que a verdade não existe e que a dissimulação de caráter seja tratada como virtude absoluta.
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