Veio e Passou como um Cometa

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Porque
veio atrás
de mim?
Porque
me fez
acreditar
em ti?
Me deixou
sem nem
ao menos
tentar...
Tudo o que
eu queria
era te Amar.

A dor não veio para me destruir, veio para me acordar.

"Quanta lembrança
que, desde criança,
em mim veio florescer."

De Beyoncé veio o grito
Com a fala detalhada
Faça o que nasceu pra fazer
E que jamais seja calada
Se a alma chama e convida
Não espere o mundo dar vida
Seja uma mulher empoderada.

Da fala de Clarice veio a luz
Onde o silêncio se faz morada
O mundo faz ruído e nos desvia
Mas a cura é a energia renovada
Pois para a mulher que é forte
Que busca a paz e faz sua sorte
Deve ter a sua história recontada.

⁠Jesus Nasceu. A Esperança surgiu com o menino Deus que veio regar a nossa vida de graça e benção. Feliz renovação

Amanheceu e já nos veio as oportunidades deste novo dia; por isso é preciso muita garra, força de vontade e objetivo, vai aproveite, o dia está apenas começando desfrute dele antes que se encerre e você fique a se lamentar, pelo dia que se passou.

Bom dia⁠

A inteligência artificial veio para permanecer. Valorize seu conhecimento, pois tudo que se baseia somente em superficialidades será substituído rapidamente, assim como o homem da bandeirinha de sinalização de obras nas rodovias.

A partir da filmagem surgiu a necessidade da legendagem logo em seguida veio o desejo da dublagem.

Te encontrei quando a estrada era escura
Mas bastou teu olhar, e veio a cura
O mundo acendeu dentro de mim
Como se o dia enfim tivesse fim - Frase da música Luz no Caminho do dj gato amarelo

⁠Você não veio para ficar...
veio para viver e aprender
com as intempéries da vida.

“2 de fevereiro. O ano mal começou.
Se a motivação ainda não veio, crie.
A luta cansa, mas a recompensa vem depois.”

Depois da queda do nosso amor
Tudo veio ao chão de repente.
As muralhas não aguentaram
O impacto devastador do que a gente fingia ser.
O que era promessa virou ruína,
Palavras ocas soterradas no silêncio.
Nós não suportamos o caos lastimável
De insistir onde já não havia verdade.
Depois da queda não adianta lamentar.
Juntar os cacos não refaz o que morreu.
Colar pedaços não devolve o inteiro,
O que quebrou por dentro não revive com adeus.
Não há ponte, não há volta,
Não há fé que sustente o fim.
O amor caiu — e ficou no chão,
Sem sinal de recomeço em mim.
Tentamos chamar de fase, de erro,
Mas era o fim pedindo coragem.
Às vezes partir não é desistir,
É só respeitar a própria dignidade.
Hoje não espero nada do que fomos,
Nem do que você promete ser.
Depois da queda do nosso amor,
O resto é aprender a não mais sofrer.

do húmus veio e ainda vem a humildade e a humanidade.

A semente não questiona se veio de uma boa árvore. Ela toma o que recebeu e cresce.⁠

Sou feita de cuidado, coragem
e do mundo que aprendi a construir.
Trago comigo quem veio antes de mim.

É lógica da vida!


O pai pode ser o mais velho que o seu filho, porque veio primeiro, mas pode precisar do filho que veio depois.

Hoje a tristeza, velha companheira das noites escuras, veio vestida de gala, com vida social agitada. Trouxe a esperança, para que eu nunca desista. Trouxe a melancolia, para eu agradecer os dias de sol. E trouxe a incerteza, para confundir minhas verdades. Eu a recebi como quem cumprimenta uma amiga antiga, que senta na sala em silêncio e registra as perguntas que meus olhos fazem. Eu não servi à tristeza um copo com lágrimas, porque o coração estava seco, em seu modo mais bruto. Não pude ignorá-la, já que ela era robusta e ocupava metade da sala, e boa parte do meu ser. Por educação servi um prato de ilusão, que eu tinha em fartura. Deixei escapar algumas palavras "é isso mesmo", "é só se resignar". Ela prontamente recusou minha tentativa de racionalizar, de tornar lógico o absurdo. E eu respondi ríspida "eu não devo explicações a você". Então ela sorriu, como quem coloca os pés em cima da mesa. Eu ignorei sua vulgaridade. Melhor colocar os pés em cima da mesa, do que no meu coração. Ficamos caladas, como quem de repente se estranha. Ela continuava uma presença muda, enquanto eu falava frases aleatórias. Ela não me amedrontava. Era visita frequente, dessas persistentes. Ela trouxe fotos de pessoas felizes, certamente para me humilhar. Eu respondi na defensiva "eu também já fui feliz", "fotos são apenas cenas congeladas". Ela sorriu irônica. Eu forcei um sorriso cinza, para mostrar que eu também tenho dentes, inclusive caninos. Eu abri um livro e li em voz alta um poema. Um poema certeiro e brutal. A tristeza se sentiu ameaçada. E foi vingativa. Falou a palavra "amor", como quem me lembra da ausência desse sentimento em minha vida. Eu me calei, cansada de argumento, apenas virei o rosto e pronunciei "agora tanto faz". E chorei. A tristeza sentiu que triunfou, mas eu enxuguei as lágrimas e coloquei para tocar minha música preferida. A música me tocou profundamente. Eu faleu "como é incrível a arte". E lentamente adormeci. Sonhei com um quadro de Monet, com acordes e melodias. Acordei no dia seguinte, meio sonolenta, e o sol raiava no horizonte. Sozinha na sala eu tomei um café quente e despertei para o dia.

O céu lá fora estava limpo, e a noite, silenciosa. Quando o sono finalmente veio, foi intenso, sonhou com uma sombra escura que se aproximava e chamava por seu nome. Era o mesmo sonho que tivera antes, ainda em Aereth, mas agora o cenário havia mudado: ele estava em Arkandor, entre ruínas antigas, quando a sombra o alcançava.

Elliot Pavel e o mundo escondido

A dor não avisa quando chega.
Ela não pede passagem, não explica o que veio ensinar. Apenas atravessa e, no caminho, desmonta certezas, derruba expectativas, desfaz versões nossas que já não se sustentavam. No início, a gente luta contra ela. Questiona. Implora respostas. Revira o passado como quem procura um detalhe capaz de mudar o fim. Mas a dor não negocia. E o tempo não responde. Ele apenas segue.
É nesse silêncio que algo começa a se mover por dentro.
Nada muda de repente. Não existe virada bonita, nem cura cinematográfica. A mudança acontece nos intervalos, entre um choro contido e outro, entre noites em claro e manhãs que chegam sem prometer nada. A dor vai afinando o olhar, desacelerando o coração, quebrando a pressa de ser forte o tempo todo.
Sentir dói, mas não sentir custa mais caro.
Porque é no excesso de sentimento que moram a coragem, a entrega e a verdade. Não há fraqueza em sentir fundo. Há humanidade. Há risco. Há vida.
Com o passar do tempo, aquilo que era ferida aberta começa a fechar. Não some, transforma. Vira marca, vira memória, vira aprendizado silencioso. A cicatriz não grita mais, mas conta histórias. Lembra que fomos frágeis e ainda assim seguimos. Que acreditamos em promessas que não ficaram, mas não deixamos de acreditar no amor. Que nos perdemos e mesmo assim encontramos outros caminhos de volta, ainda que levassem a versões diferentes de nós.
Depois da dor, o mundo muda de tom.
A gente passa a enxergar valor no que antes parecia pequeno. Um abraço que não exige explicação, um olhar que permanece, um silêncio que acolhe. Aprende a não mendigar presença. Aprende a não ficar quando não há verdade. Aprende a ir quando o coração já disse tudo. Isso não é frieza, é maturidade. É entender que nem tudo que machuca precisa ser resolvido. Algumas dores só pedem espaço para existir.
Sentir continua sendo o centro de tudo.
É o que dá densidade ao amor, profundidade à saudade e sentido ao tempo. E o tempo não apaga, ele ensina. Ele suaviza o desespero, transforma ausência em lembrança e dor em sabedoria. Quando percebemos, já não somos os mesmos. O que antes feria, agora orienta. O que quebrava, agora molda. O que partiu permanece apenas como parte da história, nunca como o final.
A dor não vem para nos destruir, apesar da aparência.
Ela vem revelar forças escondidas, camadas que só emergem quando tudo parece ruir. E quando o barulho interno finalmente silencia, a gente entende, com calma e verdade.
Sobreviver ao que um dia achamos que não suportaríamos é uma das formas mais bonitas de continuar vivendo.