Vamos ser Amigos sim
Inútil? Pudera! O capital hipócrita que faz do ser humano um rato fissurado, então, desapegado das lucrosas virtudes que pelo canal do esgoto se esvairam no desgosto.
Ame-se. Enamore-se. Apaixone-se. Se queira bem. Seja o que quiser ser. E seja feliz. Faça-o. E se não o fizer, ao menos tente.
Sou ser, mas nem sempre humano. Sou tudo e nada. E quase sempre reduzo-me a ser coração. Platônico. Estreme.
Haverão novos obstáculos, novas cargas a serem carregadas. Tudo deve ser vivido no seu tempo. E desfrutado no seu momento. Até que se perca o sabor. Aí então é hora de se libertar. E praticar o desapego.
Sentir. E ser. Isso me basta.
Não me pergunte quem sou. Não me dêem a difícil tarefa de me descrever, não sei se encontraria em meu vasto vocabulário palavras para definir o que sou.
Na realidade desconheço.
Eu não quero me entender, não pretendo me decifrar.
Perderia toda a graça de me ser.
O que me encanta em não saber quem sou é o mistério. Me excita a quase descoberta da matéria que me constitui. O prazer de desbravar cada pedaço de vida espalhado pelo tempo. Tentar juntar os cacos do que sou.
Gosto de me encontrar no oco de mim, de sentir o sabor desconhecido das minhas sensações. Como provar um fruto até então desconhecido. Descobri o doce e o amargo que existe no meu eu mais profundo. Experimentar ser o que sou. O que não sei se sou.
Sinto o êxtase quando caio no vazio de mim mesma e chego ao âmago do meu ser. Chego a essência. Mas não decifro a matéria. Não vejo.
Apenas sinto o que sou, mas a descoberta cai no largo do esquecimento quando retorno ao meu extrínseco. Quando me perco novamente.
Sou só mistério, matéria oculta e incompreesível a mim mesma.
Se ousasse me revelar talvez deixasse, eu, de existir. Não quero conhecer.
Quero apenas sentir. E ser.
É vasto. E me basta.
FELIZ
"Eu sou feliz, porque aprendi a ser nas minhas realizações pessoais,sou feliz, porquê consegui juntar os cacos do meu coração despedaçado e segui em frente.
Sou feliz e não vivo do passado..."
Voce acha Michael Jackson estranho?
ENtao voce me acha estranh tambem !
Pois é pode ate ser .. Mas isso é o que me destaca dos iguais!
Algumas pessoas sempre sabem o que tem que ser feito, mas por vários motivos não o fazem, seja por preguiça ou medo, acabam ficando paradas, não agindo. Hoje eu decidi fazer o que for necessário para ser feliz, hoje levantei e decidi fazer tudo que eu estava adiando para fazer, decidi levantar e ter um ótimo dia, decidi levantar e ser uma pessoa capaz de tudo que desejar."
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Eu só posso ser uma descontrolada, tresloucada. Só posso sentir uma paixão assolapada …por ti.
Não sei de ti…não te vejo…não te quero. Não sei. Não vejo…não quero!!!
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Não te quero, só porque não te vejo…
Não te vejo porque não te procuro…e não te procuro, porque sei o quanto te destabilizo se o fizer…
Não sei de ti…não te vejo... não te quero. Não sei. Não vejo…não quero!!!
Minto. Iludo. Finjo. Simulo…
Ser simplesmente a Raiz, nascer pequeno, frágil...
Procurar espaço entre os grãos da terra, da areia e pedras.
Encostar suavemente e com extrema delicadeza desviar, esgueirando-se entre minúsculos veios da terra, procurando alimento e água para dar sustento necessário à pequena planta que enfrenta o desconhecido e perigoso mundo exterior.
Ser moralista é ter uma visão de vida em harmonia e equilíbrio, baseada é claro em princípios morais.
Olho mas não vejo..
Porque o meu ver está cercado de passividade
E o meu olhar deve ser ativo
Tornando-se vivo a cada reflexão
De observar o mundo
Para viver o mundo.
POEMAS LEVEDADOS
Faço poemas
Como se faz pão caseiro:
A massa tem de ser misturada,
Atritada, homogeneizada, levedada.
Os ingredientes que formam
A “massa” de meus poemas
São: meus pensamentos, minha emoções,
E minhas sensações.
Dois “recipientes” básicos são usados
Na preparação de meus poemas:
Minha mente e meu coração.
O processo de levedura
- Como no pão caseiro –
Às vezes é demorado,
Depende das “condições climáticas”:
Quanto mais quente melhor.
Só escrevo poema
Sob pressão e calor.
A mente e o coração
Têm de estar em ebulição.
Às vezes, como no pão caseiro,
Meus poemas saem meio puxados
No “sal e/ou no açúcar”;
É que, já me disseram,
Sou um tanto quanto exagerado
Ao expressar meus sentimentos.
