Vamos ser Amigos sim
O conceito que temos de alguém é relativo quando conhecemos a pessoa superficialmente. o ser humano idealiza muitas personalidades que se perdem com o tempo. Ainda bem!
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Renata Carneiro
Aprendi hoje que a paixão é um estado de alma
demora vinte segundos a ser sentida,
dez anos a ser esquecida
mas quando é correspondida dura toda uma vida.
O medo vem do céu covarde
Quando acordar pode ser tarde
O seu sofá parece um beck,
confortável atraente, mais acaba.
Eu não tenho nada pra fazer a não ser pensar por que o mundo é quem nos ensina nos obrigando a acreditar.
Ser professor não é simplesmente entrar numa sala de aula e ministrar a aula, ser professor vai muito mais, além disso.
Ser professor, vai além da sala de aula, atravessando paredes, pulando muros, enfrentando barreiras.
Nem um ser humano é profundamente feliz sozinho, precisamos sempre amar um outro para que nosso espírito esteja válido, dando fundamento à nossa existência.
Cassificamos o Amor como: Simples, mas poucos sabem Amar! Se todos soubesse Amar, Jesus não precisaria voltar.
Ser poeta é transformar sonhos em palavras, é sonhar e viver
Ser poeta é dormir acordado, acordar dormindo
Ser poeta é cantar calada as dores, contar com o silêncio,
Ser poeta é viver paixões e amores...
Ser poeta é se apaixonar pelas cores, seduzir mares...flores.
Ser poeta é chorar sem lágrimas, sorrir sem graça
Ser poeta é viver a vida sem compromisso...é ser criança.
Ser poeta é abraçar o vento, voar com a lua, viajar na rua...
Ser poeta é dedilhar violinos, tocar violão.
Ser poeta é correr no mato, seduzir a emoção
Ser poeta é tomar sorvete na madrugada, rolar no mato.
Ser poeta é ser amante da prosa, casado com os versos,
Ser poeta é se entregar a roça
Ser poeta é ser louco...apaixonado.
Ser poeta e pular escadas, subir montes...
Ser poeta é dormir com o frio, acordar com a noite
Ser poeta é fazer amor com a loucura, loucos.
Ser poeta é escrever livros sem meios, sem começos...
Ser poeta é escolher o fim da história.
Ser poeta...eu e você, juntos na poesia !
Está doendo tanto,
Mas sei que a dor vai um dia acalmar.
Talvez não consiga esquecer,
Mas não será triste lembrar.
Você chegou como vendo,
Se foi como tempestade.
Deixou meu mundo devastado,
Não, não me fez mal.
Só tirou td do lugar,
Me tirou do meu lugar de conforto.
Tempestades se manifestam assim,
Marcam assim...
Você marcou,
Mas deixou td em pedaços.
Só sobraram destroços,
Partes minhas espalhadas no chão da vida.
O que farei sem você?
Onde encontrarei alegria ao acordar,
Onde estarei seguro?
Não tenho respostas a essas e várias outras perguntas que se formam em minha mente.
Solidão? Não sei se sentirei.
Saudades?
Sem dúvida alguma.
Tristeza será meu alimento diário, até que, meus pedaços se juntem novamente.
Alegria?
Essa nunca mais será completa...
Mesmo quando alguém vier e, com calma e paciência, levantar novas moradas, novas praças, nova vida.
Jamais serei o mesmo.
Quero parar de chorar, mas como se, me corto com meus cacos?!!
Vou viver, não apenas por viver... Não sou dessas pessoas que desiste da vida, por amores não correspondidos.
Um dia, quem sabe, você volte e, cole os pedaços, me traga alegria e seja meu sol eterno...?
Mas isso são só esperanças de um coração em pedaços...
Tudo que e contrario a Deus é contrário a mim, e tudo que contrário a mim e pode ser contrário a Deus.
uns usa a mentira pra implantar o que deveria ser a verdade, criando sonhos, que nos corações dos outros jamais se tornara realidade
Não podemos distorcer a função e o sentido (teórico e prático) da Escola, ela não pode ser encarada como uma Instituição de caridade/ altruísmo/ beneficência ou filantropia! Muito menos uma veste e postura de ‘ONG’, encarnando a ideia das boas aventuranças, de contemplação da misericórdia e piedade (atribuo esse papel as Igrejas- como também ao sentido religioso/ sagrado). O detentor de perdoar só cabe a Deus, passar a mão na cabeça só no estágio do fraldário ou no mínimo da Creche, abraçar o ambiente escolar como uma propositura de residência familiar (papai, mamãe, e filhinhos felizes, comportados e obedientes- isso não dá certo, é permitir-se em um erro avassalador). Não sejamos e nos portemos como confusos e perturbados (no que pede e tange alguns ramos da Escola Nova), cheia de direitos e deveres, mimos/ afagos/ carícias e meiguices, delicadezas, inversão de papéis e autoridade/ poder e comando, cobranças feitas e postas em um plano de mão (via) única, protecionismos, acareação dos que sempre tem razão (alunos), reducionismos e privilégios dos que financiam o bem estar da Educação visando sempre o alvo do Verdinho Escuro (leve suspeita e desconfiança dos reais valores nos bancos de dados e índices no sistema educacional). A Escola é e deve ser sempre sinônimo de transparência (por vocação), equidade (como justiça), ética e moralidade (como condutores aplicados aos princípios e valores) da: competência, da habilidade, do mérito, no compromisso, do esforço e da dedicação exclusiva à busca pelo conhecimento e pacto com a sabedoria.
Uma das grandes marcas da contemporaneidade, e a propositura e reafirmação do ser humano em um completo e constante estágio no vazio, na angustia, perdido e vagando para lugar nenhum, melancólico e reprimido, atormentado e inquieto, atribulado e em constante embargo, aflito e diante de incertezas/ inseguranças/ dúvidas, amargurado e muitas vezes sem um norte, fugindo/ se escondendo da voracidade e do implacável real- propiciando sempre os dogmas e incongruências do ideal e do possível. É em síntese um retrato fiel das condicionantes que nos completam e nos amordaçam, perante a trajetória no acaso, do íntimo e do voraz silêncio que nos aflige. Essas são características sólidas, palpáveis, alternadas de desconfiança e incompreensão nos passos no deserto. Não visto e revigoro o drástico à toa (me atesto e me aprimoro), não contemplo a tragédia (apesar de acha-la fascinante e necessária, grosso modo), me debruço e encarno o cético (procedimento fundamental na construção do pensamento racional). Tenho simpatia, afinidade e uma leve sensação de espanto com o Niilismo (uma etapa a fundo- no abismo das garantias e incoerências das relações humanas).
