Valores Sociais
Ultimamente observo o mundo do jeito que ele é, 99% de futilidades e 1% de verdade. Em redes sociais pessoas brincam com coisas sérias, e se acham engraçadas a todo o momento. Gostam dos Likes, mas se esquecem que depois que você desligar as suas curtidas, ninguém esta nem ai pra você. Por um mundo menos fútil.
As gravidas e recém maes centram-se apenas na gravidez e no bebé, descurando as relaçoes sociais, isto é um erro que pode custar caro ao relacionamento
Eu continuo vendo tuas redes sociais, continuo procurando saber de sua vida. Continuo olhando sua foto e escutando aquelas musicas que me lembra você. Eu continuo insistindo em algo que eu sei que não vai mais dar certo, que já teve um fim e não tem mais volta. Continuo me lamentando pelo que já foi, pelo que poderia ter sido e não foi. Ainda vou dormir com você no pensamento, ainda choro de saudade. Ainda penso em voltar atrás, mas jurei pra mim mesma que não olharia para trás, não dessa vez, não agora que eu estou quase superando você, mesmo ainda sentindo sua falta, mesmo ainda te amando.
Vá ao velório sem medo.
As cerimônias funéreas fazem parte dos eventos sociais que nos obrigam, mais ou menos, a frequentá-las cotidianamente, ainda que contra a vontade. Não obstante que involuntário, mesmo no próprio velório, podemos causar constrangimento.
Neste compendio distribuirei conselhos guardados ao longo de vasta experiência pessoal. Espero que sirva aos vivos. Posto que, os velórios, são para os vivos mesmo.
Perguntas e respostas para quem não quer pagar mico em velório.
- Esses conselhos só servem para velório de estranho?
- É claro. Se for um parente muito próximo, você não terá tempo de ler nada disso.
-“Descansou”! É uma resposta que serve em todos os casos?
- Não. Só para defuntos maiores de 50 e que estejam sofrendo de doença crônica há muito tempo (nunca use em caso de acidentes).
- Se eu for ao velório, sou obrigado a me aproximar do defunto?
- É. Afinal você foi lá para isso. Mas não é obrigado a ir ao velório.
- Quando alguém entra em crise de choro ao nosso lado, fazemos o quê?
- Qualquer coisa, menos entrar, também, em crise de choro.
- E se a pessoa desmaiar?
- Se afaste um passo (mais ou menos um metro) da pessoa, olhe para ela e conte (em silêncio) até três. Se ninguém vier socorrê-la ofereça-se para ajuda-la.
- Quanto tempo devemos ficar próximo ao caixão?
- Até que a pessoa (a viva é claro – parente, colega de trabalho, vizinho, etc.) que te levou a ir ao velório te veja.
- E se eu quiser ficar mais?
- Problema seu.
- Quando estou próximo ao caixão e alguém que não conheço chega e pergunta (sobre o defunto): “Está inchado, não está?”
- Faça cara de estátua e responda baixinho, no ouvido da pessoa: “Você achou?” e já saia de perto.
- Quando damos crise de rir em velório, o que fazemos?
- Se já é um hábito, não vá. Mas, se vier de repente, pode fingir que está quase espirrando, e sair logo, sem empurrar as pessoas. Não pare até estar fora do velório. Não volte.
No próximo post trarei outros conselhos (são páginas e páginas). Espero estar prestando algum serviço.
Ozimpio
As redes sociais hoje em dia se tornaram um campo de guerra.
Metade das pessoas utiliza para metralhar alguém, enquanto a outra metade de certa forma alienada ou ignorante fica na torcida, só assistindo.
Recomendo algo bem mais útil, que tal ler um livro na metade do tempo que você passa nas redes sociais?
Edifica, te faz ganhar tempo e inteligência.
Julgar um comportamento fora dos padrões sociais de cada pessoa tudo bem; Mas Julgar o caráter do ser humano sem conhece-lo é covardia.
Nossos problemas sociais são a corolária de um povo que sobrevive de promessas, migalhas e muita ignorância, abarrotados de impostos e dívidas para sustentar o luxo de poucos.
O conjunto de direitos civis, políticos e sociais que nos são reservados constitui a base para o exercício da cidadania. No entanto, é preciso ter consciência de que a estrada para a cidadania é uma via de mão dupla, em que o cumprimento de deveres possibilita o exercício de direitos, tanto por parte do cidadão como por parte do Estado. Por isso, não podemos exercer a cidadania se trafegamos apenas em um sentido, seja o da busca por direitos ou tão somente o do cumprimento de deveres.
O dia que as pessoas entenderem que as coisas de amor não precisam de redes sociais, vão viver com mais intensidade e liberdade a própria vida.
A espetacularização da humilhação é a prova cabal de que infelizmente as redes sociais estão perdendo completamente o sentido para o qual foram criadas. Vale tudo um prol de alguns minutinhos de fama na web, nem que seja de forma negativa. É por isso que cada vez mais crescem o número de brigas, nudez, agressões, linchamentos. A humilhação pública virou uma espécie de troféu. A beleza virou ofensa, a inteligência humilhação e a educação soberba. Dessa forma a nossa sociedade está criando uma espécie de tribunal inquisidor da humilhação, onde ser normal é crime, e deve ser severamente punido, para deleite dos cinegrafistas e telespectadores amadores. Estamos diante de um espetáculo dantesco de exaltação da ignorância humana.
O julgamento nas redes sociais é muito rápido e extremamente injusto. Ele não dá oportunidade a vítima de defesa, qualquer pisada na bola, por menor que seja, e a pessoa vira alvo de uma avalanche de críticas e ameaças. Só acho que as pessoas deveriam ter mais calma com os pré-julgamentos, pois são tão graves quanto o preconceito.
Assistimos pela Tv sempre os mesmos problemas Brasileiros , reclamamos dos mesmos problemas sociais, educacionais e principalmente da Saúde, Votamos sempre nos mesmos partidos que sempre falam as mesmas coisas e prometem sempre o que jamais fariam .Sabemos que corrupção é o mesmo que má administração que rima com ladrão e que nós brasileiros aprendemos a dar 100 anos de perdão. ASSIM TERMINAREMOS O ANO. COM AS MESMAS VINHETAS DA GLOBO, COM AS MESMAS MUSICAS "O FUTURO JÁ COMEÇOU"...E assim continuo com o mesmo nojo político, porém com muita vontade de ajudar quem quer ajuda sem esperar um voto em troca.
Não escolho as palavras, são elas que pulam do teclado para as redes sociais...
Apenas sou o agente desse intercambio doido!
As "oportunidades" de falcatruas que os problemas sociais crônicos oferecem, fazem com que não haja interesse em suas soluções.
Assumi o papel de pacificadora, em virtude de “proibições sociais” continuo me aceitando gordinha. Na minha concepção, oferecer um prêmio por fazer algo é o mesmo que declarar que esse algo não vale a pena ser feito por si mesmo.
O interesse é sempre egoísta, penso eu. Uma recompensa deveria ser, na maior parte das vezes, subjetiva: autossatisfação pelo trabalho realizado. Por muitas vezes fui impedida de manifestar minha opinião.
Sou capaz de pensar, refletir, discutir, ter opiniões, participar, decidir o que quero e o que não quero, sou gente, sou ser humano. Sempre me senti bem quando estou junto das pessoas que me agradam, os semelhantes se atraem.
Percepções podem ser falhas e podem ser modificadas, temos a tendência a rotular as pessoas, compreender as bases do preconceito é uma maneira de combatê-lo. Incentivar mais do que punir, orientar mais do que forçar e compreender mais do que julgar.
Por muitas vezes, o meio social desfavorecido aprisiona nossa alegria, curiosidade, originalidade, adaptabilidade e clima de liberdade. O que é feito com má vontade não produz aprendizagem e muito menos realização.
Sou autêntica quando me apresento como realmente sou, sem disfarces ou máscaras, tendemos a ser muito compreensivos em relação a nossos próprios defeitos e falhas, e pouco compreensivos com as imperfeições dos outros.
Não tenho nem opiniões fixas e às vezes nem bom senso, entendo que o que é dado com consciência deve ser retribuído com consciência também. Houve uma modificação em mim, em termos de relacionamento com as pessoas, de pensar mais em função do próximo e me aceitar como sou.
Cada um tem liberdade para concordar ou não com a opinião dos outros, mas precisa também fundamentar seu ponto de vista, sua discordância com educação, com sentimentos e qualidades ao se expressar.
Sou um ser imperfeito que busca se desenvolver, estou em contínuo aprendizado. Não me permito estimulas o conformismo, a passividade, a imitação e a repetição do que os outros fazem.
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