Vaidade
"A vaidade me fazendo sentir melhor do que realmente sou é tão nocivo quanto a baixa autoestima me fazendo sentir a pior das criaturas."
Amor-próprio nada tem a ver com vaidade, aliás, nem sei quem fez essa correlação. A vaidade é transitória, enquanto o amor-próprio é autopercepção. A vaidade pode melhorar a imagem no espelho e criar disputas na nossa imaginação, mas o amor-próprio pode redirecionar essa energia para uma melhor direção. A vaidade nos faz querer manter relações fracassadas e amizades que não manifestam a mesma consideração, traz a vontade de se justificar constantemente e vende nossa paz por qualquer ilusão. Já o amor-próprio nos protege desses prejuízos e está mais relacionado a um verdadeiro encontro consigo mesmo, priorizando o bem-estar e promovendo a lucidez e a razão.
Não conheces os prazeres de uma taça de vinho, talvez por isso julgas minha vaidade, pois nunca se embebedou com a sua.
" Meus filhos,jamais deixe a porta do perdão trancada entre os abismos do orgulho e da vaidade a quem quer que seja,pois a qualquer momento você também poderá precisar dela amplamente escanrada para tua própria paz. "
Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente.
Verdadeiro ensino vem do Espírito Santo, quem prega por dinheiro e reconhecimento humano, vaidade, é o mercenário, quem em seu ensino subjuga e oprime, é o Diabo, Cristo é o Bom Pastor. Imite o Cristo!
"A vaidade é como um jardim de flores artificiais, onde a beleza é efêmera e a essência é ausente."
Que lucrei, eu, Senhor com o tempo perdido?
Num e noutro despojo me achando o que a vaidade me propôs...
Nunca mostramos o que somos, senão quando entendemos que ninguém nos vê...
Mas se ninguém nos vê o que importa afinal ser ou parecer?
Escoar-se é um desperdício...
Assim como aprisionar o vento...
Pouco se ganha...
Tanto se perde...
Tantas coisas sem sentido...
Homem que sou...
Ó divina esperança onde estás que comigo brinca...
E não me convida à dança...
Tu que transforma os sombrios pedadelos em sonhos dourados...
Que nos inflige e nos obriga a levantar da cama...
Virgem de eterno devaneio...
Que hoje minhas mãos não alcançam...
A rotina é tão pesarosa...
As mesmas pessoas enfadonhas...
Dentro de mim, a noite escura e fria se anuncia...
Que me olhar não se perca...
Entre tantos outros que passam...
E farto de fadigas...
E de fragilidades tantas...
Que amanhã...
Em outro dia...
Então...
Eu floresça...
Sandro Paschoal Nogueira
Teu enfermo é meu, mas não tua enfermidade, vaidade e arrogância são flagelos que vos consome a alma.
