Vai La com ele Entao

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Algo me diz, lá no fundo, que absolutamente tudo pelo que tenho passado é e vai ser muito importante

Inserida por ludmilalucca

É uma questão de tempo pra eu encontrá-la novamente. Sentir abraços, sentir carinhos, sentir coisas que não são normais ao meu ser, sentir um frio súbito na barriga. Sentir saudade até quando ela vai dormir na sala ao lado. (Eu não gosto quando ela faz isso. Cabem dois corpos numa cama de solteiro sim!)
Ela implora para que eu agüente firme, mas algo me preocupa: Até quando? Quando é que eu vou conseguir anular toda essa necessidade dela que surge em mim a cada dia? Não, não é fácil. É como ter a melhor parte de ti em outra parte do mundo. Eu busco. Busco na noite, busco as mãos dela no escuro; busco até no claro. E encontro só o silêncio. Ela está no silêncio também. Ela está em mim. Dentro e fora.

Inserida por henriquepaiva

SONETO XIII

E a chuva cai la fora
E traz consigo a solidão
Uma dor que nao vai embora
Algo que não tem explicaçao
Por que fazer sofrer
Pra que fazer chorar
Será que nao fiz merecer
Nao foi suficiente te amar
Por amar voçe mais que eu
Tive que fazer o que fiz
Foi o que ela respondeu
Pra te ver feliz

Inserida por Drive

Com sutileza, com saudade, um reencontro. Para ele foi estranho revê-la depois de tantos desencontros, ora bolas, eles já não eram mais o que deveriam ser.

Uma ideia louca, ele não pensou duas vezes, ligou, e disse ‘desce, tou chegando por aí em 5 minutos’, escutou uma pausa do outro lado e um ‘ta bom’, e pronto, isso foi o suficiente. Acelerou o carro, cheio de ideias na cabeça, ideias nem boas nem ruins, ideias que não passavam de loucura, até certo modo.

Daniel sorriu quando passou pelo segundo semaforo amarelo pensando ‘nossa estou realmente apressado, ok vou diminuir, não posso dar tanta moral’ e foi indo mais devagar, não que ele estivesse menos ansioso.

Isabel se olhou no espelho rapidamente e deu de ombros se encaminhando pra porta da frente ‘não Isabel, você não vai se arrumar nem se perfumar pra ele’.

Acontece que nenhum dos dois queria dar o braço a torcer, estavam afastados, e nem sabiam o porque, ela tinha relatado isso em uma das noites anteriores, dizendo que ‘parece que você não faz mais questão de mim’, enquanto ele sempre mudava de assunto de uma forma tenaz.

Quando ele chegou na portaria, não precisou nem pedir para o porteiro chamá-la, já estava ali sorridente. Um abraço de mais de cinco segundos, onde o tempo parou, para os dois, e para o mundo. Troca de sorrisos, e comentários afiados.

-Sabe o que eu tava pensando esses dias? Uma viagem minha… – ela ergueu a sobrancelha como se pedisse para ele continuar – nossos nomes terminam com ‘el’, o meu começa com D, que é a terceira consoante do alfabeto, o teu com I, que é a terceira vogal, ambos tem seis letras…

-Que viagem doida hein?

-É eu sei, e ainda somos ambos de Escorpião, tu nascesse no dia 04 e eu dia 09, sendo que D é a 4ª letra do alfabeto e I é a 9ª… Sem contar os sobrenomes… Gosto dessas viagens, numerologia… É bizarro, mas é legal… – ele parou de falar olhou pra ela, e os dois cairam na gargalhada, era sempre assim.

Conversinhas bestas, relatos de casinhos ao acaso para provocar ciumes, e ele com sutileza, e grande destreza, aos poucos ia ganhando terreno, sem nem saber pra quê, só gostava de vê-la corada.

-Você confia em mim?

-Claro que confio.

E ela deixou ele beijar sua testa dizendo ‘beijo na testa quer dizer respeito’, deixou-o tocar seu nariz com os lábios enunciando ‘aqui quer dizer carinho’, em seguida nas bochechas ‘aqui é amizade’, uma pausa no queixo ‘aqui é que te quero’, e por ultimo parou seus lábios a poucos centimetros dos dela falando ‘e aqui é que te amo, mas não vou fazer isso’.

Os dois cairam na gargalhada, ela corada deu de ombros, e ele riu mais ainda.

-Como se eu fosse te beijar.

-Ah, mas tu ia. – ele falou com toda a certeza do mundo, como sempre fazia.

-Puft. Ia demais.

-É assim sempre, o homem tem que andar 90%, a mulher os outros 10.

-Como assim?

-’Hitch, o conselheiro amoroso’ nunca assistiu?

-Assisti, faz um tempão! Não lembro de mais nada.

-Bem ele diz que o homem avança 90% e depois a mulher avança os outros 10, não é bem assim, antes que o homem chegue aos 90, a mulher ja começou a avançar os 10, porque ninguem espera um beijo parado não é?

-Hmm.

-Besta – e ele deu um peteleco na sua testa.

Mais um pouco de conversas de provocações e ciumes, e ele anunciou sua partida, nem deveria estar ali, estava no seu horário de almoço, e ia ter que comer um espetinho as pressas para que sua chefe não pedisse que ele fizesse hora extra.

-Antes disso, vem cá…

-Sai Dan! – ela tentou se desvencilhar dele, mas aos poucos deixava ele chegar mais perto. – você ta vendo que é você que tá avançando os 100% né?

-Eu não me importo com você… – e ele roubou uma mordida dos seus lábios, ela não reagiu, era a única forma de impedi-lo, ela já sabia disso, por experiencias anteriores. – tem certeza então? – ele disse sorrindo.

-Tenho – ela se levantou quando ele afrouxou o aperto – vem eu te levo lá na saída.

-Hmm – ele foi calado até que chegaram na escada entre o mezanino e a portaria, colocou dois dedos no abdomen dela, parando-a de frente pra ele, e a tomou nos braços.

-Daniel, não.

-Porque não?

-Nunca dá certo isso.

-Pra mim sempre dá certo. – e ele mordeu seus lábios, mordeu como só ele sabia fazer.

-Nããão… – ela ofegou em meio aos beijos dela, e não resistiu mais, deixou-o fazer o que queria, pois era o que ela tambem queria.

Os dois aprofundaram o beijo, e, de repente, pararam.

-Satisfeito?

-Muito. – ele sorriu e desceu as escadas calmamente.

-Não deviamos fazer isso…

-Mas nós fazemos, é o que somos. – ele pausou, deu um grande abraço nela, e sussurrou em seu ouvido – eu te amo.

-Tambem te amo – ela falou intensificando o abraço, e sem querer, acabou deixando-o ir.

Quando o porteiro abriu o portão pra ele sair, ela disse.

-Vai, e vê se coloca juízo na tua cabeça!

Ele pausou, olhou-a de lado de um sorriso e virou para frente falando, para que ela não visse o sorriso largo que se estendia em seu rosto.

-Ela já tem, quem não tem, é meu coração!

E levantou a mão num aceno de despedida, abrindo o carro com o alarme. Eles eram assim, nada muito simples, nem muito complicado, só se amavam, sem precisarem monopolizar um ao outro.

Inserida por brunomtop

E lá ia ele, sem prestar no caminho atenção
Era mais um desses inumeros filhos de Adão
Que todos os dias perdem mais uma daslições
Ensinadas naquela lendária criação
E sem perceber tragados são
Para um mundo cheio de desilusões

Ia alegre e entusiasmado
Só por estar bobamente apaixonado
Por aquela filha de eva
Que tão pura parecia ser,
Mas que sem perceber passou a ter
A mais sombria das trevas

E nenhum dos dois percebeu tal fato
Até que um acidente envolvendo um pobre gato
A fez mostrar sua verdadeira face
Uma dignissima e fria classe
Diante da ceifadora silenciosa e calma
Que vinha lhe roubar a alma

Foi aí que ele percebeu a grande ofensa
Que sua amada cometeu ao ignorar a morte
Sem perceber que estava abusando da sorte
Ao encará-la com total indiferença
Pobre criança, foi levada tão jovem
Pela foice que os túmulos movem

Levando consigo também o inocente coração
Daquele coitado filho de Adão
Que outrora era tão sorridente
Agora acabou por ser tão cruelmente
Para com aquelas pessoas que ficam comovidas
Com o final de uma qualquer vida

Pobre e tolo filho de Adão
Tão jovem e tão inocente
Nunca percebeu que para a Morte
Não importa o quão seja forte
Sempre terá um vulnerável coração
Que possa ser emagado cruelmente

E foi só quando solitário morreu
Que lembrou daquela lição
Ensinada ao seu antepassado chamado Adão
E finalmente percebeu
Que não deveria anseiar mulher aleia
Senão acabaria preso numa viciosa teia

Tecida pelo pobre coitado
Que teve seu amor roubado
E acabou por inconscientemente desejar
A morte daqueles dois foram se amar
Sem se importar com seus sentimentos
Geradores dos frios pensamentos
Culpados pela infortúnia sorte
Que abateu os amantes com a morte

Inserida por brunomtop

Mais uma vez lá ia solitário o rato,
Fugindo para não acabar em algum prato,
Fugiu tanto que acabou chegando no topo de uma montanha,
O medo pela altura fez gelar todas suas entranhas,
Não estava acostumado com tais altitudes,
De fato, começava a questionar suas virtudes,
Afinal estava sempre fugindo desesperado,
Jamais fora por alguém respeitado,
Não entendia o porquê de existir,
Uma criatura que estava fadada a nunca sorrir...

E como de costume levou um grande susto,
Ao ver que bem acima de si, havia um imenso busto.
O busto de uma águia imponente,
Que observava o horizonte com algo em mente,
Parecia incorfomada assim como o rato,
Talvez por acreditar que não tinha um talento nato.

'O que te aflinges grande autarquia?'
O pequinino se pronunciou enquanto pelas garras da águia subia.
Não soube o que levou a se manifestar,
Mas sabia que se tivesse ficado muito tempo parado,
Com o tempo, talvez fosse notado,
E poderia acabar como jantar.

'Oh não tinha te percebido pequenino...
Não é nada, só que não entendo porque existo,
Sou só um pássaro que não tem um bom destino,
Nem sei porque estou pensando nisto,
Só sei que percebi o qual inútil,
Uma águia pode ser quando não é fútil...'

'Sinceramente não te entendo caro amigo...
Você é uma águia, o rei dos céus, rei das montanhas,
Se eu tivesse seu imenso porte sempre comigo,
Aposto que todos meus inimigos temeriam-me de forma tamanha,
Que nunca mais teria de me esconder de ninguém,
Sinceramente não sei porque você quer ser outro alguém'

'O que posso fazer amigo roedor?
Não sou tão rápido quanto um beija-flor,
Não sou tão elegante quanto um pavão,
Sou apenas uma ampliação do gavião...
Não me comparo com o grande condor,
Às vezes eu penso que sou só um perdedor...

'Você, um pequeno rato, esbanja sabedoria,
E é bem quisto pela grande maioria,
Já eu sou temido por uma minoria,
Que não percebe que sou só uma imitação fraca de uma harpia'
E então o rato percebeu de um estanho jeito,
Que mesmo aquele grande pássaro tão perfeito,
Tinha o mesmo problemático defeito,
Que ele, um roedor tão mal-feito.

'Acabei de enteder nossos problemas,
Na verdade não passa de um bobo dilema...
Todos estamos fadados a invejar,
Todos os que estamos fadados a admirar,
Sem perceber que sempre somos admirados,
Por todos aqueles que se mantém do nosso lado.
Estamos fadados porque não percebemos nossas virtudes,
Escondidas em nossas mais singelas atitudes,
Temos a mania de só olhar as costas alheias sempre cheias de luz,
Sem perceber que em cada um de nós também nas costas também produz,
Essa bela luz, e ela é a reunião de nossas qualidades,
Que não podemos estar bem localizado,
No centro de nossas costas, onde não temos visibilidade,
Que foi colocada lá como num perfeito plano divino,
O plano que controla todo nosso destino.'

Inserida por brunomtop

Pego meu barco e vou passear,
Só para ver se lá no além mar,
Há o que a tanto tempo estou a procurar,
Aquilo que tanto fiquei a sonhar.

Não importa se vou ficar sozinho,
Não importa se vou seguir só por esse caminho.
Só me importo em manter a esperança,
Pois ouvi que quem acredita sempre alcança.
É talvez eu ainda seja uma tola criança.

Não me importo quanto dure a jornada,
Só quero que no fim encontre minha amada,
Aquela que me faça sorrir,
Que faça meu coração se abrir.

Eu sei que não é tão fácil assim,
Mas não tenho como mudar isso em mim,
Essa caracteristica de acreditar na felicidade,
De acreditar que lá no fim,
Tudo tem um pouco de bondade.

Por isso pego meu barco e vou navegar,
De uma forma ou de outra algo vou encontrar,
Pode ser o tesouro que a tanto tempo estou a buscar,
Ou as surpresas que você só pode achar,
Se um dia for amigo do mar.

Já preparei o Tôp X,
Já tenho tudo que preciso no convés,
Agora é só partir,
E ver horizonte a minha frente se abrir.

Inserida por brunomtop

Mesmo que eu queira tê-la,
Não posso fazê-lo por hora,
Assim como não posso agora,
De presenteá-la com as estrelas.

Ela e seu sorriso maroto,
Me faz voltar a suspirar,
Como quando eu era um garoto,
Que acabara de se apaixonar.

O jeito como ela me provoca,
Quase que toda vez, meu coração sufoca,
E seus olhos de um modo inocente,
Não param de viciar a minha mente.

Toda noite eu vejo seu rosto,
E depois de admirá-lo com gosto,
Sinto o sabor de seus lábios,
Tão doces e enebriantes,
Que se tornaram viciantes.

Às vezes eu suponho,
Que ela fez porque quis,
Tomou conta dos meus sonhos,
E agora não sou dono nem do meu nariz.

Mesmo que ela não queira nada,
Eu sou um poeta deveras contumaz,
E sei que so vou encontra minha paz,
Quando tivermos um final feliz,
Digno do mais belo conto de fadas.

Inserida por brunomtop

Margarida realmente não sabe o que quer. Está sempre lá, quando quer estar cá, e vice-versa. Esse negócio de escolher, não é com ela, seu charme está justamente, na confusão que dá pra perceber em seus olhos de âmbar dourado.

Cabelo despenteado, vestidinho azul, seguindo na moda de Katy Perry, com seus cabelos cor de carmim ela segue chamando a atenção de inumeros pretendes, só que ela não tem pretensão sobre nenhum deles, simplesmente, porque seus desejos não podem ser atendidos, seu passado foi marcado por inúmeras desilusões. Também de três ex, e dois amigos, ela prefere não ter lembranças, simplesmente porque eles quiseram apenas ser egoístas.

Eu não sei se ela me considera um amigo, espero que sim, eu não quero nada além do seu bem, porém, acho difícil que ela um dia perceba isso, mágoa se torna trauma com tanta facilidade. Fica fantasiando que o amor é algo impossível, e que a beleza do romance está restrito as telas de cinema.

E assim, o tempo foi passando, ela se enrolando, dizendo que enquanto não achasse o certo, iria se divertindo com os errados, o problema é que ela nunca quis saber se eles eram o certo, ou o errado. Entre uma valsa e outra, ela vai mudando de ninho, pois o que mais tem medo, é de ficar sozinha. Mesmo sem querer se abrir com ninguém, pra ela o relacionamento nunca vai dar certo, tem validade.

Só que eis que aparece, um diferente, recitando cantadas de cafajeste, com uma voz rouca, esperando que ela inale seu charme. Ela se nega a admitir, diz que nada existe, que ele é ridiculo, por tentar algo tão… Sincero. Mas quem disse que ele desiste? Não, ele é apenas um louco que diz ser servo de Afrodite.

Eu desviei um pouco meu olhar, para observar minha amada dançar, e quando voltei meus olhos para Margarida, ela já estava com aquela reação lenta, toda vez que ele sussurrava em seu ouvido, ela ficava com aquele tipo especial de sorriso, mesmo sem admitir, ela já foi enlaçada pelo amor. Ele está no caminho certo.

A moral, é que o amor acerta até quem tem aversão a ele. Margarida nunca soube dançar, mas agora ela começa a gostar de valsar. Agora vou me calar, e voltar a ver minha amada dançar.

Inserida por brunomtop

“E ele sempre estaria lá, um parceiro silencioso. Foi o primeiro a me receber quando me formei no colégio e foi o último a sair quando fui para a faculdade. Minha mãe me contou que ele ficou horas na rua após eu me despedir”.

Inserida por isacalegari

Muitas vezes acontecem coisas conosco que até chega a parecer destino. E ele simplesmente estava lá , com o céu azul sob ele , com seus olhos de carvão a vasculhar o vasto horizonte .
Seus lábios se abriram num enorme sorriso , seus dentes cintilavam a luz do sol , então de uma hora para outra ele já estava caminhando pela areia quente e macia .
Por um segundo , seus olhos encontraram os meus e nesse mesmo segundo meu coração disparou , minhas mãos começaram a soar , mas após esse mesmo segundo , seus olhos não estavam mais em mim . e ele retornou a andar na direção oposta a minha , e foi assim que meu amor platônico se foi .

Inserida por thassya

Seja lá qual for os erros que eu tenha cometido. já paguei por todos.

Inserida por renew

Vou confessar!
Tenho um desejo escondido,
bem guardado,
lá no fundo do que dizem ser alma.
É meu
e é secreto!
Guardo-o até de mim mesma.
Se eu me contar,
poderei causar um desastre
ao que chamo de
"sossego camuflado".
Mas posso contar que
apreciá-lo seria único
e incrivelmente esplendoroso.
E mais uma vez confesso,
pouco me importaria
com o desastre
a mim pré-destinado.

Inserida por suzanneleal

A voz interior de cada um é muito sábia, devemos ouvi-la mais vezes.

Inserida por PaolaRhoden

Dor de amor é como fruta que amadurece,
Lá no alto da árvore e não conseguimos pegar.
Simplesmente observamos calados o seu despencar.

Inserida por martafelipe

D'AMORE SI MUORE..

"Quando vogliamo conoscere l'amore di Dio, dobbiamo risalire con la mente nei secoli e fermarci davanti a una croce piantata sul Calvario. Possiamo guardare quella scena e dire che Dio no ci ama? Quella croce parla del l'amore di Dio. Nessun ha amore piu grande che quello di dar la sua vita per i suoi amici.
Cristo, invece, ha dato la sua vita per i suoi nemici, per i suoi assassini, per coloro che lo odiavano. Lo spirito della croce del Calvario, è amore. Quando Gesu fu deriso, cosa disse? " Padre perdona loro, perché non sano quello che fanno" Questo è amore. Gesu non chiese che scendesse fuoco dal cielo per distruggere i suoi uccisori perché nel suo cuore non v'era che amore.Questa nostra visita immaginaria al Calvario insengna che, effettivamente, D'AMORE SI MUORE. L'amore di Dio non può essere conosciuto né misurato se non si vede pienamente espresso nella morte del suo figliolo."

Inserida por luferraz

Hoje tô meio sei lá eu acho que falata alguma coisa mais eu não sei o que é...

Inserida por jefernadinhah

Eu tinha escrito algo, passaram-se dias e aquilo permaneceu lá, algum sentimento tinha. Depois de uma invenção o que havia escrito foi deletado, apagado, triturado. Em palavras não existe mais. Em individualismo, ainda me resta descobrir.

Inserida por kakarruda

O que você faz quando algo é ruim pra você e ainda assim você não consegue deixá-la?
(Walk Away - música)

Inserida por Kenilda

Eterno...

Uma luz, lá no fim...
Túnel... Prefiro pontes.
Quiçá uma escada, ao céu...

Inserida por FrancismarPLeal