Util So quando Precisam
Lembro de quando meus olhos brilhavam,
era algo involuntário e puro,
hoje não veem o mundo nem as pessoas da mesma forma,
se tornaram opacos.
Quando um brasileiro falar mal do Brasil para o resto do mundo, é como ele expor o que acontece de ruim dentro de sua casa, para alguém que não pode resolver o problema.
Minha única promessa é que quando me procurar, verá sempre um sorriso no meu rosto. O mundo pode estar desabando, e eu, desacreditado. Nem que eu morra de rir do seu lado, mesmo que não seja tão verdadeiro quanto pareça, ou desabe quando passar pela porta de casa. Me recuso a carregar a tristeza no semblante, porque em algum lugar, posso ser inspiração para alguém. Um espelho trincado na parte de trás ainda pode refletir algo de bom. Te ofereço um sorriso, o que tenho, na esperança de que faça mais diferença para você do que faz para mim.
Quando penso nesse mar de ilusão
Quando vejo eu perdido em mim
Tenho para mim que a lua se afastou
Tenho para mim que a luz do sol sucumbiu
Se a vida que levo não se mostra nesse ápice
Se não vivo em uma louca euforia
Num pequeno quarto, no fim de um agosto frio.
Vejo pela janela alguns pássaros a voar
Tendo para mim que a liberdade é um privilégio
Enquanto os mortais procuram um sinal de alegria
Tenho se juntado a eles.
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Não tem limites nessa hora, a solidão da alma se vai para longe
Pois todos estão juntos e estamos sós nesse universo
Somos pequenos e grandes como o universo de uma célula
Iludidos imaginando, que por um acaso o sistema
Nos reserva algo maior
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Aaahh, como eu queria ser um pássaro
Livre e solto nessa imensidão
Nesse céu azul tão grande e calmo
Nesse universo ao alcance de minhas mãos
Mas dessa vez, não cai nessa, não sou mais um mero mortal
Sou um pássaro que voa nos pensamentos,
Livre em pequenos e grandes vislumbres imaginários
Num pequeno quarto no fim de um agosto frio
Dentro do vazio da sua alma
Revirando por dentro
Quando uma luz clarear
Grande é a quantidade
De diversidade
Você pode encontrar
Lembranças de uma noite fria
De mentes vazias
Vendo o luar
Ao ludo um lugar resplande
É uma memória doce
Uma noiva no altar
Logo assim, uma pomba sintilante
Regressa o caminho
Dos elementos tão claros
Que nos fazem enxergar
Que somos só almas tão grandes
Confusas o bastante
Para não nos achar
E quando a pomba sintulante
De um amor verdadeiro
Nos faz contemplar
Que temos tanta sorte grande
Memórias o bastante
Pra encher um mar
Que temos o amor de um amigo
Sorriso conhecido
Que nos alegrar
Veja então sua alma tão quente
Outrora pobre e doente
Te faz enchergar
Que a alma de um povo valente
Levanta tão fervente
Ao esperança alcançar
Sabe aquele momento, quando toda fala não faz mais sentido, quando a vista embaça pelo cansaço e o foco está no momento?
Esse é um tempo estranho, onde sinto a estranheza prevalecer, onde tudo escurece, onde o sentido não exite e sim o momento, um momento muito esclarecedor do nada de toda a minha vida, do escurecer da minha alma já escura, do fim da vida momentânea no presente e após isso o renascimento na realidade.
Quando já sabemos o que fazer e não fazemos, ou o que não fazer, e fazemos, isso indica apenas que não queremos. ‘Ah mas é porque eu não consigo’. Esse é o ponto: sem uma honesta, legítima e firme vontade, ninguém consegue. Daí a inutilidade de alguém entregar receitas de bolo prontas sobre o que fazer ou o que não fazer, se não estamos dispostos de verdade. Pior ainda se vermos a coisa como ‘obrigação’, e não como ‘movimento inteligente a nosso favor’. Será melhor então ignorar o que temos que fazer e o que temos que evitar, e deixar se manifestarem as consequências dessa negligência, que terão seu preço. Aí sim, quando pagarmos o preço, e doer no ‘bolso da alma’, o aprendizado se engendrará profundamente em nós, e dessa maneira sim passaremos a valorizar (porque passaremos a querer valorizar profundamente) futuros sinais do que é mais auspicioso fazer, e do que é mais auspicioso evitar. E só então enxergaremos como aqueles movimentos são de fato uma manifestação de inteligência, e não os veremos como imposição ao nosso ego.
Quando deixamos coisas tão óbvias serem desfocadas pelas promessas milagrosas de que a coisa vai dar certo, ou o contrário, sofremos. O óbvio sempre será o melhor sinalizador, pelo menos inicialmente.
Quando você é criança tudo parece ser apenas uma questão que desejar é já acontece, quando a gente cresce descobre que desejos são sonhos logo, quem não sonha não é Feliz é sem desejos...(Feliz dia das crianças).👏👏👏👏🎉🎊🎊
Autor: Léo Poeta
Quando todas as luzes de fora se apagarem, lembre-se que a maior de todas elas está dentro de você e que é dela que vem a chama que clareia os teus caminhos.
Uma das facetas da imaturidade se manifesta quando achamos que podemos ‘dar um jeitinho’ nas questões existenciais da vida, pela força do braço, como se definições cabalísticas pudessem ser mudadas ao bel prazer de nossas vontades e mimos.
Um problema grave para nós, surge quando esperamos que as pessoas se comportam como queremos, ou como achamos que nos comportaríamos se estivéssemos no lugar delas. O resultado desse tipo de expectativa, na maioria das vezes, é desarmonioso.
“PACIÊNCIA é uma flor rara, difícil de ser cultivada. Poucas pessoas a semeiam. Quando surge o primeiro broto, qualquer imprevisto o aniquila e impede o florescimento. Requer muita dedicação e desprendimento. Nas regiões urbanas ou com grande concentração de pessoas é sempre mais difícil cultivar a PACIÊNCIA. Muitos não conseguem mantê-la simultaneamente em casa e no ambiente de trabalho e acabam optando por um lugar fixo onde ela se adapta melhor. Dizem que é muito útil para quem convive com idosos e crianças. Por uma razão desconhecida, muitas famílias não conseguem manter o cultivo em ambientes com adolescentes. Para os amantes dessa espécie, é preciso insistir na empreitada: semeando, regando e cuidando. A cada vez que ela perece, tente um novo recomeço, porque a beleza da florada compensa o sacrifício e o preço. “
A mediocridade do homem se inicia quando esse se apega na busca da fama, glória e fortuna.Em detrimento ao preenchimento do seu vazio existencial.
Denis Henrique Martins.
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