Use o Silencio quando Ouvir
Quando estou dormindo cada respiração minha é um grande amor, pois sonhar com você é sempre um suspiro.
UM MOMENTO ESPECIAL
Pipoca, pipoquinha, pipocão.
Alimento divertido de montão.
E quando estoura não precisa de reboque.
Ahhh... É ploc, ploc, ploc.
Pipoca de microondas, pipoca de panela.
Acompanhada de refri ou leite com canela.
Pipoca pra namorada.
Pipoca salgada, pipoca caramelada.
Pipoca pro namorado.
Pipoca no cinema, em casa, pipoca pra todo lado.
“A verdadeira evolução começa quando o homem deixa de transformar apenas o mundo e começa a transformar a si mesmo.”
A sexualidade, quando transformada em estímulo constante e exposta sem maturidade, pode banalizar o desejo e influenciar negativamente a formação do indivíduo, levando-o a enxergar o outro de maneira superficial ou vulgar. A inocência, por sua vez, representa uma fase em que valores como respeito, limites e dignidade podem ser construídos antes que os impulsos assumam protagonismo. O problema, portanto, não está na sexualidade em si, mas na sua banalização e na ausência de maturidade para compreendê-la.
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Não é o vento que decide onde sua pipa vai, é a sua mão que não solta a linha mesmo quando o braço cansa.
A historia de um homem começa e vale quando ele nasce e não através e dependendo do brilho ou opacidade de seus antepassados.
A SABEDORIA DE NÃO DISCUTIR COM O PASSADO
Há batalhas que só terminam quando decidimos não comparecer mais a elas. Talvez uma das mais difíceis seja aquela que travamos contra o passado, esse território imóvel onde nada pode ser acrescentado, retirado ou corrigido. Passamos anos perguntando por que não aconteceu como desejávamos, por que alguém partiu, por que um amor não permaneceu, por que determinada escolha nos levou justamente ao caminho que queríamos evitar. E, enquanto interrogamos aquilo que já não pode responder, esquecemos que a vida continua nos fazendo perguntas sobre o amanhã.
O tempo, porém, possui uma sabedoria silenciosa: ele não apaga necessariamente as dores, mas muda o lugar onde elas habitam dentro de nós. Aquilo que ontem era ferida pode tornar-se memória; aquilo que parecia fracasso pode revelar-se aprendizado; aquilo que julgávamos ser o fim pode ter sido apenas uma curva que ainda não conseguíamos compreender. Por isso, gratidão não significa agradecer por tudo o que nos feriu. Significa reconhecer que, apesar de tudo, atravessamos. Continuamos aqui. E há uma dignidade imensa em continuar. Chega um momento em que precisamos devolver ao passado aquilo que pertence ao passado. Não porque esquecemos, mas porque aprendemos. Não porque deixou de importar, mas porque já cumpriu sua parte em nossa história. Então alguma coisa dentro de nós se torna mais leve. Descobrimos que não precisamos compreender todos os mistérios para continuar caminhando. Algumas respostas talvez nunca cheguem, e ainda assim o sol continuará entrando pela janela, haverá uma manhã esperando por nós e algum sonho ainda desconhecido poderá nascer onde pensávamos que nada mais floresceria. Talvez esperança seja exatamente isso: olhar para tudo aquilo que não aconteceu como queríamos e, mesmo assim, não perder a curiosidade pelo que ainda pode acontecer. Porque o passado escreveu algumas páginas de nossa existência, mas jamais recebeu o direito de escrever sozinho o último capítulo. Enquanto houver amanhã, a vida ainda terá uma palavra a dizer.
Era a última vez
No fundo,
a gente sempre espera pelo fim.
Mas, quando ele chega,
sempre nos pega de surpresa.
A verdade é que a gente nunca sabe
quando será a última carta,
o último beijo,
o último abraço.
Nunca sabemos quando será
o último toque,
o último olhar,
a última conversa.
A gente não sabe
qual será o instante
em que algo que parecia eterno
se tornará lembrança.
Talvez seja por isso
que o fim assuste tanto:
porque quase nunca avisa
quando está acontecendo.
E só depois,
quando já não há mais tempo,
é que percebemos:
era a última vez.
QUANDO FRANKL ENCONTROU C. S. LEWIS
Imaginei certa manhã que Viktor Frankl e C. S. Lewis estavam sentados diante de uma velha janela. Do lado de fora, a vida seguia indiferente: pessoas apressadas, folhas levadas pelo vento, alguma coisa começando enquanto outra terminava. Sobre a mesa, apenas duas xícaras de café e uma pergunta antiga demais para pertencer a qualquer um deles: por que continuamos quando a vida dói?
Frankl olhou demoradamente pela janela. Ele conhecia um tipo de sofrimento que poucas palavras seriam capazes de carregar. Tinha visto o homem perder nome, liberdade, família, dignidade e quase tudo aquilo que acreditava possuir. Ainda assim, aprendera que, mesmo quando não podemos escolher nossas circunstâncias, alguma coisa dentro de nós continua procurando uma razão para permanecer.
Lewis permaneceu em silêncio. Também conhecia a dor. Sabia que a fé não impede que o coração se despedace e que acreditar em Deus não significa receber explicações para todas as perdas.
— Talvez — pensei ouvindo aquele silêncio — o sofrimento não faça perguntas sobre aquilo em que acreditamos antes de entrar em nossa casa.
Frankl pareceu concordar.
Para ele, a questão não era perguntar apenas por que a vida havia permitido determinada dor, mas descobrir o que ainda poderia ser feito com a existência depois dela.
Lewis acrescentaria outra inquietação: talvez algumas respostas estejam além daquilo que conseguimos compreender enquanto estamos dentro da própria história.
E então percebi que os dois, apesar de caminharem por estradas diferentes, chegavam perigosamente perto de uma mesma porta.
Frankl chamava aquilo de sentido.
Lewis talvez chamasse de esperança.
Um procurava aquilo que permite ao homem continuar mesmo diante do absurdo da dor. O outro procurava aquilo que existe além daquilo que os nossos olhos conseguem alcançar.
Fiquei pensando nos dois e compreendi uma coisa: talvez a vida nunca tenha prometido explicar-se completamente.
Existem perdas que não compreenderemos.
Existem despedidas para as quais nenhuma filosofia será suficiente.
Existem noites em que até a fé parece falar muito baixo.
Mas talvez viver não seja receber todas as respostas.
Talvez viver seja descobrir uma razão para levantar quando algumas respostas nunca chegam.
Frankl encontrou essa força no sentido.
Lewis encontrou-a também na esperança de que nossa história seja maior do que aquilo que conseguimos enxergar.
E nós?
Talvez estejamos exatamente entre os dois.
Carregando nossas cicatrizes, nossas perguntas, nossos amores e nossas ausências, tentando compreender por que algumas coisas aconteceram e outras jamais acontecerão.
Até percebermos que a pergunta mais importante talvez não seja:
“Por que isso aconteceu comigo?”
Mas:
“O que farei com a vida que ainda permanece em minhas mãos?”
E naquele instante imaginei Frankl olhando para Lewis, Lewis olhando novamente pela janela e nenhum dos dois dizendo mais nada.
Porque algumas perguntas não foram feitas para receber uma resposta.
Foram feitas para nos ensinar a viver.
“A vertigem da ausência começa quando aquilo que já não está continua se movendo dentro de nós.” - Os`Cálmi
Quando encontrares um verdadeiro amigo, você está unido a ele pelo tempo e pelo espaço, por 500 anos.
Quando você encontrar sua natureza, respostas virão rápido...
Descobrirá, que não foi preciso procurar,o que sempre esteve em você.
Quando a emoção toma conta, a razão se cala. No auge da raiva, do desespero, da dor — pare. Respire. Não decida nada enquanto o coração estiver gritando mais alto que a mente. A calma não é fraqueza: é o espaço que damos a nós mesmos para enxergar com clareza, para agir com sabedoria, para não deixar que o momento destrua o que o tempo construiu. Espere a tempestade passar dentro de você. Só então tome sua atitude. Porque a decisão tomada com emoção pode trazer arrependimento para sempre; a decisão tomada com calma, essa, te serve para a vida toda. 💙
Por não entender a crueldade, um animal não sabe quando é abandonado.
E vai sempre esperar pela sua volta.
Tem gente que é um pequeno afluente de água doce que quando invade um mar, consegue transbordá-lo em doçura.
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