Use o Silencio quando Ouvir

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A maturidade só é possível quando nos encontramos dentro de nós mesmos. Porque é somente então que as coisas começam a mudar, juntamente conosco.

Eu escolho crescer, mesmo quando a vida parece difícil.

Quando a percepção chegar, ela sempre chega. Continue sendo você.


Não abra mão de nada que ama. Lute sempre, para nunca no futuro, imaginar que poderia haver outras possibilidades.


Viva a vida que deseja. Não se autossabote!


A gente escolhe sim, o nosso futuro!!

E, quando encontrar um grande amor, que rolar o tchan, que o seu coração palpita e você escreve pensando nele, que chora quando imagina estar sem ele. Lute pelo amor dele. Porque o amor se constrói. É, na adolescência geralmente é onde a gente encontra o verdadeiro amor das nossas vidas.


Fale tudo o que o seu coração pedir, olho no olho por carta, mas fale.


Nunca deixe o seu amor fugir de você, por ter medo de expressar o que sente.

Na vida, mesmo quando tudo estar indo bem, esteja preparado para enfrentar o pior.


Pois quando o pior surgir é porquê ultrapassou a sua zona de conforto.

Olá!


Quando tiver de amar, ame como se fosse a última vez.


Quando tiver de gostar, goste como se fosse a última vez.


Quando tiver de fazer..., faça como se fosse a última vez.


Porquê de fato, um dia será a última vez e você não saberá.


Te amo! 🥰

A pessoa certa só vai entrar em sua vida quando todas as erradas sairem dela.


É necessário limpar-se de toda sujeira deixada por quem passou, só assim a pessoa certa te preencherá.

Se você não fez quando podia, não pense que vai fazer quando quiser.

Quando alguém decide por você, nem sempre será a melhor decisão.
Mas será necessário.

“O perigo não está em entrar no sistema. O perigo está quando o sistema entra dentro de você e substitui sua capacidade de pensar.”

Há conhecimentos que nos fazem crescer. Outros, apenas quando os desaprendemos.

O maior aprendizado começa quando aprendemos a desaprender.

“Só aprendemos plenamente quando aprendemos a desaprender.”

O verdadeiro saber começa quando termina a ilusão de que já sabemos o suficiente.

Quando você é chamado para liderar e ser suporte de pessoas mais sensíveis, o inimigo da sua alma não vem fraco, ele ataca direto o teu psicológico, tentando te confundir, te cansar e te fazer duvidar de quem você é.

Mas não esqueça para o que você foi chamado.
Você não foi escolhido por acaso, foi preparado no secreto para suportar o que muitos não suportariam.

Você veio para fazer a diferença… então permaneça firme, porque até as tuas batalhas estão formando a autoridade que vai transformar vidas.

Reflexão 🌷

Quando alguém falar mal de você, tentar diminuir sua caminhada ou manchar sua imagem, antes de permitir que isso atinja o seu coração, pare e observe quem está vindo a crítica.

Essa pessoa tem produzido bons frutos? Tem alimentado vidas com sua essência, inspirado pessoas e espalhado amor? Ou é apenas uma comentarista de plantão, sentada na plateia, assistindo o que Deus tem feito na sua vida?

Nem toda crítica vem de quem está construindo. Muitas vezes, vem de quem apenas observa. Continue florescendo, porque os frutos falam mais alto do que qualquer opinião. 🍃✨🙏🏻

Jamais esquecerei de quem carregou essa causa nos ombros e ajudou a construir sua base. Quando estivermos no topo, o palco também será daqueles que estiveram ao nosso lado desde o início.”

Reciprocidade.

“Amiga, me ajuda.”
Você me ajudou quando eu precisei?

“Amiga, me coloca no evento.”
Você esteve presente quando sua presença era importante?

“Amiga, posta minha empresa.”
Você também fortalece e engaja o meu trabalho?

Reciprocidade não é interesse. É equilíbrio.

Quem lembra de você apenas quando precisa, mas nunca está presente quando você precisa, não pode cobrar prioridade.

Se a sua resposta para essas perguntas é “não”, então você já sabe qual é a minha resposta.

E quando percebemos que tudo pode acabar tão rápido, não queremos desistir de nada.

De fora para dentro,
o observador desperta.


E quando desperta,
não se contenta mais com a superfície das coisas.
Ele começa a investigar a memória da própria autoconstrução,
questiona a base dos seus valores,
o edifício do moralismo,
as projeções de objetivo, sucesso e pertencimento.


Então o desconforto jorra,
às vezes agressivo,
às vezes brutal,
porque toda consciência que amadurece
precisa encontrar a sombra antes de encontrar a paz.


E a sombra aparece com suas facetas amedrontadoras:
medos herdados, desejos negados, culpas mal nomeadas,
ambições disfarçadas de virtude,
feridas vestidas de personalidade.


A partir daí, nasce uma cegueira ao antigo e uma sede de perguntas para a vida.


O olhar fica frio, não por falta de alma,
mas por excesso de lucidez.
A realidade perde a maquiagem.
O véu de Maya cai.
E aquilo que antes parecia destino
começa a parecer condicionamento.


Mas o observador não tenta apenas ressignificar tudo.
Ele entende que algumas ruínas não pedem reforma,
pedem demolição consciente.


Então ele cria o novo.


Não um novo aprovado pelas vitrines do todo social,
não um novo domesticado pela moral dos outros,
não um novo feito para caber no aplauso alheio.


Mas um novo mais próximo do eu real,
um eu que não foge da sombra,
dialoga com ela.


Um eu que aprende a transformar desconforto em linguagem,
queda em arquitetura,
solidão em escuta,
e criatividade em afinação profunda da existência.


Porque talvez amadurecer seja isso:
deixar de decorar a cela
e começar a desenhar a chave.