Use o Silencio quando Ouvir
O piano que toca em silêncio
Irredutível é o suspirar da miragem, ela que me invoca tão estranhamente no indefinido. Não tomo partido de mim mesmo, não esfrio pensamentos, não enxugo lágrimas de ninguém. Era escrita uma carta, uma carta que levava tudo dentro, até o suspiro da tua ingenuidade. Toda a gente pensava que eu era o tal, tu pensavas que eu era o tal, o tal que transparecia insignificância, egoísmo, vaidade. Nunca que as minhas palavras me tomaram por quem eu não sou, nunca que o tempo invejou meus desabafos, nunca que o caminho se desviou dos meus pés, nunca que os meus segredos se deram por derrotados, mas a alma fica como uma vida inacabada. Todos os dias são como histórias não contadas, amava-te até ao ponto de me conhecer a mim próprio, sonhava ser a roupa que vestias, e enquanto me mentias suava-me a pele por acreditar em ti. A partir daí sonhei ser tudo, enquanto tudo desistia de mim. Em que deveria acreditar? Em génios? Em iluminados? Em moradores e filósofos de rua? Quando me cruzei com a estrada soavam vozes, mas não era a minha loucura, nem nenhum interprete, eram chamadas de atenção. Tudo o que eu tinha naquele momento eram versos, estava escrito nas tabuletas, " vem por aqui". Estupidamente acreditei em tabuletas, quando deveria acreditar em humanos...senti-me um à parte no meio de tanta gente, pensamentos cruzados como quem mente, e a inveja é tão à quem de quem sabe bisbilhotar. Olho o piano, tocam-me as palavras quando te foste embora, e chora, chora a flor que murchou nos meus braços.
O meu silêncio não diz que sou gigante, não diz que esqueci do passado, mas também não significa que sou covarde aos seus intentos.
O teu silêncio me amortecia, me dizia até o que eu não queria, me falava de você e até de mim, me ajudava a te desvendar, a despir tua mudez e encontrar o caminho de volta para o teu coração...
Faz de mim o teu escravo
Ó sábio silêncio
Me congela em ti.
Não me largas nunca mais.
Faz a minha alma
O meu corpo
Os meus sentimentos
Os meus tormentos
Venerarem a ti.
Seja o meu anjo querubim
Ó silêncio.
Me faz aprendiz de seus
Gloriosos ensinamentos
Que eu os honrarei até o fim.
No silêncio da noite
A minha mente vazia
Mas o meu coração explode
De tanto amor.
Um amor que eu não entendo
Um amor que é um segredo eterno
Que me faz chorar.
Que me manda ter paciência
E esperar
Porque a minha luz
estás a chegar.
Rosa
Lua
Dádiva
Não sei quantas lágrimas
De amor derramarei
Não sei quanto tempo
Vou te esperar.
Mas na hora que você chegar
Estarei te esperando
Vestido de branco
E com um buquê de rosas
Para te presentear.
Minha alma gêmea
Meu eterno amor
De todas as nossas reencarnações
Sejamos de formiguinhas
A indomáveis leões
Mas nada irá nos separar.
Te espero
Meu amor.
Te amo.
A educação dos antigos era pela sintonia dos olhares, onde pai e filho se comunicavão em silêncio (pelo temor e respeito); logo depois, através das décadas, pai e mãe lutam verbalmente e disciplinarmente para parcialmente manter ou resgatar a educação que tiveram no passado (pela pressão e chantagem) hoje em dia, só é necessário privá-los das mídias tecnológicas e acesso à internet! No futuro, talvez seja necessário desconectá-los literalmente!
"São ruídos que interessa ao interior, o profundo que se encontra em silêncio, que pede um play ao barulho com ligações sonoras entre o tempo e o espaço..."
No silêncio do meu quarto, apenas ouço a voz da ingratidão. Deus, nos dá a oportunidade da reflexão e da mudança, porém não sabemos reverter a situação ao nosso favor.
AQUIETA-TE ALMA VIVA!
(29.12.2018)
Muitas vezes, o silêncio é a resposta,
E nada mais lindo que vivencia-lo
Em mim mesmo a sua paz...
Um breve momento...
Nem sempre as palavras,
Vão ser certeiras na ocasião,
Então, a melodia pede gentilmente:
Aquieta-te alma viva!
E tudo acontece após a calmaria,
Que o coração venha suportar,
Pois não fácil dá a pausa necessária,
Aos pensamentos em movimento.
Amplio o conhecimento...
Busco a porta aberta...
Adentro o espaço respiratório e,
Vejo-me envolvido nos meus segredos.
O amor brilhou... Brilhou nos olhos, no abraço, no riso, até mesmo no silêncio, onde as palavras calavam diante da magnitude do amor, e da alegria da vida.
silencio que se consome alma...
sempre culpa se o destino,
e ausência torna se um vestígio,
num sentimento ao longe,
busca se alma perdida...
Entre o silêncio e a palavra está a sabedoria e o discernimento para decidir o momento certo ou necessário de cada um deles.
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