Uma poesia que Fale de Sentimento
A música toca tão sem sentimentos
Tão solitária como eu
Tão distante
Sem nenhum amor
Sem vontades ou desejos
Só toca e toca
Sem alma
Ou como minha alma
Vazias ...
Sem nenhum amor
E nada tem sentido
Apenas ela está nos meus pensamentos
Apenas ela ...
E só ela
Para conhecer-te a ti mesmo, desvende as tuas crenças e compreenda os teus sentimentos, pensamentos e emoções.
180123II
AFETOS
Creem no que vos digo:
Aquele que desdém do afeto e dos sentimentos, afetado mentalmente será!
110922
Se tu conseguires controlar teus sentimentos, controlará também teus pensamentos. Assim desfrutará o verdadeiro presente( percepção do momento ) de modo tranquilo e sereno, sem as inquietações do passado e do futuro.
221022II
Vida agridoce
Tristeza, sentimento doce e pungente,
Tão fácil de alcançar, presente e urgente.
Contraste com a realidade comum,
Tentação que ronda a vida, pungente e atroz.
Assim como a felicidade, paradoxal,
Tem na tristeza sua sombra abissal.
Tristeza carrega consigo o peso,
Do fim, do amargor, triste encanto aceso.
Me chama para a luz, de forma persuasiva,
Promete vitalidade, mas é uma via compulsiva.
Fatalidade que seduz, de forma impiedosa,
Ainda assim, a tristeza me atrai, poderosa.
Era um daqueles sentimentos mais fortes, que carregava ao longo de algumas existências. Por isso escutou novamente músicas marcantes e leu textos que haviam dado novo sentido à suas razões. Prestou atenção em detalhes que marcaram sua vida, como o barulho do ventilador, o brindar dos copos, o cheiro da chuva. Percebeu então que naquela selva amarga - onde a loucura era negada por aqueles que esqueciam os aprendizados da dor - restou viver da saudade, se lembrar da vontade, e refletir sobre o amor.
Lindo sentimento chamado amor. Você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo que me faz sentir. Não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade de desejos lindos. E alegrou todos os meu viver. Eu sou muito grato por ter tido o prazer de lhe ter conhecido. Tudo que sinto. É apenas pelo prazer de ter lhe conhecido.
J. A. N
Às vezes o problema é não saber demonstrar sentimentos
Às vezes é demonstrar demais
Às vezes é não saber diferenciar um do outro!
Meu sentimento tornou-se vento, impulso encarcerado no gesto imperfeito, no sentimento que vira pó... Havia muito pra ser vivido, mas em um faz de conta insistente que não sobrevive, que há começo e não chega ao fim! Como se vive algo que se desmancha a cada palavra impensada, a cada silêncio de abismo, a cada fuga de si mesmo? E como se mata o que é tão vivo no lado de dentro e só poeira no lado de fora? E nessa busca incessantemente, inerte vou ensaiando sonhos de não te lembrar, vou treinando fantasias de te esquecer...
Saudades!!!!!
Existem pessoas sinceras, que são toda coração.
Tem sentimento cheio de um amor transparente.
Essas pessoas ouvem o coração, acreditam na vida.
Sabem que ser sincero não é defeito
Apesar de todo o risco que isso possa significar
Apesar de toda a decepção que possa passar.
O mundo gira, gira, gira... E leva consigo os desamores
Mistura os sentimentos e dá vida a novas sensações.
É assim que surgem novos amores!
O amor não tem sexo, cor ou religião; é um coração acelerado, pensamentos melhorados, sentimentos compartilhados.
Amar é, se necessário, deixar ir.
É excluir o que não agrega, atração, ouvir a respiração do ser amado e sorrir.
Amar é determinação, ser protagonista do show da vida.
São pensamentos constantes, sim, com empatia.
O amor transforma nossas vidas, pois nos ensina e faz enxergar o propósito da vida.
Um papo com a lua
O amor, um sentimento capaz de fazer você ir de 0 100 numa velocidade absurdamente rápida.
Te ludibria, fazendo aquele homem frio imaginar sua amada o enchendo de carinho, faz o coitado ter memórias de algo que nunca viveu. Faz você se sentir idiota, porque você é idiota, porque você amou, eu odeio amar.
Não é o fato de amar que faz você idiota, é o fato de você amar quem não devia, quem não fez questão do seu "amar".
Pessoas que amam demais sempre se machucam, são incapazes de machucar alguém, eu sou a machucada.
Pode parecer um discurso de ódio, mas juro que não é, não é ódio que sinto a escrever o que penso do amor, é pena, pena do que eu poderia ter evitado de sentir, pena de lágrimas que eu poderia ter poupado, se não tivesse amado demais, quem deveria ser amado de menos.
PELA ÓTICA DA ÉTICA
Na maioria das vezes, ética é a lei da consciência. É aquele sentimento que nos faz classificar o certo e o errado, sem qualquer influência das leis formais ou escritas. Quem tem ética sabe, por exemplo, que pelas leis formais poderia colher as frutas do quintal vizinho, que estejam em galhos pendentes para o seu quintal. Porém não as colhe, porque apesar das leis, as frutas não são suas. Para ele seria roubo. Legal, mas roubo.
A outra face da ética é a lei do bom senso. Raramente alguém tem. Ela se manifesta, entre outros casos, quando esse mesmo indivíduo que não colhe as frutas do vizinho, mesmo amparado por lei, também não exige que o vizinho corte o galho. Nem o corta ele próprio, e não é por medo, mas porque o galho não o prejudica e não vale a pena estremecer a convivência - ou a não convivência - por um detalhe sem relevância, em nome do mero exercício do direito.
Lei da consciência ou do bom senso, a ética sempre aponta o dedo para o indivíduo que a tem. Cabem a ele os cuidados com o outro, para que a vida em todos os setores da sociedade seja saudável. Nestes tempos em que a ética é artigo de luxo, quem a pratica faz contorcionismo para não se aviltar, pois exige muito esforço e caráter. Ainda assim vale a pena, pelo quanto a virtude o engrandece, apesar das injustiças e do muito que cede aos invasores, maledicentes, folgados e desonestos.
No dia em que não a ética, mas a sua falta for exceção, a justiça é que será regra. Tanto quanto será regra sermos felizes, porque viveremos no tal mundo igualitário, fraterno, bem melhor... Ou sustentável, como temos que nominar por força e lei da mídia, para que os textos e discursos contemporâneos mereçam espaços e acessos.
SENTIMENTO CANINO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Nosso amor pelo semelhante bem que podia se assemelhar ao amor dos cães por seus donos, que não são semelhantes. O amor dos cães pelo ser humano é incondicional. Eles não admiram nossa esperteza ou inteligência. Não nos idolatram pelo talento, a beleza, muito menos pela posição que ocupamos. Tão apenas nos amam, e não importa se estamos na penúria, para nos seguirem até o fim do mundo e dos nossos dias.
Amor de cão é desses que duram até que a morte ou a nossa crueldade nos separe, pois ele jamais nos deixará, e sempre há de ser grato ao menor carinho. Ao mais breve afago em seus pelos. Ao mais leve roçar de nariz e fuça. Nossos olhos de afeto e o falsete na voz... cães adoram nossos falsetes, pois mostram que estamos bem e de bem com eles. É a nossa expressão explícita, inequívoca e timbrada de chamego.
É neste contexto que sempre deplorei o amor humano... sonho constantemente que, num futuro talvez distante, alcançaremos a graça de realmente viver em um mundo cão... desfrutar de uma vida cadela.
DOS GRANDES SENTIMENTOS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
O que tentamos tornar menos especial depois de muitos anos não tem como voltar à estaca mais ou menos. Só à velha estaca zero. Nunca mais acharemos os rudimentos do passo a passo que chegou ao status de uma vida. Também não existe o muito; muito menos o pouco especial. Especial é o que é; sua intensidade já é a máxima.
Não há como sonhar com a existência do tempo e do espaço em que tudo começou, porque o começo esmaeceu. Nada está no lugar do que um dia se tornou muito além, pois os anos venceram as impressões iniciais de leveza e superficialidade. A boa superficialidade que permite o não compromisso afetivo dos que simplesmente se gostam.
Quem deseja domar a natureza de um grande amor, uma grande amizade ou qualquer outro sentimento que alcançou pro(porções) mágicas e agora teme a magia, não encontra um projeto para o nada. Doravante, não haverá um caminho a desvendar e seguir.
Nenhum córrego se apresenta para essa intenção de amenizar o sentimento extremado e desafiador. Só mesmo a órbita ou a catarata insondável que desata o todo em um ato e o precipita no espaço vago. Na lacuna do que foi para sempre transformado e não há nada que o destransforme.
Creia, de uma vez por todas, que a queda nesse tal nada não pode ser lenta e gradual como foi a subida para o que é. Não há freio nem pausas para quem pretende pular a janela traseira de um grande sentimento.
SENTIMENTO PREMIADO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Sempre fui mais feliz do que você, justamente pela ilusão da qual vivi. Tive na inocência o poder de acreditar em mentiras e dissimulações que abracei como verdades incontestáveis. Ainda hoje sou mais feliz, porque posso cultivar as saudades que só eu tenho do que só existiu em meus sentimentos. Quando quero, revisito emoções guardadas em um lugar inacessível para você.
Jamais tive que achar entre mil expressões, maquiagens ou traços de felicidade. Não precisei usar máscaras tecidas por trejeitos, palavras e ações. Efeitos especiais para mostrar, sabe-se lá por que razão, inexistentes desejos; prazeres; vontades. Fui o que sou com quem foi o que não é. Foi tão somente para mim. Nunca para si própria, porque temia o fim do que sequer começou em seu coração.
Meu amor a punia por ser fingida e me premiava pela transparência. Enchia minh´alma de sorriso e vida, com sua conivência equivocada. Foram muitas as flores que lhe dei... que se tornaram espinhos em seus recantos obscuros. Tentei fazê-la feliz, e fui usado... usado e feliz, porque me deixei fluir livremente no folhetim escrito por sua infelicidade natural.
SENTIMENTO MÁGICO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Ele nunca foi exatamente apaixonado por ela. Pelo menos no que tange o contexto comum das paixões seculares e massificadas pela sociedade, não. Também nunca teve o desejo comum de possui-la. Consumar o que chamam de fazer amor ou até classificam de formas chulas que se confundem com gastronomia.
O que sempre o ligou a ela foi ou é uma espécie de amizade encantada. Um sentimento inusitado, especial e profundo que não o deixava tomar distância. Impelia seus passos ao encontro da musa, mesmo que fosse apenas para saber como estava, olhar seu rosto e trocar algumas palavras e silêncios. Beber nas águas da magia fora do alcance de seu entendimento.
Como foi dito, ele nunca teve o desejo comum de possui-la... no entanto, havia nele um desejo incomum de de senti-la não sabia como. Queria ser íntimo, sem segredos e cuidados. Alguém que não precisasse ocultar quase nada, nem a nudez de corpo e alma, e nem por isso transformasse a relação em simples caso amoroso.
Durante alguns anos, aquele homem foi levemente correspondido. Silenciosa e sutilmente; delicada e displicentemente correspondido, como devia ser. Sem trato nem proposta. Só a resposta natural, desnecessária na voz. De contexto sem texto. Sem discurso de qualquer natureza previsível.
Os olhos da musa mudaram, com o tempo. Assumiram ares e sombras; trejeitos e jeitos com o peso comum ao mundo normal. Aos meios engessados por severidades forjadas. Imagens impostas. Formalidades, liturgias e definições que proíbem o ser humano a si mesmo e o engaiolam na própria estampa.
Tudo foi um delírio, que ele julgou emocionalmente sustentável. Não foi. De sua parte, sim. Dela, não. Mesmo assim, ele decidiu manter a esperança de um dia saber quem é para ela... quem ela é para si mesma. Talvez até reassumir o sonho e retomar o delírio de um laço tão fora de órbita e razão... apenas mágico.
LOUCURA DE AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
A razão do que sinto esvaiu no sentir;
sentimento e sentido não são paralelos;
não existe a corrente que os una de fato
como elos que o tempo não apartará...
O amor e o bom senso disputam espaço
e se matam no auge das contradições,
corações e cabeças empunham espadas
de combates eternos no campo afetivo...
Ambos vencem ou perdem, amor só empata,
venho aqui me render à tua rendição
ou à bala de prata que nos vencerá...
Essa coisa de amar vai das trevas à luz;
faço jus à loucura mais lúcida e sã;
curo tal bem querer ou adoeço a cura...
CO-SENTIMENTOS
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Alegria é o estado
instintivo; emocional...
felicidade, a capital.
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