Uma Menina Simplesmente Apaixonada
“Primeiro menina, antes de ser de alguém, você tem que ser de você, tem que amar você, tem que ter fé em você, nunca se esqueça disso.”
“Ei, você…
Sim, essa menina que adora escrever, porque na verdade é o seu único modo de conseguir se expressar. Você que vive na “mess”, nessa confusão que é sua mente profunda. Você que sabe diferenciar o certo e o errado, mas que queria fazer as coisas só por fazer. Você que é bonita tanto por dentro quanto por fora, mas não quer ver. Você que sempre se arrepende depois de feito ou não feito. Você que parece ser fria e sem coração, mas que na verdade é como uma boneca esperando ser quebrada. Você com essa maldita! armadura que esconde o quanto você sofre quando machuca alguém. Você que é divertida e estúpida, na maioria das vezes. Você que não vive sem um abraço e sem gestos inesperados, e que deve estar se odiando por ter que admitir isso. Você que odeia cálculos, mas ama escrever. Você que ama as coisas mais simples mais que tudo.
Ei, você…..
que ainda é criança, que se lambuza com chocolate, e com sorvete. Você que é ingênua. Você que transparece ser orgulhosa, mas na verdade é tão humilde que esconde isso, para ninguém ter o que falar. Você que é idiota por querer situações de filmes, e ainda…querer coisas imperfeitas, brincadeiras, idiotices! Não entendo você….
Ei, você….
fique sabendo que tudo bem não saber o que fazer, tudo bem não estar bem, tudo bem não conseguir seguir seu coração, tudo bem se arrepender, tudo bem não querer admitir essas coisas para si mesma, tudo bem…
Tubo bem ser você mesma.
“Chico Xavier foi na Terra a menina dos olhos de Deus, e que toda a família Celestial olhavam e admiravam esse lindo diamantinho reluzente dos céus que Deus fez brilhar na Terra.”
A menina dos meus olhos
Olhei-me no espelho e vi que não era mais aquela menina
que todos enxergavam.
A menina aos poucos desaparecia havia crescido se transformardo.
Meus olhos não vêem mais a beleza do mundo
Meus olhos me enganam mentem traem...
Aos poucos perçebo que a única coisa que meus olhos vêem é apenas
O meu reflexo no espelho esperando a melhor oportunidade de rever
os olhos da menina que existia em mim.
A menina qeu fabricava pensamentos
Naquela manhã, a menina que fabricava pensamentos acordou triste outra vez. Sentia uma tristeza que lhe era alheia, pois parecia mais pertencer a outra pessoa. Como os amigos costumavam dizer, a tristeza não combinava com ela. Contudo, naqueles dias, perecia ser uma velha amiga.
Ela continuou deitada, escutando o pipilar distante dos pássaros. Noutras manhãs, teria apreciado com um copioso encantamento aquela melodia ritmada. Agora, no entanto, os cânticos passavam despercebidos pelos seus sentidos, sem deixar registrada uma nota sequer, como se fossem parte de uma sinfonia muda que, embora fosse ouvida, não podia ser sentida. O sentimento malogrado era fruto de um pesadelo que a menina tivera durante a madrugada de dias atrás, um pesadelo que não nascera para ser pesadelo, pois sempre tivera a aparência de um sonho, um conto noturno recorrente, que sempre lhe arrancara sorrisos. Naquela madrugada, entretanto, quase a levara às lágrimas.
Ponderava se não teria sido um pesadelo dentro do sonho, algo de uma dimensão além, da qual ela pudesse fugir ao acordar. Seria possível sonhar enquanto se já estava sonhando? Era uma ideia na qual a menina teria acreditado com todas as forças, não fosse a nitidez do vívido pesadelo, que teimava em permanecer em seus pensamentos. Depois de muito tempo - ou seria tempo nenhum? - ela sentou-se na cama. Descalça, caminhou até a janela e abriu-a.
O dia lá fora cumprimentou-a com uma saborosa lufada de ar, que veio numa temperatura perfeita, nem quente, nem frio. Acariciou o seu rosto e, em seguida, invadiu com despreocupada indiscrição o quarto atrás dela, tomando conta de todo o ambiente. A menina sentiu com prazer o seu cheiro adocicado, e, por um momento, um breve momento, pode apreciar a gloriosa manhã. Depois, o pesadelo.
Agora, assomado à tristeza incomum, sentia também uma fagulha de raiva. Porque, incrivelmente, sentia saudade do que a levara ao anseio do choro, sentia falta do seu pesadelo mascarado, do sonho que, agora ela percebia, nunca fora sonho. Que sutil e cruel ironia: a vertigem que nutria a sua tristeza era também um horizonte, que suscitava a sua saudade.
A menina olhou para baixo e vislumbrou uma ruela movimentada. As pessoas do lugar costumavam acordar muito cedo, e saiam de suas casas muito cedo, como se quisessem disputar com as primeiras luzes da alvorada uma corrida imaginária.
Um homem que ia passando acenou para a menina. Quase no mesmo instante, uma mulher que levava o filho para escola fez o mesmo. A menina ensaiou um sorriso, mas não teve muito sucesso. As pessoas pareceram estranhar. Em seguida, outro homem, de passagem, a cumprimentou, e depois mais outro, este acompanhado por sua esposa e filha. A garotinha sorriu para a menina debruçada sobre o parapeito da janela, que retribuiu o gesto com um aceno desanimado.
Então, a garotinha puxou a beirada da blusa da mãe, que parou e se virou para ela. Do segundo andar de sua casa a menina não pode escutar, mas soube no mesmo instante que a garotinha falara alguma coisa a seu respeito, porque, no momento seguinte, sua mãe e seu pai pararam e, girando nos calcanhares, ergueram a cabeça para olhar para ela. Ali ficaram os três, pai, mãe e filha, encarando a menina que fabricava pensamentos, ambos num silêncio caudaloso, quase tangível.
Então, a garotinha perguntou:
- Por que você está triste?
Ao que a menina respondeu:
- Um pesadelo que usava a máscara de um sonho. Costumava me fazer sorrir. Algumas noites atrás, a máscara caiu e ele quase me fez chorar.
- Não fique assim. Você sorri para mim todas as manhãs; não gosto de vê-la assim triste.
- Fui uma tola. Encantei-me com a beleza de uma rosa e não vi os seus espinhos; acabei me machucando.
Desta vez, quem falou foi o pai da garotinha:
- Menina que fabrica pensamentos, todas as noites você nos ensina algo novo com as suas mensagens de amor, amizade, alegria, fé... você sorri e vem nos cativando há muito tempo, e quando chora, sempre é de alegria. Esse semblante de tristeza não lhe cai bem.
- Ultimamente, parece fazer parte de mim - respondeu a menina por fim.
Mais pessoas foram passando e parando em frente à casa de Nº 14, onde morava a menina que fabricava pensamentos. Em poucos minutos, a ruela estava ocupada por uma pequena multidão. A menina continuou a observar as pessoas que se juntavam em baixo de sua janela, olhando para ela num silêncio expectante, como se esperassem dela um sinal de que a sua alegria voltaria ou então o seu próprio dia não seria feliz. Quis sorrir em resposta, mas sentiu que apenas os enganaria e a si própria. Se seus pensamentos fluíssem como sempre haviam fluído - ao mais tenro de seus estímulos - a menina diria algo que abrandasse a aflição nos olhares lá embaixo. Contudo, nem mesmo uma palavra se articulava. Era como se os pensamentos, em protesto por sua tristeza, tivessem decidido acompanhar o coro silencioso das pessoas ali em volta.
De repente, a menina reparou em uma movimentação à sua esquerda. Algumas pessoas se afastavam para os lados, dando passagem a uma terceira pessoa. Achou que o movimento se assemelhava ao do mar: uma ondulação cadenciada se afastando do pondo onde a ruela fazia esquina com uma alameda e seguindo num ritmo consistente, decisivo, rumando para a margem do oceano, para a sua casa. Lá chegando, a menina pode ver de quem se tratava.
Era o filho do dono da alfaiataria que funcionava ali perto. Ele, que poderia ter a mesma idade que ela, se destacou da multidão e começou a escalar a parede lateral da casa, a mão direita fechada num gesto esquisito, o punho enrijecido e meio torto para dentro, como se estivesse quebrado. A menina observou-o apenas, sem expectativa de saber ou entender qual era a sua intenção. Quando ele empoleirou-se na frente de sua janela, o gesto dele surpreendeu-a.
Na mão direita, surgiu uma rosa, que estivera escondida por trás do punho que parecia quebrado. Ele entregou-a à menina sem fazer delongas, e disse sem rodeios, olhando-a com um meio-sorriso:
- Gostaria de lhe dar isso, para que você veja que nem toda rosa tem espinhos e que, apesar dos sonhos ruins que possam lhe causar o choro, haverá sempre quem escale paredes, só para te fazer sorrir novamente.
A menina registrou cada palavra do garoto, mas as suas próprias pareceram se tornar estranhas à sua percepção, e ela não pode pronunciar nenhuma. Muito distante dali, pássaros continuavam a cantar.
Tá cansei, cansei de swer aquela menina quye fica no final da sala , que não fala nada ,que não levanta a mão com medo de errar, que não se relaciona com ngm com medo de sofrer.
Eí você garoto que que se acha o tal, eí voce menina que anda por ae dando pra meio mundo, eí voce usuario de drogas, eí voce que já maguei ou que já me maguou, eí voce que esta lendo isso, JESUS te ama.
"Abra os olhos menina, ele não que mais você, seja forte encare, ignore ao mesmo tempo, siga em frente, veja o que esta a sua volta, não perca mais o seu tempo, olha pra frente esquece que ele existe, engole o choro, tenha força de vontade levante-se siga em frente. Mais uma vez você se machucou satisfeita? não ponha a culpa em ninguém a culpa é sua mesmo foi se apaixonar, agora aguenta não vai se fácil de esquecer, mas não vai ser impossível, você é forte, deixe de ser boba, ele não é o único garoto do mundo existem outros que podem te fazer bem mais feliz que esse que tanto te magoou. Seja forte, siga em frente, seja uma mulher".
[...] Ela não era tola, não era tão sensível quanto parecia, não era tão menina quanto demonstrava, não era tão ingênua quanto se percebia, acima de tudo ela queria acreditar e lutou até o fim, ela luta ainda e isso a faz bem, está fazendo, acreditar, isso é tudo pra ela.
"Abre teu olho menina, parece que não está vendo que gosto de você, que quero ficar contigo, que quero você pra mim."
Doce menina,
Do olhar que acetina,
Dissipando a neblina;
Da voz que fascina,
Quebrando a rotina;
Da boca alcalina,
Que a minha bolina;
Teu beijo fulmina,
O coração, que amotina;
És minha heroína
E minha ruína.
Ei menina boba, já acordou? então, vai lá abre a janela, deixa o amor entrar. Esquece aquilo que passou, não viva de momentos ruins, essencial mesmo são os momentos bons, alegres, felizes. Se o dia será ensolarado? Eu não sei, ninguém sabe...Mas algumas vezes bom mesmo é o frio, que adormece a tua cabeça, e te faz sonhar, ah e como é bom sonhar, sonhar com um amor, ou muitos amores, quem sabe é você, o que eu sei mesmo é que não importa, se é o amor de um homem ao teu lado, se é o amor que você sente pelo seu cachorrinho de estimação, o que importa é que seja amor, válido é amar, bom é beijar, obrigação é viver, e o teu dever menina é ser feliz, pois a vida é curta, pode acabar amanhã, e o que quer? ficar com a impressão de não ter vivido? Ah, põe o teu vestido mais bonito, o teu salto mais alto, e sai por ai sem rumo, eu tenho certeza que a noite irá te acolher, sei que vários amores irão aparecer, e você brilhará, incandescentemente como aquela, aquela ali ó, olha pro céu menina, é você que tá lá, é você a mais linda estrela, foi você quem Deus escolheu pra brilhar brilhar e brilhar, sem cessar!
Tem momentos que, por mais incrível que pareça, eu sinto saudades daquele tempo em que eu era menina boba, e os marmanjos lindos e espertos se aproveitavam da minha inocência pra me enganar com um amor falso... AMOR FALSO? não, não é bem essa a palavra, afinal ele não era totalmente falso, na verdade, eu amava, mesmo sabendo que no final eu ia me dar mal, e chorar, me descabelar por que ele me deixou e me enganou e me fez sofrer, mesmo com tudo isso, eu amava mesmo... EU TINHA DENTRO DE MIM A CAPACIDADE DO AMOR, MAS DE TANTO ESSES BONITINHOS ESPERTOS ME ENGANAREM, E ME FAZEREM SOFRER, ATÉ MESMO ESSA LINDA CAPACIDADE ELES ME TIRARAM. Será que não bastava só arrancar minhas lágrimas e marcar com feridas profundas o meu pobre coração ? Não, eles querem um pouco mais, eles nunca estão satisfeitos,para eles: O QUANTO PIOR,MELHOR.
"Sorria menina,não fique triste por causa dele, ele não merece seu ar, suas palavras,sua felicidade ele não te merece..."
Aquela menina que um dia se alegrou,hoje chora, por dentro mas chora, que outrora teve um sonho, hoje implora para o amanhã não chegar,que um dia teve pessoas que a amavam muito, hoje não tem ninguém por ela.
Menina, só um aviso: cuidado com as pessoas. Elas mentem, enganam, fingem ser o que não são e ainda olham nos seus olhos. Pense bem antes de confiar em alguém. A vida ensina menina, a vida ensina...
Menina Mulher é o que eu digo. Com esses seus olhos fortes, que torna qualquer palavra dita em vista, seu sorriso que mostra sua pura simplicidade, sinceridade, humildade... Diferentes de todas!! só quem ama consegui entendê-la, consegui senti-la, e essa pessoa sou eu.
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