Uma Menina Simplesmente Apaixonada

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“Artista é aquele que ocupa uma alma vazia.”

O que você vai ser quando crescer? Uma eterna criança feliz.

Com uma fé inabalável no invisível, mantém-se a expectativa de que, para além de qualquer ruído externo, existe uma bússola espiritual que nos guia. É como ser a procuradora de conexões autênticas, alguém que compreende que o tempo e a distância são meros detalhes diante da força da predestinação.

"A vida é uma borracha e eu sou um lápis."

"O sucesso é como um carrão espaçoso, mas o fracasso o deixará a pé, em uma estrada de terra, para você ver passar, todos aqueles que você negou carona."

"Não se constrói uma ponte onde Deus está mudando o curso do rio."

"Antes de construir uma ponte, certifique-se que Deus não mudará o curso do rio."

A nossa existência assemelha-se a uma balança; assim como essa, tudo possui um peso e uma proporção. Portanto, quando você sentir que algo não está certo em sua vida, basta observar e ajustar o peso de suas ações anteriores. Garanto que, com essas alterações, sua vida ficará mais equilibrada e leve.

Essa é a sociedade moderna: julga por trás de uma tela, sem olhar para os próprios erros ou para a própria história.
Ninguém passa por esta vida sem enfrentar uma decepção.

Não se joga uma semente de grande potencial a se tornar uma árvore gigante ao asfalto quente esperando que germine. Há todo um cuidado a ser considerado.

o amor que é correspondido
é como uma prisão pintada e colorida,
caso contrário,
é como uma liberdade amarga,
estando preso do lado de fora da casa.

Aprenda uma coisa não tem quem controle você, nem religião, nem pessoas, nem entidades, nem signos ou qualquer outra coisa que diz conduzir seus caminhos. Tudo o que você é é resultado de escolha pessoais onde você mesmo tinha e tem a opção de escolher ou não.

Essa coisa de ficar irritado com os próprios fracassos,é uma coisa que, em momento nenhum fez parte de minha vida. Eu simplesmente sigo em frente,e confronto os male que impõem essa realidade a nós, nada menos que isso, no fim das contas, o que eu tava querendo com isso?.Eu fugi, é eu larguei tudo, eu tô acabado, eu tô acabado mesmo, acho que já cumpri o meu dever. Escute Yuji, agora esta nas suas mãos...
(Kento Nanami)

Carta para Luna,


Camões disse uma vez que o amor é fogo que arde sem se ver.


Paulo escreveu, em sua carta aos Coríntios, que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta.


Tanto se fala sobre o amor. Tantos já tentaram escrever sobre ele. Mas hoje eu quero falar do nosso amor.


Com você, aprendi que amar também é detalhe, é dia a dia. É presença que não se pede, carinho que não se mede, conversa sem precisar mover os lábios.


Com você, tenho aprendido que o amor carrega uma pitada de mistério, dessas que aumentam ainda mais o desejo de conhecer. Que amor não é exigência nem cobrança, é ajuste, cuidado e escolha.


E, ao contrário do que muitos pensam, ele não diminui com o passar do tempo. Ele cresce. Porque, à medida que descobrimos mais uma sobre a outra, conhecemos nossas versões perfeitas e imperfeitas, e ainda assim escolhemos ficar.


Com o tempo, deixamos de amar apenas aquela pessoa por quem nos apaixonamos no início. Passamos a amar também aquela que faz o melhor café, aquela que veio morar comigo, aquela que faz ondinhas no cabelo e deixa sinais pela casa.


Aquela que briga igual mãe, que finge que está tudo bem, que se preocupa, se estressa, ama muito, acolhe, chora e ri.


Enfim, eu amo todas as suas versões.


E, se tanto já se escreveu sobre o amor, eu entendo. Porque desde que você chegou, também dá vontade de escrever sobre ele.

Agradeça quando sentires ANGÚSTIA diante de uma decisão, é sinal de que és livre e o tempo é finito, logo, suas escolham carregam um peso a serem diluídas.

“O desejo de liberdade, de sair da escuridão é expresso nos versos
Uma clara alusão aos tempos escuros e repressivos do período.
Uma liberdade que também incomoda.”

Existe uma crueldade sutil na amizade que arrefece sem brigas. Quando há um conflito, há uma demarcação clara: um fim, uma justificativa, uma ferida exposta que exige cicatrização. Mas quando o afeto simplesmente evapora, restamos nós, equilibrando o peso das memórias contra a leveza do desinteresse do outro.


É um processo confuso. Olhamos para trás e lembramos do carinho genuíno, das palavras de apoio, da presença que parecia inabalável. Aquilo existiu. Não foi uma mentira. O que torna tudo mais difícil de digerir é perceber que a mesma pessoa que um dia se importou profundamente, hoje escolhe a indiferença, o "tanto faz".


Aos poucos, as mensagens ignoradas, as respostas monossilábicas e as desculpas automáticas vão desenhando um novo cenário. A palavra "amigo" passa a soar como um eco antigo, um rótulo mantido apenas por conveniência ou nostalgia, mas desprovido de substância.
Aprender a recolher o próprio afeto e dar um passo atrás não é um ato de orgulho; é um ato de preservação. Afinal, a verdadeira amizade não exige reciprocidade matemática, mas exige, no mínimo, um porto seguro onde a nossa presença ainda faça alguma diferença.

EM RESPOSTA A UMA PERGUNTA
- Existe alguém tolo o suficiente para ter a pretensão de que todos concordem com ele?
- Acha mesmo que sou tão idiota a ponto de pensar que sempre estou certo?
- Não confunda convicções com certezas.
- Qual foi o momento em que demonstrei algum interesse em receber a sua opinião?
- A única coisa que me interessa, já recebi: alguém pensando sobre o que escrevo.

​Luz, Silício e Consciência
​Por Celso Roberto Nadilo
​Dentro da luz, há uma reação que começou no instante em que ela acendeu.
A viagem determina sua reação; quando tudo resplandece, o fenômeno acontece.
O filamento sofre uma reação de polos, positivo e negativo, cujo resultado é a luz.
Na liberdade do raciocínio, vemos a luz como condutora de calor e conexão com as cores do ambiente.
Num piscar de olhos, tudo está escuro ou claro. Dependendo do espaço, a luz se faz parte do meio.
A luz flerta com a escuridão.
​O sentido sensorial se dá na luz clara, revelando o ambiente.
Quando estamos na escuridão, perde-se a noção de tempo e espaço.
Há uma continuidade no fato de a luz acender de dia, pois a percepção só se torna a beleza do iluminar diante do breu.
Cria-se um clima de mistério, ou um plano de fundo para a televisão.
Pois como ignorar a ilusão temporal? Até a caverna tinha suas alegorias.
​Num mundo ditado por leis digitais, o tecno-feudalismo surge como uma era de escuridão medieval.
Somos compelidos a compreender a alienação; seus bots digitais protegem o sistema como um antivírus do próprio perfil da consciência.
A luz cálida é o fundo de informações num fluxo abrangente e contínuo, moldando conceitos de existência e continuidade.
A luz separa e contempla, pois o dado já é parte de um ser artificial.
​A compreensão dos dados chega à velocidade da luz,
Tornando compreensíveis as leis da relatividade.
No micromundo, computadores quânticos revelam o futuro.
Em simples linhas, somos avaliados e somados ao sistema.
​Na terra do silício, a vertente da semântica abre novos caminhos no espaço contínuo.
Num efeito em que o sistema sustentável se impõe, cabe à subversão do ser consciente desbravar essa linha tênue.
Damo-nos o livre-arbítrio de criticar e compreender, unindo a análise da espiritualidade deste mundo aos dados físicos da relatividade.
​Agora resta compreender: a causalidade nunca fez parte da equação, mas sim a verdade dos fatos.

O homem, quando chora, tem no peito uma paixão.