Uma Menina Simplesmente Apaixonada
Escolher outras flores é menos doloroso do que tirar os espinhos de uma bela rosa, porém essa escolha poderá custar a sua felicidade.
O brilho de um sorriso, é reflexo de uma áurea iluminada, de um coração alegre e uma pessoa abençoada!
Não desacredite do amor, por uma decepção amorosa; o sentimento não tem culpa de uma ação desrespeitosa.
Antes de Escolher o Caminho
Estamos em pleno século XXI e, mais uma vez, às vésperas de uma eleição para deputados, senadores e presidente do Brasil.
Basta andar pelas ruas e pelas praças para perceber que a política já tomou conta de muitos espaços. São banners, placas, faixas, santinhos e tantos outros materiais espalhados por todos os lados, mostrando rostos e nomes de candidatos que querem conquistar o nosso voto.
Confesso que essa imagem muitas vezes me deixa pensativo. Enquanto vemos tanto dinheiro sendo gasto em campanhas políticas, ainda encontramos escolas e universidades públicas enfrentando dificuldades, hospitais e postos de saúde com problemas, pessoas esperando por atendimento e tantas outras necessidades básicas que continuam sem uma solução definitiva. Quando saímos dos grandes centros e chegamos às pequenas cidades do interior do Brasil, a situação muitas vezes fica ainda mais evidente. Estradas ruins, falta de saneamento básico, problemas de infraestrutura e comunidades que ainda esperam por aquilo que deveria ser um direito de todos.
E então chegam as eleições.
Chegam também as promessas. Promessas para melhorar a saúde, a educação, a segurança, o transporte, as estradas, o saneamento e praticamente tudo aquilo que o povo precisa. Algumas propostas podem ser sérias e possíveis de realizar, mas outras parecem nascer apenas porque alguém precisa conquistar votos. E, depois que a eleição termina, muitas dessas promessas acabam ficando pelo caminho.
Talvez o problema não esteja somente em quem promete. Talvez também esteja em nós, que muitas vezes acreditamos sem perguntar. Vemos uma fotografia bonita, ouvimos um discurso bem-preparado, recebemos uma promessa que toca exatamente na nossa necessidade e, antes de conhecer melhor aquele candidato, já estamos prontos para entregar o nosso voto.
Resolvi fazer uma experiência. Criei uma publicação como se eu fosse mais um candidato a deputado federal. Não tinha estrutura de campanha, não tinha grandes discursos e não tinha milhões de reais para gastar. Era apenas uma experiência para observar a reação das pessoas. O resultado me surpreendeu. Alguns amigos disseram que eu poderia contar com seus votos.
Aquilo me fez pensar bastante.
Se uma simples publicação pode despertar confiança suficiente para alguém dizer que votaria em mim, talvez nós, eleitores, precisemos refletir um pouco mais antes de escolher nossos candidatos. Afinal, estamos entregando a essas pessoas algo muito importante: a responsabilidade de representar a população e tomar decisões que podem afetar a vida de milhões de brasileiros.
Também percebo que muitas vezes deixamos de discutir ideias para defender pessoas. Existem aqueles que se identificam mais com a esquerda, outros com a direita e outros que não se sentem representados por nenhum desses lados. Isso faz parte da democracia. O problema começa quando deixamos de ouvir o outro simplesmente porque ele pensa diferente de nós.
Não precisamos transformar política em uma guerra.
Podemos discordar sem nos tornarmos inimigos. Podemos admirar um candidato e, mesmo assim, questionar suas propostas. Podemos votar em alguém e continuar cobrando aquilo que foi prometido. E podemos mudar de opinião quando descobrimos que estávamos errados. Afinal, mudar de ideia depois de conhecer novos fatos não é sinal de fraqueza. É sinal de que continuamos aprendendo.
Aprendi uma coisa caminhando: antes de escolher um caminho, precisamos saber para onde ele nos levará. Não adianta seguir uma placa simplesmente porque ela tem uma aparência bonita. É preciso conhecer a direção, observar o terreno, saber se existem obstáculos e, principalmente, perguntar se aquele realmente é o caminho que queremos percorrer.
Talvez devêssemos fazer o mesmo com nossos candidatos.
Antes de escolher um nome, deveríamos conhecer sua história, suas propostas, suas atitudes e aquilo que realmente pretende fazer. Não devemos entregar nosso voto apenas porque alguém é nosso amigo, porque pertence ao nosso partido, porque fala aquilo que queremos ouvir ou porque alguém nos pediu.
O voto é pequeno quando colocamos o papel ou apertamos os botões da urna, mas pode ser enorme nas consequências que produz.
Não acredito que conseguiremos mudar a política brasileira de um dia para o outro. Talvez sejam necessários muitos anos para que tenhamos uma população mais consciente, mais informada e menos dependente de promessas. Mas toda caminhada longa começa com um primeiro passo.
E talvez o primeiro passo seja justamente este: antes de escolher quem vai caminhar por nós, precisamos conhecer muito bem o caminho que essa pessoa pretende seguir.
Como peregrino, aprendi que não existe caminho sem responsabilidade. Cada passo é uma escolha. E, na vida pública, talvez seja exatamente assim.
Pense. Pesquise. Questione. Depois escolha.
Peregrino Nino Carneiro
Quanto da minha vida foi escolha minha, ou uma tentativa de caber no desejo dos outros?
Apesar de dolorosa, talvez essa seja a pergunta mais importante da vida adulta. Porque chega um momento em que precisamos distinguir aquilo que realmente queremos daquilo que aprendemos a querer para sermos aceitos, amados ou aprovados.
Quantas decisões tomamos por vontade própria, e quantas nasceram do medo de decepcionar alguém?
Quantas vezes permanecemos em lugares, relações, profissões ou versões de nós mesmos apenas porque sair dali significaria contrariar expectativas?
Talvez amadurecer seja perceber quantas vezes chamamos de escolha aquilo que, na verdade, era apenas medo de decepcionar os outros.
Passamos tanto tempo tentando corresponder às expectativas alheias, evitando conflitos e buscando aprovação, que podemos acabar construindo uma vida que agrada a todos, menos a nós mesmos.
Talvez uma das descobertas mais dolorosas da vida adulta seja perceber que, de tanto tentar caber no mundo dos outros, acabamos nos tornando estranhos dentro da nossa própria história.
Liberdade, então, talvez seja descobrir quais desejos são realmente nossos.
No fim, a pergunta já não é quanto da minha vida vivi pelos outros, mas quanto da vida que me resta estou disposto a viver por mim.
Viva cada minuto, pois o relógio da vida, ora atrasa, ora adianta; mas uma hora o ponteiro pára e não recomeça.
Às vezes, uma pessoa demora mais para aprender, precisa ouvir uma explicação de outro jeito, precisa de mais tempo para compreender. Isso não significa que ela tenha menos capacidade ou menos valor.
Eu sinto uma angústia fatalista tão profunda e sombria. Sinto como que borboletas negras em minha barriga. Negras, avisando sobre o futuro luto… sobre a contingência… sobre as consequências de escolhas mal feitas. Mas também, sobre a vida. Suas facetas. Seus ciclos. Sua tragédia. Seu drama. Sua comédia. Sua ação. E seu fim.
[...]
Eu tenho esperança; sabe? Esperança, pelo menos agora com um pouco mais de maturidade, de um futuro. Nem melhor, nem pior, nem igual. E nem diferente. Sim, nonsense, né? Pois é! A vida é assim, às vezes. Eu aprendi que mais mal faz, encher as bagagens de esperança querendo encontrar o equilíbrio — e o pior: achando que vai — do que carregar consigo um pouco de cada tempero, até a desesperança, para… no fim das contas… mandar o equilíbrio e sua antítese às favas!
Ansiedade
Ansiedade,
angústia,
dor no peito,
uma quase certeza de que nada mais tem jeito...
E mais um dia acabou de acabar
e nenhuma alegria
só nostalgia...
Se não controlar,
todas as lágimas do mundo é capaz de chorar...
deixar uma por uma pelo rosto cansado rolar.
Ah! mas é só mais um dia!! Sem alegria.
Sim, sim, amigo meu
mais um dia seu
que deixou de ser seu,
sumiu, evaporou-se no tempo chamado hoje
se escafedeu.
Daqui a pouco o hoje já vai ser ontem
e o que veio com você na bagagem?
Um monte de bobagens?
Frequência cardíaca alterada,
vontade mais de nada,
mãos trêmulas, suadas
e ainda há pela frente uma longa caminhada... - espera-se ;)
A pessoinha mais importante pra você nessa vidinha
que nada tem de certinha é você.
Então, com o seu hoje o que vai fazer?
Dor no peito?
Quem dera fossem só gases
e não mais uma artinha do tipo de Jogos Vorazes....
Hasta mañana, baby...
Era uma vez...
Era uma vez....
ou não era não?
Um coração apaixonado
e outro completamente alienado...
Um coração cativado
e outro completamente desinteressado.
Um coração magoado
e outro completamente blindado.
Um coração partido
e outro batendo... tum-tum... tum-tum...
completamente sem sentido.
Era uma vez...
não, não era não.
ARTE SUBTRAÍDA
Uma obra pode nascer inspirada no pensamento de outra pessoa e, ainda assim, ser legítima. O que não merece o crédito da criação é aquilo que nasce da apropriação de uma ideia alheia, tomada antes que seu verdadeiro idealizador pudesse concretizá-la.
Mais grave ainda é quando o autor da ideia sequer é chamado para participar daquilo que um dia concebeu.
Com o passar do tempo, apagam-se os rastros. Quem desconhece a origem vê apenas a obra pronta e passa a conviver com o subtrator acreditando estar diante do criador.
É assim que, algumas vezes, a história registra quem realizou e se esquece de perguntar quem pensou primeiro.
Há obras que carregam assinatura.
E há obras que, antes da assinatura, carregam uma história.
Conhecê-la pode revelar que aquilo que parece plena criatividade é, desde o princípio, arte subtraída.
- Relacionados
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 63 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- Poemas para Conquistar uma Garota
