Um Poema para as Maes Drummond
O cérebro humano, segundo a neuroanatomia, tem inúmeras divisões, neurotransmissores e um emaranhado de substancias necessárias ao funcionamento do corpo. Em algum lugar da genética deve estar escondido um gene mutante ou que perdeu uma parte, ou teve uma sequencia alterada. Espero que um dia os geneticistas descubram o que causa tantos sociopatas, pois não acredito no que disse Jean Jaques Rousseau a respeito de o homem nascer bom e a sociedade corrompe-lo.
Eu sei que tem um sorriso no canto da boca ai do outro lado, com os mais indecentes pensamentos e a malícia mais gostosa que eu já tive na vida...
Há um verso em mim que canta sempre a melodia de um amor distante,
de um amor não vivido, não permitido... porém amado!
A vida pode dar um passo de cada vez se você acreditar em futilidades e se render ao que não é verdadeiro...
Se produzir gastar dinheiro em salão de beleza, para ficar de camisola em casa é passar um atestado de burrice.
E ela encontrou seu amor morto, e ao lado do seu amor um bilhete escrito saudades e por todos os lados tinham lembranças de tudo que eles viveram.
Se escravizar o corpo de alguém, um dia deixarás de ser seu senhor, mas se escravizar a mente de alguém, nunca mais esse alguém será livre.
A esperança é um lugar feito de nós entre trilhas, enquanto estamos trilhas em nós... Vó Elza ainda estava nesta dimensão e recebi – numa sexta-feira pela manhã – uma notícia inesperada, ainda que bastante previsível. Senti-me como tomar um choque de um milhão de volts e não morrer, com a corrente elétrica dançando na mais encoberta das minhas células. De noite – vestida de perplexidade e de uma angústia maior que quaisquer palavras – tomei um ônibus para Recife e fui, sem lágrimas, me consolar nos braços dela. Mas a inspiração e a expiração ou são sinônimos da maturidade ou são combustível para a fatalidade; inexistem meios termos. Ou se está vivo, com todas as implicações do viver; ou se apenas existe, com o que a mera existência (não) pode dar. Peguei o ônibus de volta para Teresina no mesmo sábado em que cheguei em Recife e o domingo que me viu novamente na capital piauiense estava com um sol escaldante. Regressei adornada na certeza de que aquilo que (se) é – bem mais do que o que (se) está – sempre tem um preço altíssimo e que, por mais brilhantes que sejam os diamantes, não é dado ao ser humano o poder de os processar no próprio corpo. O inesperado pode trazer estímulos e respostas muito mais intensos do que os processos do óbvio. Chorar é bom e útil; todavia, mais pragmático e sensível é deixar que as lágrimas evaporem e umedeçam o ar e, assim, seja possível divisar as estrelas.
Esta solteiro e como um cantor em carreira solo, ele pode fazer quantas participações especiais quiser e não ser mal interpretado por isso.
Diferente de esta namorando, onde você só pode cantar com a sua dupla, e dificilmente (quase nunca) você ira conseguir formar ou manter-se em um trio de sucesso.
Qualquer um pode te olhar e te julgar... Mais ninguém é capaz de olhar dentro do seu coração e ver o quanto já superou e ainda está ai de pé com um sorriso no rosto.
Não me jogue pedras acreditando que apanharei uma a uma para fazer um castelo que não apanharei. Meu castelo é de areia faço a beira-mar, olhando a lua e tendo como testemunha as estrelas. Sou poeta, não Santa !
Refletindo sobre um texto que li sobre ser demais, o que é melhor, ser demais ou ser de menos? Na minha opinião nenhuma das duas é suficiente, na realidade acho que o suficiente não existe por que as necessidades mudam a cada dia, o que podemos usar como parâmetro de ideal se tudo muda.
Coração traquino, parece um menino, querendo brincar, faz de pirraça, usa de trapaça, ainda vai me endoidar, Ela aparece, da outra se esquece, e me faz pensar. E quando pensa em pensar, da um nó, mas o nó faz desatar, me faz triste, mas não insisti, e me faz repensar, que ja não existe, nenhuma vertigem em meu olhar, e meu coração fica feliz, pela nova atriz que veio atoar, que nessa novela, o final, seja como normal, onde o mocinho, não fica sozinho, e nem a chorar.
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